Por Dra. Larissa Vilela, médica otorrino
O que é o CPAP
O CPAP é um aparelho usado no tratamento da apneia do sono e do ronco. Quem tem apneia do sono para de respirar por mais de 10 segundos enquanto dorme, e essas pausas atrapalham a respiração ao longo da noite. Quando elas se repetem muitas vezes, formam a síndrome da apneia obstrutiva do sono, que costuma vir junto com o ronco.
Com a respiração interrompida, a pessoa não dorme profundamente. O sono fica superficial e de má qualidade, o descanso não vem, e o risco de várias doenças aumenta, entre elas as cardiovasculares e as metabólicas, além de alterações cognitivas, como na memória. A ligação com o coração está na orientação sobre apneia, pressão alta e arritmia.

O CPAP sopra ar sob pressão pela máscara e mantém a garganta aberta durante o sono. Ele é uma das opções de tratamento da apneia do sono, indicado conforme a gravidade, e o modelo automático é a escolha preferida quando o paciente pode comprá-lo.
A sigla CPAP vem do inglês continuous positive airway pressure, que quer dizer pressão positiva contínua nas vias aéreas. Pressão positiva é o ar empurrado para dentro da via respiratória com uma força um pouco maior que a do ambiente, e contínua quer dizer que esse fluxo não para durante a noite. Uma comparação simples é a de um ventilador que joga ar o tempo todo, só que ajustado para a respiração e com todos os cuidados que isso exige.
Para que serve o CPAP e para quem é indicado
O CPAP serve para tratar a apneia obstrutiva do sono e o ronco. Ele pode tratar todos os graus de apneia, do leve ao grave, e é considerado o padrão-ouro do tratamento, porque, quando bem indicado e usado, controla a apneia na grande maioria dos casos.
Mesmo assim, ele costuma ficar para a apneia grave, para os casos mais complicados e para a apneia moderada que não melhorou com outros tratamentos. Nos quadros mais leves, outras formas de tratamento, como cirurgias e fonoterapia, muitas vezes resolvem. Pesa também o fato de o aparelho ter um custo relativamente alto, de precisar ser usado toda noite e de nem todo paciente conseguir se adaptar. As opções lado a lado estão na orientação sobre tratamento para ronco e apneia.
A diretriz de 2019 da Academia Americana de Medicina do Sono, a AASM, recomenda o tratamento com pressão positiva para adultos com apneia que sentem sono excessivo durante o dia e sugere esse tratamento também quando a apneia piora a qualidade de vida ou vem junto com pressão alta. Segundo a MedlinePlus, da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, quem tem apneia leve e não sente sono durante o dia pode não precisar do aparelho.
A sonolência de quem tem apneia sem tratamento aumenta o risco de acidentes ao volante, segundo a AASM. Quem cochila dirigindo precisa de avaliação médica sem demora.
A indicação parte de um diagnóstico feito por exame do sono, a polissonografia, que registra a respiração durante a noite e define o grau da apneia. A polissonografia não é feita na OtoCare, e a consulta avalia quando o exame é necessário e interpreta o resultado. Os graus, os sintomas e as causas estão na orientação sobre apneia do sono.
O CPAP também pode ser combinado com outros tratamentos. A fonoterapia para ronco pode ser feita junto com o aparelho e ajudar na adaptação. Quando o nariz é muito obstruído e atrapalha o uso da máscara, operar o nariz pode ser justamente o que permite usar o CPAP, como explica a orientação sobre cirurgia de desvio de septo no ronco e na apneia.
Como funciona o CPAP
A apneia do sono e o ronco nada mais são do que um estreitamento da passagem do ar na via respiratória durante o sono. O ronco é o ruído que o ar faz ao passar com dificuldade, e a apneia, a respiração que para quando a passagem se fecha. O CPAP joga ar com pressão pela máscara, e essa pressão segura a via aérea aberta. Assim o paciente consegue respirar ao longo da noite, sem as paradas e sem o ronco.
