Exame de emissões otoacústicas para bebês, crianças e adultos
Faça seu exame de emissões otoacústicas em Brasília na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste. Realizamos a avaliação auditiva em bebês, crianças e adultos, com atendimento particular e por diversos convênios.
As emissões otoacústicas são utilizadas para avaliar de forma objetiva o funcionamento da cóclea, especialmente das células ciliadas externas da orelha interna. O exame é simples, rápido, indolor e não exige que o paciente responda aos sons apresentados.
Ou ligue para: (61) 99957-8479
Bebês, crianças e adultos · Noroeste/DF · Diversos convênios · Atendimento particular

Por que fazer emissões otoacústicas na Clínica OtoCare?
- Clínica localizada no Setor Noroeste, em Brasília/DF;
- Exame para bebês, crianças e adultos;
- Avaliação objetiva do funcionamento da cóclea;
- Emissões otoacústicas evocadas transientes e por produto de distorção;
- Exame simples, rápido e indolor;
- Não exige resposta voluntária do paciente aos sons;
- Atendimento por profissional habilitado;
- Diversos convênios aceitos;
- Atendimento particular;
- Agendamento pelo WhatsApp ou telefone.
O que são emissões otoacústicas?
As emissões otoacústicas, também chamadas de otoemissões acústicas, são sons de baixa intensidade produzidos dentro da cóclea, estrutura localizada na orelha interna.
Esses sons estão relacionados principalmente à atividade das células ciliadas externas da cóclea. Um equipamento bastante sensível consegue registrar essas respostas por meio de uma pequena sonda colocada no canal auditivo.
Dessa forma, é possível obter informações objetivas sobre o funcionamento coclear sem que o paciente precise apertar um botão, levantar a mão ou avisar quando escuta determinado som.
Por isso, as emissões otoacústicas são especialmente úteis na avaliação auditiva de recém-nascidos, bebês e crianças pequenas, mas o exame também pode ser realizado em adolescentes e adultos.
Para que serve o exame de emissões otoacústicas?
O exame permite avaliar o funcionamento da cóclea e pode fazer parte da investigação ou do acompanhamento da audição em diferentes situações.
As emissões otoacústicas podem ser indicadas, por exemplo, para:
- Triagem auditiva de recém-nascidos;
- Avaliação auditiva de bebês e crianças;
- Investigação complementar de possíveis alterações auditivas;
- Complementação de outros exames de audição;
- Avaliação objetiva da função coclear;
- Acompanhamento da função coclear quando clinicamente indicado;
- Monitoramento auditivo em determinadas situações de exposição a medicamentos potencialmente ototóxicos;
- Acompanhamento em determinadas situações de exposição a ruído intenso;
- Avaliação de pacientes que apresentam dificuldade para participar de exames auditivos comportamentais;
- Investigação solicitada pelo médico otorrinolaringologista ou pelo profissional responsável pela avaliação auditiva.
Emissões otoacústicas e teste da orelhinha são a mesma coisa?
As emissões otoacústicas são um dos métodos utilizados na triagem auditiva neonatal, popularmente conhecida como teste da orelhinha.
Entretanto, o exame não é exclusivo de recém-nascidos. As otoemissões acústicas também podem ser realizadas posteriormente em bebês, crianças, adolescentes e adultos quando existe indicação para avaliar o funcionamento da cóclea.
Dependendo da idade, do histórico clínico e do resultado encontrado, outros exames auditivos podem ser necessários para uma avaliação mais completa.
Teste da orelhinha: os prazos da triagem auditiva neonatal
A audição é essencial para que a criança desenvolva a fala e a linguagem, e também para o seu desenvolvimento cognitivo e social. Uma perda auditiva presente desde o nascimento, quando não é identificada cedo, pode comprometer muito esse desenvolvimento.
Estima-se que, em países desenvolvidos, cerca de 1,3 em cada 1.000 recém-nascidos tenham perda auditiva. No Brasil, a estimativa é de três a quatro bebês a cada 1.000. Por isso, o país tem um protocolo de triagem auditiva neonatal que vale para todos os recém-nascidos e segue três prazos:
- até 1 mês de vida: triagem auditiva, o teste da orelhinha, feita com emissões otoacústicas e BERA automatizado;
- até 3 meses: diagnóstico, quando o bebê não passa na triagem;
- até 6 meses: início do tratamento da perda auditiva, com aparelho auditivo ou, quando indicado, implante coclear.
Esse protocolo está descrito nas Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal, do Ministério da Saúde, disponíveis na biblioteca do Portal de Boas Práticas da Fiocruz.
