Cirurgia das amígdalas para crianças e adultos
A amigdalectomia, também chamada de cirurgia para retirada das amígdalas, é um procedimento realizado principalmente quando existem infecções de garganta recorrentes ou quando as amígdalas estão aumentadas e prejudicam a respiração.
Na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste de Brasília, realizamos avaliação otorrinolaringológica de crianças e adultos com amigdalites de repetição, amígdalas aumentadas, ronco, dificuldade respiratória durante o sono e outros problemas que podem levar à indicação da cirurgia.
Ou ligue para: (61) 99957-8479
Setor Noroeste · Brasília/DF · Crianças e adultos · Avaliação com otorrinolaringologista · Cirurgia com atendimento particular

O que são as amígdalas?
As amígdalas palatinas são estruturas localizadas nas laterais da garganta e fazem parte do sistema de defesa do organismo.
Elas participam do contato do sistema imunológico com vírus, bactérias e outros agentes que entram pelas vias respiratórias e pela boca. Por sua posição anatômica e superfície com criptas, as amígdalas são também o ponto mais frequente de retenção quando ocorre espinha de peixe na garganta, exigindo visualização direta do especialista para remoção segura.
Entretanto, algumas pessoas apresentam infecções recorrentes das amígdalas ou um aumento importante dessas estruturas, situação chamada de hipertrofia das amígdalas.
Nesses casos, as próprias amígdalas podem passar a causar problemas importantes e a possibilidade de tratamento cirúrgico pode ser avaliada.
O que é amigdalectomia?
A amigdalectomia é a cirurgia realizada para retirar as amígdalas palatinas.
Também pode ser chamada de cirurgia das amígdalas, retirada das amígdalas ou amigdalectomia palatina.
É uma cirurgia muito conhecida dentro da Otorrinolaringologia e pode ser realizada tanto em crianças quanto em adultos, desde que exista indicação adequada para o procedimento.
Quando a amigdalectomia é indicada
As duas indicações principais são as amigdalites bacterianas de repetição, acima de um número definido de episódios por ano, e as amígdalas muito aumentadas que obstruem a respiração, com ronco, respiração pela boca e apneia obstrutiva do sono. O histórico de abscesso ao redor da amígdala e o caseum recorrente que atrapalha a vida também podem levar à cirurgia.
O tamanho das amígdalas, isoladamente, não determina a necessidade da cirurgia, e nem todo ronco vem delas. A indicação é individualizada pelo otorrinolaringologista, de acordo com os sintomas, o histórico do paciente e os achados do exame.
Quantas amigdalites por ano indicam a cirurgia, como os episódios devem ser registrados, quando é possível esperar e as outras situações que levam à retirada estão explicados na orientação sobre quando tirar as amígdalas.
Como é feita a amigdalectomia?
A cirurgia das amígdalas é realizada em ambiente hospitalar, com anestesia geral.
O procedimento é feito inteiramente pela boca. Não é necessário realizar cortes na pele do rosto ou do pescoço.
Durante a cirurgia, o cirurgião utiliza instrumentos específicos para manter a boca aberta e acessar diretamente as amígdalas.
As amígdalas são cuidadosamente separadas dos tecidos onde estão localizadas e removidas.
A retirada pode ser realizada utilizando instrumentos cirúrgicos convencionais ou outras tecnologias, dependendo da técnica escolhida para cada paciente.
A cirurgia das amígdalas precisa de anestesia geral?
Sim. A amigdalectomia é realizada com anestesia geral.
O paciente permanece totalmente dormindo durante o procedimento.
Como a cirurgia é realizada na garganta e pode ocorrer sangramento durante a retirada das amígdalas, a proteção adequada da via respiratória é especialmente importante.
Por esse motivo, a cirurgia é realizada com intubação e controle da via aérea pela equipe de anestesia.
Como é a anestesia em crianças pequenas?
A técnica anestésica é definida pelo anestesiologista conforme a idade e as condições de cada paciente.
Em crianças pequenas, a anestesia pode inicialmente ser feita de forma inalatória, utilizando uma máscara.
Depois que a criança dorme, pode ser realizado o acesso venoso necessário para a continuidade da anestesia e do procedimento.
Quanto tempo dura a cirurgia das amígdalas?
A amigdalectomia costuma ser uma cirurgia relativamente rápida.
O procedimento geralmente leva aproximadamente 30 a 40 minutos.
Em situações mais complexas, o tempo pode ser maior e chegar a aproximadamente uma hora.
A duração total da permanência no centro cirúrgico é diferente do tempo da cirurgia, pois também inclui os procedimentos relacionados à anestesia e à recuperação.