Essa pressão é medida em centímetros de água. Em geral, ela fica entre 4 e 15 centímetros de água, faixa em que se consegue controlar bem os eventos de apneia, e 4 costuma ser o ajuste mais baixo do aparelho. O ajuste é feito pelo médico ou pelo fisioterapeuta que acompanha o tratamento.
Encontrar a pressão certa para cada pessoa se chama titulação. Pela diretriz da AASM, o tratamento pode começar com o aparelho automático em casa ou com uma noite de ajuste da pressão no laboratório do sono, nos adultos sem outras doenças importantes. Muitos aparelhos também têm a função rampa, que começa com uma pressão bem baixa e sobe aos poucos, para a pessoa pegar no sono antes de a pressão chegar ao valor do tratamento.
As partes do aparelho de CPAP
O aparelho de CPAP é formado por algumas partes que se encaixam. O corpo do aparelho fica ligado na tomada durante a noite de uso e produz o fluxo de ar. Na maioria dos modelos existe um umidificador, um reservatório onde se coloca água para que o ar chegue ao paciente mais úmido. A traqueia, nome da mangueira que sai da parte de trás do aparelho, leva o ar até a máscara, que fica no rosto.
Nem todo aparelho vem com umidificador, e ele é um recurso muito útil. O fluxo de ar contínuo tende a ressecar a via respiratória, e acordar com a garganta seca é um dos efeitos colaterais do CPAP. Com a água do umidificador, o ar fica mais úmido e o ressecamento diminui.
Há também aparelhos bem menores, como o CPAP mini, que cabe na palma da mão e é prático para quem viaja.
CPAP fixo ou automático
Existem basicamente dois tipos de CPAP. O CPAP fixo, também chamado de manual, trabalha com uma pressão definida ou com pequenos ajustes. O CPAP automático começa com um fluxo baixo e ajusta a pressão de acordo com a necessidade do paciente. À medida que a via respiratória começa a fechar e a apneia fica mais intensa, ele aumenta a pressão até estabilizar a apneia e o paciente voltar a respirar. Quando ela é mais leve, usa menos pressão, tateando o fluxo ao longo da noite.
O CPAP automático é uma evolução do fixo, com mais tecnologia envolvida, e é a escolha preferida quando o paciente tem a possibilidade de comprá-lo. Uma revisão Cochrane de 2019 encontrou que, no começo do tratamento, quem usa o automático tende a manter o aparelho ligado um pouco mais de tempo por noite do que quem usa o fixo. A diretriz da AASM aceita os dois modelos no tratamento contínuo, e a escolha entre eles fica para a consulta, caso a caso.
APAP e BiPAP
O CPAP automático também aparece com a sigla APAP, de pressão positiva automática nas vias aéreas. O BiPAP, aparelho de dois níveis, usa uma pressão mais alta na hora de puxar o ar e uma mais baixa na hora de soltar, segundo a MedlinePlus. O BiPAP para apneia do sono fica para situações específicas, como quando há outros problemas respiratórios ou dificuldade com o CPAP, segundo a AASM, e a diretriz da AASM sugere o CPAP fixo ou o automático no tratamento de rotina.
Qual é o melhor CPAP
A escolha não começa pela marca. Existem alguns fabricantes, e no Brasil o aparelho é importado. O melhor CPAP para apneia do sono é o que foi indicado para o caso, de preferência automático, com umidificador e com uma máscara que a pessoa consiga usar a noite inteira. A diferença entre duas gerações de um mesmo aparelho está na orientação sobre o AirSense 11 e o AirSense 10, que tratam a apneia com a mesma eficácia.
Máscara nasal ou oronasal
A máscara é a parte do CPAP que fica no rosto e veda a entrada do ar. A máscara nasal fica só sobre o nariz. É menor, mais confortável e, no geral, já é suficiente para tratar a maioria dos pacientes, e por isso é a preferida sempre que o nariz deixa o ar passar bem. Muita gente chama esse uso de CPAP nasal.
O ideal com a máscara nasal é respirar só pelo nariz. Respirar pela boca não é problema, e nos primeiros dias de adaptação é normal a boca ainda ficar aberta durante o sono. Com o passar do tempo e com o uso do aparelho, a tendência é passar a respirar só pelo nariz, sem ronco e sem apneia.