O que acontece se o bebê não passar no teste da orelhinha?
Não passar na triagem indica que a audição precisa ser investigada com mais detalhe. O bebê segue para a etapa de diagnóstico, com avaliação do otorrinolaringologista e exames mais completos: audiometria comportamental, repetição do BERA e repetição das emissões otoacústicas.
A mesma avaliação detalhada é indicada para as crianças que têm indicadores de risco para perda auditiva, mesmo quando passaram no teste da orelhinha.
Indicadores de risco para perda auditiva na infância
Crianças que se encaixam em qualquer um dos 12 grupos abaixo têm risco maior de perda auditiva e merecem atenção redobrada dos pais e dos médicos que as acompanham:
- pais com perda auditiva iniciada na infância;
- permanência em UTI neonatal ou berçário de cuidados intensivos por mais de 5 dias, ou por menos tempo quando houve ventilação extracorpórea, ventilação assistida, exposição a medicamentos ototóxicos, hiperbilirrubinemia, anóxia perinatal, Apgar baixo ou muito baixo peso ao nascer;
- icterícia grave (hiperbilirrubinemia) que precisou de exsanguineotransfusão;
- uso de antibióticos aminoglicosídeos por mais de 5 dias;
- anóxia ou hipóxia perinatal, isto é, falta de oxigenação no momento do parto;
- uso de oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO), dispositivo de suporte respiratório e cardiovascular;
- infecções congênitas, adquiridas da mãe durante a gestação: toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes, sífilis e zika;
- malformações craniofaciais, como fissura palatina e malformação da orelha (microtia), ou condições como microcefalia e hidrocefalia;
- doenças genéticas, sindrômicas ou não, relacionadas à perda auditiva;
- meningite ou encefalite, virais ou bacterianas;
- traumatismo cranioencefálico ou tratamento com quimioterapia;
- preocupação dos pais ou familiares com a audição, a fala ou a linguagem da criança.
Se a criança não passou no teste da orelhinha ou está em algum desses grupos, agende a avaliação da audição com otorrino na OtoCare. Quando existe perda auditiva, começar o tratamento cedo faz diferença para o desenvolvimento da criança.
Vídeo: teste da orelhinha e indicadores de risco
O vídeo abaixo explica a importância da triagem auditiva neonatal, os prazos do protocolo e os grupos de crianças com maior risco de perda auditiva.
Como é feito o exame de emissões otoacústicas?
Para realizar o exame, uma pequena sonda é colocada delicadamente no canal auditivo.
Essa sonda apresenta estímulos sonoros ao ouvido e possui um microfone muito sensível capaz de registrar a resposta produzida pela cóclea.
O equipamento analisa essas respostas e fornece informações sobre o funcionamento coclear.
O procedimento é indolor e não invasivo. O paciente não precisa responder quando escuta os sons, o que permite que o exame seja realizado inclusive em bebês e crianças pequenas.
Para obter um registro adequado, é importante permanecer relativamente quieto durante a avaliação. Em bebês, muitas vezes o exame é facilitado quando a criança está tranquila ou dormindo.
Quais são os tipos de emissões otoacústicas?
Existem diferentes formas de registrar as emissões otoacústicas. Entre as mais utilizadas estão as emissões otoacústicas evocadas transientes e as emissões otoacústicas por produto de distorção.
Emissões otoacústicas evocadas transientes (EOAT)
Também conhecidas pela sigla em inglês TEOAE, são registradas após a apresentação de estímulos sonoros breves e permitem avaliar a resposta coclear em diferentes regiões de frequência.
Emissões otoacústicas por produto de distorção (EOAPD)
Também conhecidas pela sigla em inglês DPOAE, são obtidas a partir da apresentação simultânea de dois tons e permitem analisar respostas cocleares em frequências específicas.
O tipo de emissão otoacústica utilizado depende do objetivo da avaliação e do protocolo definido pelo profissional responsável pelo exame.
Emissões otoacústicas substituem a audiometria?
Não. Emissões otoacústicas e audiometria fornecem informações diferentes sobre a audição e podem ser utilizadas de forma complementar.
A audiometria tonal e vocal avalia diferentes aspectos da capacidade auditiva, incluindo a percepção de sons em diferentes frequências e, na audiometria vocal, aspectos relacionados à percepção da fala. Já as emissões otoacústicas fornecem uma medida objetiva relacionada principalmente ao funcionamento da cóclea.