Como é controlado o sangramento durante a cirurgia?
Depois da retirada das amígdalas, o cirurgião realiza a chamada hemostasia, que consiste no controle cuidadoso dos pontos que estejam sangrando.
Esses locais podem ser cauterizados durante a cirurgia.
Em alguns pacientes, também pode ser necessário realizar pequenos pontos na região operada para ajudar no controle do sangramento.
Nem todo paciente precisa receber pontos. A necessidade depende das características observadas durante o procedimento.
Amigdalectomia deixa cicatriz?
Não existe cicatriz externa decorrente do acesso da amigdalectomia.
Toda a cirurgia é realizada pela boca.
Não há necessidade de fazer cortes na pele do pescoço ou do rosto para retirar as amígdalas.
Amigdalectomia e adenoidectomia são a mesma cirurgia?
Não.
A amigdalectomia é a cirurgia para retirada das amígdalas palatinas, localizadas na garganta.
A adenoidectomia é a cirurgia para retirada da adenoide, tecido localizado atrás do nariz, na região chamada nasofaringe.
Dependendo do diagnóstico, uma pessoa pode ter indicação somente de amigdalectomia, somente de adenoidectomia ou de realizar os dois procedimentos na mesma cirurgia.
Quando a retirada das amígdalas e da adenoide é realizada conjuntamente, o procedimento é frequentemente chamado de adenoamigdalectomia.
Como é o pós-operatório da amigdalectomia?
O pós-operatório da cirurgia das amígdalas exige alguns cuidados especiais, principalmente relacionados à dor, alimentação, repouso e risco de sangramento.
Durante o período inicial de recuperação, normalmente é necessário:
- Manter repouso;
- Evitar esforço físico;
- Manter boa hidratação;
- Seguir a alimentação recomendada pela equipe médica;
- Evitar alimentos e bebidas muito quentes;
- Evitar banhos excessivamente quentes;
- Evitar exposição intensa ao sol e ao calor;
- Utilizar corretamente os medicamentos prescritos;
- Observar qualquer sinal de sangramento;
- Seguir as orientações específicas fornecidas pelo cirurgião.
O que comer depois da cirurgia das amígdalas?
A alimentação é um dos pontos mais importantes durante a recuperação da amigdalectomia.
Durante 10 dias, a alimentação deve ser líquida, pastosa e fria. São os dias mais críticos da cicatrização, em que um alimento mais duro ou mais quente pode machucar a região operada e provocar sangramento.
No primeiro e no segundo dia, o ideal são sopas já frias e alimentos batidos, bem líquidos e pastosos, que são mais fáceis de engolir. A partir daí, a alimentação pode progredir aos poucos para alimentos macios e úmidos, com bastante líquido e ainda pastosos.
Podem ser utilizados alimentos como, por exemplo:
- Água e líquidos frios;
- Sucos não irritativos;
- Iogurtes;
- Gelatinas;
- Sorvetes;
- Purês;
- Outros alimentos macios e de fácil deglutição.
Alimentos duros e secos devem ser evitados, porque são mais difíceis de engolir e podem machucar a região da cirurgia, o que pode levar a sangramento. Os alimentos quentes também ficam de fora, porque aumentam a circulação no local e, com ela, o risco de sangramento.
O cuidado vale pelos 10 dias inteiros, porque a região ainda está cicatrizando e continua vulnerável a machucados.
Por que é preciso evitar calor depois da amigdalectomia?
Durante a cicatrização, situações que aumentam excessivamente a temperatura corporal ou favorecem a dilatação dos vasos sanguíneos podem aumentar o risco de sangramento.
Por isso, no período indicado pelo cirurgião, recomenda-se evitar:
- Alimentos muito quentes;
- Bebidas muito quentes;
- Banhos excessivamente quentes;
- Exposição prolongada ao sol;
- Ambientes de calor intenso.
Cirurgia das amígdalas dói?
Durante a cirurgia o paciente não sente dor porque está sob anestesia geral.
No pós-operatório, entretanto, é esperado algum grau de dor e desconforto na garganta.
A intensidade varia de acordo com o paciente, a idade, a técnica empregada e a evolução da cicatrização.
O controle da dor é realizado com os medicamentos prescritos pela equipe responsável pela cirurgia.
A dor é um ponto importante nessa cirurgia porque a região operada é muito sensível, com muitos nervos. Além disso, a cicatrização é um pouco mais demorada, já que o local fica em contato com a saliva e com tudo o que a pessoa engole ao longo do dia.
Amigdalectomia dói mais em adulto?
De maneira geral, o pós-operatório da amigdalectomia tende a ser mais doloroso em adultos do que em crianças.
