Avaliação para estapedotomia em Brasília
A audição foi caindo aos poucos, às vezes com zumbido, e os exames mostraram otosclerose. Para muitos desses pacientes, a audição pode voltar com uma cirurgia feita por dentro do ouvido, a estapedotomia. É a cirurgia de otosclerose (ou otoesclerose, como também se escreve) mais feita hoje.
Na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste de Brasília, a Dra. Larissa Vilela avalia pacientes com otosclerose para confirmar o diagnóstico, medir a perda de audição de cada ouvido e conversar sobre a melhor forma de tratar: cirurgia ou aparelho auditivo. A Dra. Larissa não realiza a estapedotomia. A consulta pode ser uma primeira avaliação ou uma segunda opinião antes de o paciente decidir pela cirurgia.
Ou ligue para: (61) 99957-8479
Setor Noroeste · Brasília/DF · Avaliação de indicação · Primeira ou segunda opinião

O que é a estapedotomia?
A estapedotomia é a cirurgia que trata a perda auditiva causada pela otosclerose. Ela é uma microcirurgia do ouvido: o cirurgião retira a parte de cima do estribo, o ossinho da audição que ficou rígido, e coloca no lugar uma pequena prótese presa na bigorna. A partir daí, é a prótese que leva o som até a cóclea, a parte da orelha interna que transforma o som em estímulo para o nervo da audição.
A cirurgia serve para devolver a passagem do som que a doença bloqueou. Quando dá certo, o paciente volta a ter uma audição natural, sem precisar de aparelho.
Otosclerose: por que o som deixa de passar
Dentro do ouvido, atrás do tímpano, existe uma cadeia de três ossinhos: o martelo, a bigorna e o estribo. Eles vibram com o som e passam essa vibração da orelha média para a cóclea.
Na otosclerose, um crescimento anormal de osso deixa essa cadeia rígida, principalmente ao redor do estribo, o menor osso do corpo humano. Preso, ele não vibra como deveria, e a orelha média não consegue transmitir o som direito até a cóclea. O resultado é uma perda auditiva do tipo condutiva, de transmissão do som, que piora aos poucos e muitas vezes vem com zumbido. Os tipos de perda auditiva explicam a diferença entre a perda condutiva, a neurossensorial e a mista.
Quem tem a doença, quais exames confirmam o diagnóstico e os outros tratamentos estão na orientação sobre otosclerose, sintomas e tratamento.
Estapedotomia ou estapedectomia: qual a diferença?
Os dois nomes aparecem juntos em muitos pedidos médicos, e as duas cirurgias tratam a otosclerose com uma prótese no lugar do estribo. A diferença está no tamanho da abertura feita na base do estribo, a platina.
- Estapedectomia: a platina é retirada toda ou em grande parte, e a prótese passa pela abertura grande que fica.
- Estapedotomia: a parte de cima do estribo é retirada e a platina recebe só um furo pequeno, do tamanho da prótese.
A diretriz da Sociedade Brasileira de Otologia, de 2023, registra que a estapedotomia é a técnica de escolha, porque dá melhores resultados de audição e agride menos a orelha interna. Por isso, hoje, quando se fala em cirurgia de otosclerose, quase sempre se está falando da estapedotomia.
Quando a estapedotomia é indicada?
A cirurgia é indicada para quem tem otosclerose com perda auditiva condutiva. O critério técnico vem da audiometria: é preciso haver um gap aéreo-ósseo de pelo menos 20 dB.
O gap é a distância entre duas medidas do exame. A via óssea mostra o quanto a orelha interna é capaz de ouvir. A via aérea mostra o quanto o paciente ouve de fato, com o som passando pelos ossinhos. Um gap de 20 dB ou mais quer dizer que a audição está pelo menos 20 decibéis abaixo do que a orelha interna conseguiria, só por causa do problema de transmissão. A cirurgia tenta recuperar essa diferença.
A diretriz brasileira usa o mesmo número e soma outros sinais, como uma perda média a partir de 25 dB e o teste do diapasão (Rinne) negativo no ouvido afetado. A impedanciometria, com a ausência dos reflexos do estribo, ajuda a confirmar que o estribo está preso.