Dependendo da situação, o profissional pode solicitar as emissões otoacústicas juntamente com outros exames, como audiometria, impedanciometria ou BERA/PEATE.
Emissões otoacústicas em bebês e crianças
Como o exame não depende de uma resposta voluntária do paciente, as emissões otoacústicas são particularmente úteis na avaliação auditiva infantil.
Bebês e crianças pequenas podem ser avaliados mesmo quando ainda não conseguem compreender ou responder adequadamente aos comandos utilizados em alguns outros exames de audição.
Em recém-nascidos, as emissões otoacústicas podem fazer parte da triagem auditiva neonatal. Em crianças maiores, o exame pode integrar uma investigação auditiva mais ampla quando existe suspeita de alteração da audição ou indicação do profissional responsável.
Como se preparar para o exame de emissões otoacústicas?
O exame normalmente é simples e não exige jejum.
É importante que o canal auditivo esteja em condições adequadas para a colocação da sonda. A presença de cerume em excesso e algumas alterações da orelha média podem interferir no registro das emissões otoacústicas.
Para bebês e crianças pequenas, procure chegar com a criança tranquila. Quando o bebê está dormindo ou permanece quieto, geralmente é mais fácil obter um registro adequado.
Também informe ao profissional caso tenha ocorrido exposição recente a ruído muito intenso, uso de medicamentos potencialmente ototóxicos ou exista alguma condição do ouvido que possa interferir na avaliação.
Em caso de dúvida sobre algum preparo específico, entre em contato com a Clínica OtoCare antes do exame.
Vídeo: entenda o exame de emissões otoacústicas
Convênios, atendimento particular e reembolso
A Clínica OtoCare atende diversos convênios para exames e fonoaudiologia. A cobertura de as emissões otoacústicas depende das regras do plano e pode exigir pedido profissional ou autorização prévia.
Consulte a lista atualizada de convênios aceitos e confirme com nossa equipe a cobertura específica do procedimento antes do agendamento.
Quando o plano não oferecer cobertura direta, o atendimento pode ser realizado de forma particular. Alguns contratos oferecem livre escolha e reembolso. Antes do exame, confirme com a operadora se há direito ao reembolso, o valor estimado, a necessidade de autorização e os documentos exigidos. A OtoCare fornece nota fiscal e os documentos relacionados ao atendimento; a análise e o pagamento do reembolso são realizados pelo plano de saúde.
Onde fazer emissões otoacústicas em Brasília?
A Clínica OtoCare realiza o exame de emissões otoacústicas no Setor Noroeste, em Brasília/DF, com atendimento para bebês, crianças e adultos.
Clínica OtoCare
CLNW 08/09, Bloco C, Loja 02
Setor Noroeste – Brasília/DF
Telefone: (61) 99957-8479
Perguntas frequentes sobre emissões otoacústicas
O exame de emissões otoacústicas dói?
Não. O exame é indolor e não invasivo. Uma pequena sonda é posicionada delicadamente no canal auditivo para apresentar os sons e registrar as respostas produzidas pela cóclea.
Bebês podem fazer emissões otoacústicas?
Sim. Uma das principais vantagens do exame é não depender de respostas voluntárias do paciente, permitindo sua realização em recém-nascidos, bebês e crianças pequenas.
Meu bebê passou no teste da orelhinha, mas tem um indicador de risco. Precisa de outra avaliação?
Sim. Crianças com indicadores de risco para perda auditiva devem passar por uma avaliação mais detalhada da audição com otorrinolaringologista, mesmo quando passaram na triagem feita na maternidade.
Adultos podem fazer emissões otoacústicas?
Sim. Apesar de o exame ser muito conhecido por sua utilização na triagem auditiva de recém-nascidos, as emissões otoacústicas também podem ser realizadas em crianças maiores, adolescentes e adultos quando existe indicação para avaliação da função coclear.
É preciso dormir para fazer o exame?
Não. Adultos e crianças que conseguem permanecer quietos podem realizar o exame acordados. Em bebês, estar tranquilo ou dormindo pode facilitar a obtenção das respostas.
Emissões otoacústicas são a mesma coisa que audiometria?
Não. São exames diferentes e podem ser complementares. As emissões otoacústicas avaliam objetivamente aspectos do funcionamento da cóclea, enquanto a audiometria avalia diferentes aspectos da capacidade auditiva a partir das respostas do paciente aos estímulos apresentados.
Passar nas emissões otoacústicas significa que toda a audição está normal?