Quando o paciente não se adapta à máscara nasal, existe a máscara oronasal, também chamada de full face, que cobre nariz e boca. Ela costuma funcionar melhor quando o nariz não respira bem, porque o ar entra também pela boca. Os modelos, a escolha pelo exame do nariz, a limpeza e o prazo de troca das peças estão na orientação sobre máscara nasal ou facial para CPAP.
Como é a adaptação ao CPAP
O fluxo de ar do CPAP é contínuo e fica presente tanto na hora de puxar o ar quanto na de soltá-lo. Inspirar fica muito fácil, com a ajuda da pressão positiva. Já soltar o ar contra o fluxo costuma causar estranheza no primeiro momento, e esse é um dos pontos que mais pedem adaptação.
Quando a apneia é muito intensa e a pressão sobe, alguns pacientes chegam a acordar com uma sensação ruim. Aos poucos, o corpo se ajusta, e o paciente, no geral, se adapta muito bem. O benefício de voltar a respirar e a dormir bem é tão grande para quem tem apneia que esses desconfortos passam a pesar menos.
Segundo a MedlinePlus, as primeiras noites costumam ser as mais difíceis, e o sono pode não ser bom no começo. Tirar a máscara no meio da noite parece uma saída, mas a adaptação vem mais rápido quando o aparelho é usado a noite inteira.
Efeitos colaterais do CPAP
O efeito mais comum é o ressecamento, sentido como garganta ou boca seca ao acordar, que o umidificador ajuda a reduzir. Segundo a MedlinePlus e o NHLBI, instituto de saúde dos Estados Unidos, também podem aparecer nariz entupido ou escorrendo, sangramento pelo nariz, irritação nos olhos e vermelhidão ou feridas na ponte do nariz, onde a máscara encosta. Algumas pessoas também se sentem presas ou fechadas com a máscara, o que se chama claustrofobia.
A AASM descreve esses efeitos como relativamente leves e diz que a maior parte deles se resolve com ajustes simples, como trocar o tamanho ou o tipo da máscara, regular o umidificador ou usar soro fisiológico no nariz entupido. Por isso, os incômodos devem ser contados na consulta, sem abandonar o aparelho por conta própria.
O que ajuda nas primeiras semanas
Algumas medidas facilitam o começo. A AASM sugere vestir a máscara por alguns períodos durante o dia, enquanto se lê ou se assiste à televisão, para o rosto se acostumar, e transformar o aparelho em parte da rotina de dormir. Quem sente a pressão forte demais na hora de pegar no sono pode contar com a função rampa.
O acompanhamento nas primeiras semanas também conta. A diretriz da AASM recomenda orientar o paciente no início e acompanhar os dados de uso e de eficácia que o próprio aparelho registra, o que permite ajustes mais finos da pressão. Uma revisão Cochrane de 2020 mostrou que o apoio e as estratégias de comportamento no começo do tratamento aumentam o tempo de uso do aparelho por noite.
Quando a adaptação não acontece
Com o tempo, alguns pacientes vão reduzindo o uso, por problemas com a máscara, escape de ar ou desconforto, e outros não conseguem se adaptar mesmo com os ajustes. Para eles existem outras opções, entre elas outros tipos de aparelhos para apneia do sono, como o aparelho intraoral e o estimulador do nervo hipoglosso, indicado justamente para quem precisava do CPAP e não conseguiu se adaptar a ele. Quando há obesidade, a perda de peso também pode reduzir a apneia, inclusive com remédio quando indicado, tema da orientação sobre Mounjaro® para apneia do sono.
Quem não se adaptou ao CPAP ou não teve boa resposta com ele pode ter indicação de sonoendoscopia, exame feito sob sedação que mostra em que ponto a garganta fecha durante o sono e ajuda a escolher a alternativa. A indicação é avaliada na consulta na OtoCare, e a sonoendoscopia acontece em uma clínica de anestesia parceira.