Algumas situações pedem cautela ou contraindicam a cirurgia, segundo a mesma diretriz:
- quando o outro ouvido tem surdez profunda, e o ouvido com otosclerose é o único que ouve;
- infecção ativa no ouvido ou perfuração do tímpano, que precisam ser tratadas antes, a perfuração com a timpanoplastia;
- doença de Ménière em atividade;
- condição de saúde que não permite a anestesia e a cirurgia;
- atividades que exigem o labirinto intacto, e profissões que dependem do paladar, como chefs e sommeliers, em que o risco precisa ser bem conversado antes.
Cirurgia ou aparelho auditivo?
A otosclerose pode ser tratada de duas formas, e é por isso que a decisão é tomada junto, pelo paciente e pelo médico. Uma é a estapedotomia, que tem uma chance muito grande de melhorar a audição. A outra é o aparelho auditivo. Como o problema é a perda auditiva, o aparelho devolve a audição, e o paciente escuta bem no dia a dia.
É a mesma lógica de quem tem miopia. Há quem use óculos, corrija a visão e fique muito bem assim. E há quem prefira a cirurgia para não depender dos óculos. Na otosclerose, a cirurgia pode ser oferecida, e para quem não quer operar o aparelho auditivo também é uma boa opção.
Na prática, quando a cirurgia dá certo, o resultado costuma deixar o paciente muito satisfeito, porque a audição volta a ser natural, sem aparelho. A diretriz brasileira vai na mesma linha: o aparelho é bem indicado para quem não quer operar, mas a relação entre custo e benefício costuma ser melhor com a cirurgia. Nos casos muito avançados, em que a doença já chegou à cóclea e nem a prótese nem o aparelho bastam, a alternativa pode ser o implante coclear.
Como é feita a estapedotomia?
A cirurgia é feita por dentro do ouvido, pelo próprio canal auditivo, com microscópio ou com ótica (endoscópio), uma câmera fina que mostra o interior do ouvido. Não há corte por fora.
- O cirurgião levanta com cuidado a pele do canal e o tímpano para chegar à orelha média.
- A parte de cima do estribo, que está rígida por causa da doença, é retirada.
- Na platina, a base do estribo, é feito um furo muito pequeno, com laser ou com microbroca.
- Uma prótese minúscula é presa na bigorna e encaixada nesse furo, substituindo o estribo.
- O tímpano volta para o lugar, e materiais que ajudam a cicatrização são colocados no canal.
Com isso, o sistema que estava fixo e rígido sai do caminho, e a prótese passa a estimular diretamente a cóclea quando o som chega.
Sobre a ótica e o microscópio, uma meta-análise de 2025, só com estudos randomizados, encontrou o mesmo ganho de audição e o mesmo tempo de cirurgia com os dois. Com o endoscópio, houve menos alteração do paladar e menos dor depois. A diretriz brasileira também registra que nenhum material de prótese se mostrou superior aos outros. A escolha é do cirurgião, conforme a experiência dele e o caso de cada paciente.
Anestesia, tempo de cirurgia e alta
A estapedotomia dura em média de 1 hora a 1 hora e meia. No Brasil, em geral, ela é feita com anestesia geral. Também pode ser feita com anestesia local e sedação.
Uma meta-análise de 2026 comparou as duas formas e encontrou a mesma melhora da audição e as mesmas complicações. Com anestesia local, a cirurgia e o tempo de sala foram um pouco mais curtos. O tipo de anestesia é combinado com o cirurgião e o anestesista, caso a caso.
O paciente costuma ir embora no mesmo dia ou, no máximo, no dia seguinte, se tudo correr bem e não houver nenhuma complicação.
Como é o pós-operatório da estapedotomia?
Quanto à dor, o pós-operatório é bem tranquilo, como nas outras cirurgias de ouvido. A dor é baixa ou praticamente nenhuma.
Mesmo com pouca dor, a cirurgia é feita num lugar extremamente sensível, junto dos ossinhos da audição, e a prótese estimula diretamente a cóclea. Por isso, no pós-operatório, o paciente pode ter:
- zumbido, em geral passageiro;
- tontura, também passageira na maioria dos casos;
- ouvido abafado, um pouco tampado, nos primeiros dias e nas primeiras semanas.