Não necessariamente. As emissões otoacústicas avaliam principalmente a função coclear relacionada às células ciliadas externas. O resultado deve ser interpretado considerando a idade, o histórico do paciente e outros exames auditivos quando indicados.
Não apresentar emissões otoacústicas significa que a pessoa é surda?
Não. A ausência de resposta pode ocorrer por diferentes motivos, inclusive alterações no canal auditivo ou na orelha média, além de alterações cocleares. O resultado precisa ser interpretado pelo profissional responsável e, dependendo do caso, outros exames podem ser necessários.
Emissões otoacústicas e BERA são a mesma coisa?
Não. As emissões otoacústicas fornecem informações principalmente sobre o funcionamento da cóclea. O BERA, também chamado de PEATE, registra respostas elétricas relacionadas ao nervo auditivo e às vias auditivas do tronco encefálico. Dependendo da situação, os dois exames podem fazer parte da investigação auditiva.
Precisa de jejum para fazer emissões otoacústicas?
Em geral, não. O exame de emissões otoacústicas não exige jejum. Caso exista alguma orientação específica para o paciente, ela será informada no momento do agendamento.
O teste da orelhinha é obrigatório?
Sim. A Lei nº 12.303, de 2010, torna obrigatória e gratuita a realização das emissões otoacústicas em todos os hospitais e maternidades, nos bebês que nascem ali. Pela diretriz do Ministério da Saúde, a triagem deve ser feita até o primeiro mês de vida.
Meu bebê não fez o teste da orelhinha na maternidade. Ainda dá para fazer?
Sim. As emissões otoacústicas podem ser feitas depois da alta, e a OtoCare faz o exame em bebês e crianças. O ideal é que a triagem aconteça até o primeiro mês de vida, para que, se houver perda auditiva, o diagnóstico saia até os 3 meses e o tratamento comece até os 6 meses. Quando o bebê tem algum indicador de risco para perda auditiva, a avaliação é mais completa e inclui o BERA.
Quem faz o exame de emissões otoacústicas?
Em geral, o fonoaudiólogo, mas o exame também faz parte do dia a dia do consultório de otorrino. Na OtoCare, as emissões otoacústicas são feitas por Alexandra Branco, fonoaudióloga especialista em Audiologia Clínica, e o resultado é avaliado junto com a consulta de otorrino.
Quanto tempo dura o exame de emissões otoacústicas?
É um exame rápido. O tempo depende principalmente de a pessoa ficar quieta enquanto a sonda registra as respostas, e por isso em bebês ele costuma ser mais fácil com a criança tranquila ou dormindo.
A OtoCare aceita convênio para emissões otoacústicas?
Sim. A Clínica OtoCare atende diversos planos de saúde. Como a cobertura pode variar de acordo com o plano e com o exame solicitado, recomendamos confirmar pelo WhatsApp antes do agendamento.
Posso fazer emissões otoacústicas particular?
Sim. Também realizamos o exame para pacientes particulares. Entre em contato para consultar disponibilidade e valor.
Como agendar emissões otoacústicas em Brasília?
Você pode entrar em contato diretamente com a Clínica OtoCare pelo WhatsApp ou telefone para verificar os horários disponíveis e agendar o exame.
Referências
- VILELA, Larissa. Exame de emissões otoacústicas: o que é, para que serve, quando é indicado? YouTube, 4 ago. 2023. 1 vídeo (3 min 21 s). Disponível em: https://youtu.be/uT38E9iayX8. Acesso em: 27 set. 2026.
- VILELA, Larissa. Triagem auditiva neonatal: tudo sobre o teste da orelhinha! YouTube, 19 jun. 2024. 1 vídeo (8 min 32 s). Disponível em: https://youtu.be/fmbLEQoYS4o. Acesso em: 27 set. 2026.
- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/biblioteca/diretrizes-de-atencao-da-triagem-auditiva-neonatal/. Acesso em: 27 set. 2026.
- BRASIL. Lei nº 12.303, de 2 de agosto de 2010. Dispõe sobre a obrigatoriedade de realização do exame denominado Emissões Otoacústicas Evocadas. Brasília, DF: Presidência da República, 2010. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12303.htm. Acesso em: 27 set. 2026.
- JOINT COMMITTEE ON INFANT HEARING. Year 2019 position statement: principles and guidelines for early hearing detection and intervention programs. Journal of Early Hearing Detection and Intervention, v. 4, n. 2, p. 1-44, 2019. DOI: 10.15142/fptk-b748. Disponível em: https://digitalcommons.usu.edu/jehdi/vol4/iss2/1/. Acesso em: 27 set. 2026.
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