Cuidados e durabilidade do aparelho
O CPAP é um aparelho que dura muito, desde que bem cuidado. Quem compra um CPAP fica anos com ele, sem precisar trocar o equipamento com regularidade, e há pacientes que usam o mesmo aparelho há mais de dez anos.
Os cuidados do dia a dia seguem o manual de cada aparelho. A máscara, a traqueia e o reservatório de água precisam de limpeza frequente, e as peças que encostam no rosto se desgastam e têm prazo de troca, detalhado na orientação sobre a máscara. O aparelho também vai junto nas viagens, porque o NHLBI orienta usar o CPAP sempre que se dorme, em casa, viajando e nos cochilos.
O CPAP cura a apneia ou é para sempre?
O CPAP não cura a apneia. Ele mantém a via respiratória aberta enquanto está em uso, e com o uso regular a apneia costuma ficar bem controlada e a qualidade de vida melhora muito. O aparelho não muda o que faz a garganta fechar, como o ganho de peso, o formato do nariz e da garganta ou a flacidez da musculatura.
Por isso, enquanto a causa continuar, o uso é de todas as noites. A AASM descreve o CPAP como uma mudança de estilo de vida, que funciona melhor quando usado a noite inteira, todas as noites. Se o quadro muda, como depois de emagrecer bastante ou de uma cirurgia, a necessidade do aparelho pode ser revista com um novo exame do sono, sempre depois de avaliação. O aparelho não deve ser suspenso por conta própria.
Quanto custa e como conseguir o CPAP
No Brasil, o CPAP é um equipamento importado, e o preço do CPAP varia muito com a tecnologia que se está comprando. O valor muda conforme o aparelho seja automático ou fixo e também conforme o tamanho, como no caso do CPAP mini. Por isso não existe um valor único, e o orçamento depende do modelo indicado.
Como referência, nas compras de órgãos públicos registradas no Compras.gov.br, o portal de compras do governo federal, metade das compras do CPAP automático de uso em adultos feitas entre outubro de 2025 e setembro de 2026 ficou entre cerca de R$ 2.000 e R$ 2.800 por aparelho. Esse é o preço pago em licitação, muitas vezes por várias unidades de uma vez, e não o preço de loja para o paciente. Esse levantamento é de outubro de 2026 e pode mudar com o tempo.
Mesmo assim, o CPAP é um investimento que vale muito a pena para quem tem apneia, porque dura anos e, quando usado, controla bem a apneia e melhora a qualidade de vida.
Os planos de saúde, em outubro de 2026, não cobrem a compra do aparelho sem uma decisão judicial. Pelo SUS, o aparelho de CPAP gratuito existe, mas não chega da mesma forma em todo lugar. A ficha técnica do CPAP na Conitec, comissão do Ministério da Saúde, registra o aparelho como disponível no SUS e incluído na lista nacional de equipamentos que podem ser financiados, e cabe à secretaria de saúde ou à entidade que recebe o aparelho organizar a entrega aos pacientes. Por isso as regras variam de um estado e de um município para outro. Essas regras são de outubro de 2026 e podem mudar com o tempo. Mais detalhes sobre o acesso pelo SUS estão na orientação sobre tratamento para ronco e apneia.
Vídeo sobre o CPAP
O vídeo mostra o aparelho desmontado, com o umidificador, a fonte, a traqueia e a máscara nasal, o som do fluxo de ar no ajuste mais baixo e a diferença entre o modelo fixo e o automático.
Perguntas frequentes
Quanto tempo o CPAP leva para fazer efeito?
Muitas pessoas notam melhora logo no começo, com sono de melhor qualidade, menos ronco e menos sonolência durante o dia, segundo o NHLBI. O controle da apneia acontece nas noites em que o aparelho é usado, e o conforto com a máscara e com a pressão costuma vir ao longo das semanas de adaptação.
Quantas horas por noite é preciso usar o CPAP?
O ideal é usar a noite inteira, todas as noites. Nas revisões Cochrane, usar 4 horas ou mais por noite aparece como um dos marcadores de uso regular, mas a AASM lembra que o corpo se sente melhor quanto mais o CPAP é usado e que até uma noite sem o aparelho pode afetar a pressão arterial.