O abafamento vem dos materiais colocados no ouvido para ajudar a cicatrização. Por isso, a melhora real da audição costuma ser percebida depois que esses materiais saem ou são absorvidos e o inchaço local diminui. Segundo a diretriz brasileira, a tontura logo depois da cirurgia é comum e esperada, e dura de algumas horas a poucos dias.
O acompanhamento com o cirurgião avalia a cicatrização, e novos testes de audição são feitos no momento certo para medir o resultado.
Cuidados depois da cirurgia
O pós-operatório pede disciplina, para que a prótese fique na posição certa enquanto o ouvido cicatriza. Os cuidados mais importantes são:
- evitar esforço físico intenso, levantar peso e praticar esporte pelo período definido pelo cirurgião, em geral em torno de 30 dias;
- não assoar o nariz com força e, se precisar espirrar ou tossir, fazer isso de boca aberta, para evitar variações bruscas de pressão dentro do ouvido;
- proteger o ouvido operado da água no banho e não ir a piscina nem a praia até a liberação médica;
- evitar viagens de avião e lugares com grande variação de altitude nas primeiras semanas.
A orientação sobre como proteger o ouvido no banho mostra como fazer a proteção. Sobre o avião, uma revisão de 2023 concluiu que o voo comercial é seguro mesmo pouco depois da alta. É uma possibilidade que pode ser avaliada caso a caso, com o cirurgião.
Perda súbita da audição no ouvido operado, tontura muito forte que não passa ou o rosto torto de um lado precisam de avaliação médica sem demora.
Quais são os riscos da estapedotomia?
A estapedotomia tem uma taxa de eficácia muito alta. Mesmo assim, como toda cirurgia, pode ter complicações. Elas são raras, com exceção da alteração do paladar, que é comum logo depois da cirurgia e em geral passa. Mesmo assim, é importante conhecer todas, porque é com essa informação que o paciente decide com o médico se opera ou não.
- Perda auditiva. Mesmo sendo uma cirurgia feita para melhorar a audição, o ouvido pode reagir e perder audição, em parte ou, raramente, por completo. A diretriz brasileira estima a perda severa em 0,5% a 2% dos operados.
- Paralisia facial. O nervo que movimenta o rosto passa bem perto do estribo e pode ser lesionado durante a cirurgia. É extremamente raro. A diretriz descreve também a paralisia que aparece alguns dias depois, em geral ligada à reativação de um vírus, tratada com corticoide e antiviral. A paralisia de Bell explica como a paralisia facial se manifesta.
- Tontura intensa ou labirintite. Uma inflamação do labirinto por causa da cirurgia pode causar uma tontura muito forte. É extremamente raro e, mesmo quando acontece, a tontura pode melhorar aos poucos, à medida que o labirinto se compensa. A orientação sobre labirintite explica o que é essa inflamação.
- Deslocamento da prótese. A prótese pode sair do lugar sozinha ou com grandes variações de pressão, como no mergulho. Ela também pode se soltar quando o ponto da bigorna em que se apoia sofre erosão, ou seja, se desgasta e se fragmenta. Nesses casos, uma nova cirurgia reposiciona e ajusta a prótese. Não é comum, é a minoria dos casos.
- Alteração do paladar. Um nervo do paladar, a corda do tímpano, passa por dentro do ouvido. Diferente das outras complicações, essa é comum logo depois da cirurgia. A diretriz brasileira cita alteração do paladar, em especial sabor metálico na boca, em até 60% dos pacientes no início e em cerca de 5% depois de um ano.
Num estudo com 652 cirurgias de revisão, feitas em pacientes cuja primeira cirurgia não deu o resultado esperado, as causas mais encontradas foram a erosão da bigorna (27,6% dessas revisões) e o deslocamento da prótese (18,2%). Em geral, a taxa de complicações é muito baixa quando a cirurgia é feita por um cirurgião com boa prática nessa técnica.
Resultados: a audição volta depois da cirurgia?