No adulto, a dor costuma ser moderada a forte, e muitas vezes são necessários dois ou mais analgésicos, conforme a prescrição médica, para controlá-la bem.
Nas crianças, o pós-operatório costuma ser bem mais simples. A dor é pouca e, em geral, o analgésico prescrito já resolve bem.
Quanto tempo dura a dor depois da amigdalectomia?
A dor costuma durar até 10 dias. Ela aumenta de intensidade até por volta do quinto dia e, a partir daí, começa a diminuir, até se resolver perto do décimo dia de pós-operatório.
Isso varia muito de uma pessoa para outra. Há pacientes que mal precisam do analgésico e outros que sentem bastante desconforto ao longo desses 10 dias.
É normal sentir dor no ouvido depois da cirurgia das amígdalas?
Alguns pacientes podem perceber dor que parece irradiar da garganta para os ouvidos durante a recuperação.
Isso pode acontecer porque regiões da garganta e do ouvido compartilham vias nervosas relacionadas à percepção da dor.
Entretanto, sintomas intensos, persistentes ou diferentes do esperado devem ser comunicados ao médico responsável.
É normal aparecer uma placa branca na garganta?
Durante a cicatrização, pode surgir uma camada esbranquiçada na região onde estavam as amígdalas.
Essa camada pode corresponder à fibrina formada durante o processo normal de cicatrização e não significa automaticamente que exista pus ou uma nova infecção.
A aparência da garganta muda durante a recuperação. Em caso de febre, piora importante, sangramento ou qualquer sintoma que gere preocupação, a equipe responsável deve ser procurada.
Existe risco de sangramento depois da amigdalectomia?
Sim. O sangramento é uma das complicações mais importantes que precisam ser observadas depois da cirurgia das amígdalas.
A região operada possui muitos vasos sanguíneos e, diferentemente de uma ferida externa protegida, continua tendo contato com saliva, líquidos e alimentos durante a cicatrização.
O sangramento pode acontecer até três semanas depois da cirurgia, com risco maior nos primeiros dez dias.
O que fazer se houver sangramento depois da cirurgia?
Um sangramento ativo após amigdalectomia deve ser avaliado com atenção.
Se houver eliminação de sangue vivo pela boca, sangramento persistente ou quantidade significativa de sangue, o paciente deve seguir imediatamente as orientações fornecidas pela equipe responsável e procurar atendimento médico.
As instruções específicas para situações de urgência devem ser fornecidas pelo cirurgião antes da alta hospitalar.
Quanto tempo precisa ficar de repouso?
O repouso é de 10 dias, o período mais crítico da cicatrização. Nesse tempo, o paciente fica afastado da escola, do trabalho fora de casa e das atividades físicas, e evita a exposição ao sol.
Repouso significa ficar em casa, com calma: deitado, sentado, lendo um livro. É possível até trabalhar no computador, em casa. O que se evita é sair, fazer esforço e pegar peso.
A volta às atividades é confirmada pelo cirurgião, conforme a evolução de cada paciente.
Quando pode voltar a fazer exercício?
Exercícios e esforços físicos devem ser evitados durante o período inicial de cicatrização porque podem aumentar o risco de sangramento.
As atividades físicas mais intensas, como academia, corrida, futebol e natação, ficam suspensas por duas a três semanas, conforme a recuperação de cada paciente.
O momento exato da volta é liberado pelo cirurgião no acompanhamento pós-operatório.
A amigdalectomia pode melhorar o ronco e a respiração?
Quando o ronco e a dificuldade respiratória são provocados ou agravados por amígdalas muito aumentadas, a retirada dessas estruturas pode aumentar o espaço disponível na garganta e melhorar a passagem do ar.
Entretanto, nem todo ronco é causado pelas amígdalas. Alterações do nariz, adenoide, língua, palato e outras estruturas também podem participar da obstrução.
Por isso, o resultado esperado deve ser avaliado individualmente antes da cirurgia.
A cirurgia diminui as infecções de garganta?
Quando a amigdalectomia é realizada por amigdalites recorrentes e existe indicação adequada, espera-se uma redução importante dos episódios relacionados às amígdalas.
Isso não significa que a pessoa nunca mais possa apresentar dor ou inflamação na garganta, porque outras regiões da faringe continuam sujeitas a infecções virais e bacterianas.
O objetivo é reduzir o problema que estava sendo provocado pelas próprias amígdalas.
Retirar as amígdalas prejudica a imunidade?
As amígdalas participam do sistema imunológico, especialmente durante a infância.
Entretanto, elas não são as únicas estruturas responsáveis pelas defesas do organismo.