O CPAP faz barulho?
Pouco. Segundo a MedlinePlus, a maioria dos aparelhos é silenciosa. Segundo a mesma fonte, colocar o aparelho embaixo da cama ajuda a diminuir o som, e um ruído que atrapalhe o sono deve ser contado na consulta.
O CPAP é oxigênio?
Não. Segundo a AASM, o CPAP é um pequeno compressor de ar, e o NHLBI descreve que ele usa uma pressão leve de ar para manter a garganta aberta. O aparelho empurra o ar do ambiente, e não oxigênio. A respiração continua sendo feita pela própria pessoa, só que com a via aberta.
O CPAP faz mal para o coração ou para o pulmão?
Em geral, não. Segundo a MedlinePlus, o tratamento com pressão positiva é seguro, e os incômodos mais comuns são locais, como nariz entupido, boca seca e irritação nos olhos ou na pele do rosto. No começo pode haver um desconforto nos músculos do peito, que costuma passar com o tempo. No coração, o efeito esperado vai no sentido contrário, porque tratar a apneia ajuda a controlar a pressão alta, segundo o NHLBI.
CPAP dá gases?
Pode acontecer de engolir ar durante o uso e sentir a barriga estufada. O NHLBI orienta suspender o aparelho e falar com o médico logo quando aparecem desconforto na barriga ou estufamento. Nesse caso, pare o CPAP até a avaliação e marque a consulta na OtoCare pelo WhatsApp contando o sintoma, para ser atendido com prioridade.
Posso regular a pressão do CPAP sozinho?
Não por conta própria. A pressão é definida pelo médico ou pelo fisioterapeuta que acompanha o tratamento, a partir do exame do sono e dos dados que o aparelho registra, e qualquer mudança é orientada por quem acompanha o caso. Segundo a MedlinePlus, quando os sintomas não melhoram, os ajustes podem precisar de mudança.
Pode levar o CPAP no avião?
Pode, e o NHLBI orienta usar o aparelho sempre que se dorme, inclusive nas viagens. As regras para levar o CPAP na cabine e para usá-lo durante o voo são de cada companhia aérea, e por isso a consulta à empresa deve ser feita com antecedência, junto com a conferência do adaptador de tomada para o destino.
O CPAP serve para falta de ar, asma ou DPOC?
O CPAP usado em casa trata a apneia do sono, mantendo a garganta aberta enquanto a pessoa dorme. Ele não é um aparelho para crise de falta de ar nem de asma. Em algumas doenças do pulmão e do coração, como a DPOC e a insuficiência cardíaca, aparelhos de pressão positiva podem ser usados, segundo a MedlinePlus, com indicação própria. Falta de ar que aparece de repente precisa de avaliação médica sem demora.
Criança pode usar CPAP?
Pode, quando há indicação. Segundo a MedlinePlus, o tratamento com pressão positiva é seguro e funciona em todas as idades, inclusive nas crianças. Na criança, porém, amígdalas e adenoide aumentadas estão entre as causas principais do ronco, e a avaliação começa por elas, como mostra a orientação sobre ronco em criança.
O que é CPAP neonatal?
É o uso do mesmo princípio de pressão positiva em bebês prematuros, com pulmões ainda imaturos, segundo o NHLBI, e não o aparelho usado em casa para tratar a apneia do sono.
Referências
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Ronco e apneia em Brasília
Ronco alto, paradas na respiração percebidas por quem dorme junto, sono que não descansa ou dificuldade para se adaptar ao CPAP merecem avaliação. A consulta examina o nariz e a garganta, avalia a indicação da polissonografia e interpreta o resultado, define se o CPAP é o melhor tratamento ou se há outra opção para o caso e investiga o que atrapalha a adaptação, como o nariz entupido. Quando indicado, ela inclui a nasofibrolaringoscopia, o exame do nariz e da garganta com uma câmera fina, feito na própria clínica, que leva de 2 a 5 minutos e não exige preparo. A avaliação é feita na consulta com otorrino em Brasília, e a Clínica OtoCare atende adultos e crianças no Setor Noroeste.
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