Na grande maioria dos casos, sim. É uma cirurgia com uma chance de melhora muito grande, e os pacientes que operam costumam ficar muito satisfeitos. A diretriz da Sociedade Brasileira de Otologia descreve a estapedotomia como um procedimento seguro, com bons resultados, poucas complicações e falha em cerca de 6% dos casos.
A cirurgia resolve a passagem do som pelo estribo, mas não trata a doença em si, que pode continuar avançando com os anos, inclusive na cóclea. Por isso, a audição continua em acompanhamento, e a mesma diretriz estima que até 20% dos operados chegam a precisar de uma nova cirurgia ao longo do tempo. A audiometria feita antes e depois mostra o que mudou em cada ouvido.
Como o zumbido da otosclerose vem da perda auditiva, ele também costuma melhorar quando a audição melhora. Enquanto a audição não melhora, as dicas para aliviar o zumbido no ouvido ajudam no dia a dia.
Vídeo: cirurgia para otosclerose (estapedotomia)
No vídeo abaixo, a Dra. Larissa Vilela, médica otorrinolaringologista, explica quando a estapedotomia é indicada, como a cirurgia é feita, como é o pós-operatório e quais são as possíveis complicações.
Avaliação da indicação na Clínica OtoCare
A Clínica OtoCare não realiza a estapedotomia. O papel da consulta é examinar o ouvido, confirmar que a perda de audição vem mesmo da otosclerose, medir o gap de cada ouvido e conversar sobre as opções. Na avaliação, entram:
- o exame do ouvido, para ver o tímpano e descartar outras causas de perda condutiva;
- a audiometria, feita na própria clínica, para medir as vias aérea e óssea e o gap de cada ouvido;
- a impedanciometria, também feita na clínica, que avalia o movimento do tímpano e os reflexos do estribo;
- a tomografia dos ouvidos, quando necessária, para completar o diagnóstico;
- a revisão dos exames e laudos que o paciente já tem.
Com esses resultados, a consulta ajuda a decidir entre a cirurgia e o aparelho auditivo. Quem já recebeu a indicação de estapedotomia pode usar a consulta como segunda opinião, para entender o diagnóstico, os riscos e o que esperar do resultado antes de decidir.
Clínica OtoCare
CLNW 08/09, Bloco C, Loja 02
Setor Noroeste – Brasília/DF
Telefone: (61) 99957-8479
Perguntas frequentes sobre estapedotomia
Estapedotomia e estapedectomia são a mesma cirurgia?
São parecidas, mas não iguais. As duas trocam o estribo por uma prótese. Na estapedectomia, a base do estribo é retirada toda ou quase toda. Na estapedotomia, ela recebe só um furo pequeno. Hoje, a técnica mais usada é a estapedotomia.
Quanto tempo dura a cirurgia de estapedotomia?
Em média, de 1 hora a 1 hora e meia.
A cirurgia de otosclerose dói?
Durante a cirurgia, o paciente está anestesiado e não sente dor. No pós-operatório, a dor é baixa ou praticamente nenhuma, como nas outras cirurgias de ouvido.
A cirurgia de otosclerose é simples?
É rápida, feita por dentro do ouvido e com alta no mesmo dia ou no dia seguinte. Mas é uma microcirurgia delicada, junto da orelha interna, e por isso exige um cirurgião com boa prática nessa técnica.
Quanto tempo dura a recuperação da cirurgia de otosclerose?
O ouvido fica abafado nos primeiros dias e nas primeiras semanas, por causa dos materiais colocados para a cicatrização. A melhora da audição aparece depois que eles saem ou são absorvidos. Os cuidados com esforço físico costumam durar em torno de 30 dias.
Quantos dias de repouso depois da estapedotomia?
O esforço físico intenso, o levantamento de peso e o esporte ficam suspensos em geral por cerca de 30 dias. O afastamento do trabalho é definido pelo cirurgião, conforme o tipo de atividade de cada paciente.
Quais são os riscos da cirurgia de otosclerose?
Os principais são a perda de audição, a paralisia facial, a tontura intensa e o deslocamento da prótese, todos raros. A alteração do paladar é mais comum logo depois da cirurgia, mas na maioria das vezes passa. O zumbido e a tontura dos primeiros dias também costumam passar.
A estapedotomia pode causar surdez?