Quando existe uma indicação adequada de amigdalectomia, a retirada das amígdalas é realizada porque os problemas provocados por elas passaram a ter maior relevância clínica. O que muda na imunidade, na dor de garganta e no caseum depois da cirurgia está na orientação sobre o que acontece se tirar as amígdalas.
A decisão deve considerar individualmente os benefícios e os riscos da cirurgia.
Amigdalectomia pode ser feita em adultos?
Sim. Apesar de a cirurgia das amígdalas ser muito associada à infância, adultos também podem apresentar indicação para amigdalectomia.
Entre os motivos que podem levar um adulto à avaliação cirúrgica estão amigdalites de repetição, hipertrofia das amígdalas, obstrução respiratória e outros problemas relacionados às tonsilas.
O pós-operatório dos adultos merece atenção especial porque a dor costuma ser mais intensa do que na maioria das crianças.
Amigdalectomia infantil: quando uma criança deve ser avaliada?
A amigdalectomia é uma cirurgia frequente na Otorrinolaringologia Pediátrica.
Uma avaliação pode ser particularmente importante quando a criança apresenta:
- Amigdalites frequentes;
- Amígdalas muito aumentadas;
- Ronco frequente;
- Respiração pela boca;
- Sono agitado;
- Pausas respiratórias durante o sono;
- Dificuldade respiratória noturna;
- Dificuldade para engolir relacionada ao tamanho das amígdalas.
Esses sintomas não significam automaticamente que a criança precise operar. O otorrinolaringologista deve avaliar o conjunto de sinais, sintomas e achados do exame.
Vídeos: a cirurgia das amígdalas e o pós-operatório
O vídeo abaixo, com a Dra. Larissa Vilela, médica otorrinolaringologista, apresenta quando a amigdalectomia pode ser indicada, como é realizada a cirurgia, o tipo de anestesia utilizado, a alimentação, a dor e os principais cuidados durante o pós-operatório.
O segundo vídeo, também com a Dra. Larissa Vilela, é dedicado ao pós-operatório, com a evolução da dor, a alimentação nos 10 dias, o repouso e a posição para dormir.
Onde fazer avaliação para amigdalectomia em Brasília?
Se você ou seu filho apresenta amigdalites de repetição, amígdalas aumentadas, ronco, dificuldade para respirar durante o sono ou outros sintomas relacionados às amígdalas, uma avaliação com otorrinolaringologista pode ajudar a identificar a causa e verificar se existe indicação cirúrgica.
A Clínica OtoCare está localizada no Setor Noroeste, em Brasília/DF, e realiza atendimento otorrinolaringológico de crianças e adultos.
Clínica OtoCare
CLNW 08/09, Bloco C, Loja 02
Setor Noroeste – Brasília/DF
A cirurgia realizada pela Dra. Larissa é particular.
Telefone: (61) 99957-8479
Perguntas frequentes sobre amigdalectomia
Qual é o nome da cirurgia para retirar as amígdalas?
A cirurgia é chamada de amigdalectomia. Também pode ser chamada de cirurgia das amígdalas ou cirurgia para retirada das amígdalas.
Criança que ronca precisa retirar as amígdalas?
Não necessariamente. O ronco pode ter diversas causas. O otorrinolaringologista deve avaliar se as amígdalas, a adenoide, o nariz ou outras estruturas estão contribuindo para a obstrução.
A amigdalectomia é feita com anestesia geral?
Sim. A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar com anestesia geral e proteção da via respiratória.
A cirurgia das amígdalas é feita pela boca?
Sim. A amigdalectomia é realizada inteiramente pela boca, sem necessidade de incisões externas na pele.
É necessário dar pontos na garganta?
Nem sempre. Depois da retirada das amígdalas, os pontos de sangramento são controlados. Em algumas situações apenas a cauterização é suficiente; em outras, o cirurgião pode realizar alguns pontos para auxiliar na hemostasia.
A cirurgia das amígdalas dói muito?
Durante a cirurgia não há dor, por causa da anestesia geral. No pós-operatório, a dor na garganta varia de leve a forte: nas crianças costuma ser pouca, e nos adultos é em geral moderada a forte. Ela aumenta até por volta do quinto dia e melhora até o décimo. O controle é feito com os analgésicos prescritos pela equipe responsável.
O que pode comer depois de retirar as amígdalas?
Durante 10 dias, a alimentação é líquida, pastosa e fria. Nos dois primeiros dias, sopas já frias e alimentos batidos; depois, alimentos macios e úmidos, com bastante líquido. Alimentos duros, secos ou quentes ficam de fora nesse período, porque aumentam o risco de sangramento.