Pode, mas é raro. Mesmo sendo feita para melhorar a audição, a cirurgia pode levar a uma perda parcial e, mais raramente, total da audição do ouvido operado. A perda severa acontece em 0,5% a 2% dos casos.
A audição volta ao normal depois da estapedotomia?
Na grande maioria dos casos, a audição melhora muito, e o paciente volta a ouvir de forma natural, sem aparelho. O quanto ela chega perto do normal depende de como está a orelha interna, que a audiometria mede antes da cirurgia. Como a doença pode continuar avançando, a audição segue em acompanhamento nos anos seguintes.
É melhor operar a otosclerose ou usar aparelho auditivo?
As duas são boas opções. A cirurgia devolve uma audição natural, sem aparelho, mas tem os riscos de qualquer cirurgia. O aparelho não tem risco cirúrgico, mas precisa ser usado todos os dias. A escolha é feita junto com o médico, como quem decide entre os óculos e a cirurgia da miopia.
Quem fez estapedectomia pode fazer ressonância?
Em geral, sim. Uma revisão sistemática de 2024 concluiu que as próteses colocadas depois de 1987 não oferecem risco na ressonância. Para próteses dos anos 1980, a recomendação é usar aparelhos de 1,5 Tesla, por precaução. Antes do exame, informe que tem a prótese e, se possível, leve o relatório da cirurgia com o material usado.
Pode andar de avião depois da estapedotomia?
A orientação é evitar o avião nas primeiras semanas depois da cirurgia. Uma revisão de 2023 considera o voo comercial seguro mesmo pouco depois da alta, quando a viagem é necessária, e a liberação é combinada com o cirurgião.
Pode mergulhar depois da estapedotomia?
O mergulho com cilindro causa grandes variações de pressão, que podem deslocar a prótese. Uma revisão de 2025 cita um questionário em que 54,3% dos cirurgiões dos Estados Unidos recomendaram não mergulhar nunca mais depois da cirurgia. Piscina e praia só depois da liberação médica.
A estapedotomia deixa cicatriz?
Não. A cirurgia é feita toda por dentro do ouvido, pelo canal, e não deixa nenhuma cicatriz externa.
De que é feita a prótese da cirurgia de otosclerose?
Existem próteses de titânio, platina, aço inoxidável, nitinol e teflon. Nenhum material se mostrou superior aos outros para a audição, e a escolha é do cirurgião, conforme a experiência dele e o caso de cada paciente.
Criança pode fazer cirurgia de otosclerose?
Pode, quando há indicação, mas a otosclerose é pouco comum na infância. A diretriz brasileira cita estudos que mostram a cirurgia segura em crianças a partir de 5 anos, sem uma idade mínima definida. Numa revisão de estudos com crianças e adolescentes com otosclerose, o resultado foi considerado bom em 81% dos casos.
Dá para operar os dois ouvidos?
Dá, mas um de cada vez, em momentos diferentes. Cada ouvido tem a própria indicação, avaliada pela audiometria, e o segundo exige cuidado extra com o nervo do paladar.
Qual é o CID da estapedotomia?
A CID classifica doenças, e não cirurgias. No pedido aparece o código da doença que levou à cirurgia. Na otosclerose, é o H80, com subcódigos conforme a região atingida.
Quanto custa a cirurgia de otosclerose?
O valor depende do hospital, da equipe e do tipo de anestesia. A Clínica OtoCare não realiza a cirurgia e não publica valores. A consulta de avaliação é particular, e alguns planos podem reembolsar conforme o contrato.
A Dra. Larissa realiza a estapedotomia?
Não. A Dra. Larissa não realiza a estapedotomia. Ela avalia o caso em consulta, confirma o diagnóstico, mede a perda de audição de cada ouvido, discute a cirurgia e o aparelho auditivo e pode oferecer uma primeira ou segunda opinião sobre a indicação.
Referências
- VILELA, Larissa. Cirurgia para otoesclerose (estapedotomia): como é feita, indicações e pós-operatório. YouTube, 24 out. 2026. 1 vídeo (8 min 21 s). Disponível em: https://youtu.be/eFy1tHcQB60. Acesso em: 24 out. 2026.
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