Pode tomar sorvete depois da cirurgia das amígdalas?
Pode. Alimentos frios e macios, como o sorvete, fazem parte da alimentação indicada nos 10 dias de pós-operatório, desde que dentro das orientações dadas ao paciente.
É normal ficar branco onde estavam as amígdalas?
Pode aparecer uma camada esbranquiçada durante a cicatrização. Essa fibrina pode fazer parte do processo normal de recuperação e não significa automaticamente a presença de pus ou infecção.
É normal ter dor de ouvido depois da amigdalectomia?
A dor da garganta pode ser percebida também na região dos ouvidos em alguns pacientes. Sintomas intensos, persistentes ou diferentes do esperado devem ser avaliados pela equipe responsável.
Qual é o principal risco depois da cirurgia das amígdalas?
O sangramento é uma das complicações mais importantes do pós-operatório. Por isso, alimentação, repouso, restrição de esforços e acompanhamento das orientações médicas são fundamentais durante a cicatrização.
Quando pode voltar à academia depois da amigdalectomia?
Os 10 primeiros dias são de repouso, e as atividades físicas mais intensas, como academia e corrida, ficam suspensas por duas a três semanas, conforme a recuperação. A liberação é feita pelo cirurgião.
Como dormir depois da cirurgia das amígdalas?
Na posição que for mais confortável. A cirurgia das amígdalas não exige nenhuma posição específica para dormir no pós-operatório.
Retirar as amígdalas acaba com todas as dores de garganta?
Não. A amigdalectomia pode reduzir significativamente os episódios relacionados às amígdalas quando existe indicação adequada, mas outras regiões da garganta continuam sujeitas a infecções e inflamações.
Pode retirar a adenoide junto com as amígdalas?
Sim, quando existe indicação para os dois procedimentos. A cirurgia combinada é chamada de adenoamigdalectomia. Em outros pacientes, pode haver indicação apenas para retirada das amígdalas ou apenas da adenoide.
A amigdalectomia pode ser feita com coblation?
As amígdalas podem ser soltas com instrumentos convencionais, a frio, ou com tecnologias mais novas, como o coblation. A escolha da técnica é do cirurgião, conforme o caso. Com qualquer uma delas, a cirurgia é feita pela boca, sob anestesia geral, e o cuidado com o sangramento no pós-operatório é o mesmo.
A cirurgia das amígdalas é feita por convênio?
Na Clínica OtoCare, a cirurgia realizada pela Dra. Larissa é particular. Entre em contato com a clínica para receber informações sobre avaliação, planejamento e realização do procedimento.
Como agendar uma avaliação para amigdalectomia em Brasília?
Entre em contato com a Clínica OtoCare pelo WhatsApp ou telefone para agendar uma consulta com otorrinolaringologista e avaliar os sintomas, histórico de amigdalites, tamanho das amígdalas, alterações respiratórias e a necessidade ou não da cirurgia.
Referências
- VILELA, Larissa. Amigdalectomia: cirurgia de retirada das amígdalas – como é feita, pós-operatório e indicações. YouTube, 22 ago. 2026. 1 vídeo (10 min 25 s). Disponível em: https://youtu.be/VQMSO8aKjDE. Acesso em: 27 set. 2026.
- VILELA, Larissa. Como é o pós-operatório da amigdalectomia? YouTube, 9 nov. 2023. 1 vídeo (5 min 41 s). Disponível em: https://youtu.be/J6H6ZNN1OE4. Acesso em: 29 set. 2026.
- MITCHELL, R. B. et al. Clinical practice guideline: tonsillectomy in children (update). Otolaryngology–Head and Neck Surgery, v. 160, n. 1 suppl., p. S1-S42, 2019. DOI: 10.1177/0194599818801757. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30798778/. Acesso em: 27 set. 2026.
Agende uma avaliação para cirurgia das amígdalas
Se você ou seu filho apresenta amigdalites frequentes, amígdalas aumentadas, ronco, dificuldade respiratória durante o sono ou suspeita de apneia, agende uma avaliação na Clínica OtoCare.
A indicação da amigdalectomia depende dos sintomas, do histórico de infecções, da avaliação das amígdalas e das características individuais de cada paciente.
A cirurgia realizada pela Dra. Larissa é particular.
Alguns planos de saúde oferecem a modalidade de livre escolha com reembolso, que pode permitir ao paciente solicitar o reembolso de uma cirurgia particular realizada fora da rede credenciada. A possibilidade de reembolso, a necessidade de autorização prévia, a documentação exigida e o valor reembolsado dependem das regras do contrato. Consulte sua operadora antes do procedimento.
Ou ligue para: (61) 99957-8479
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