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Audiometria de Altas Frequências em Brasília

Avaliação auditiva das frequências mais agudas

A audiometria de altas frequências é um exame complementar à audiometria convencional que permite avaliar a capacidade auditiva em frequências muito agudas, geralmente entre 9.000 e 20.000 Hz.

Ela pode fornecer informações adicionais em pacientes que apresentam zumbido, dificuldade para compreender sons em ambientes ruidosos, exposição frequente a ruído ou risco de ototoxicidade, inclusive quando a audiometria convencional ainda apresenta resultados dentro dos padrões esperados.

Na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste de Brasília, realizamos audiometria de altas frequências com equipamento apropriado para avaliação auditiva complementar.

Ou ligue para: (61) 99957-8479

Setor Noroeste · Brasília/DF · Avaliação auditiva complementar · Particular e convênios

Audiometria de altas frequências em Brasília na Clínica OtoCare

O que é audiometria de altas frequências?

A audiometria de altas frequências é um exame auditivo semelhante à audiometria tonal convencional, mas realizado para investigar frequências sonoras mais agudas.

Na audiometria convencional, são avaliadas principalmente frequências até 8.000 Hz.

Já na audiometria de altas frequências, também chamada de audiometria de frequências estendidas, a avaliação pode incluir frequências aproximadamente entre 9.000 e 20.000 Hz, dependendo do equipamento e do protocolo utilizado.

Essas frequências ficam acima da faixa habitualmente pesquisada na audiometria tonal convencional e podem revelar alterações que não aparecem quando são avaliadas apenas as frequências tradicionais.

Qual a diferença entre audiometria convencional e audiometria de altas frequências?

A principal diferença é a faixa de frequências sonoras pesquisada.

A audiometria tonal convencional avalia a audição principalmente nas frequências importantes para a avaliação clínica habitual, incluindo grande parte da faixa relacionada à comunicação e à percepção da fala.

A audiometria de altas frequências amplia essa investigação para sons muito mais agudos.

De forma simplificada:

  • Audiometria convencional: avalia principalmente frequências até 8.000 Hz;
  • Audiometria de altas frequências: amplia a avaliação para frequências acima de 8.000 Hz, podendo chegar a aproximadamente 20.000 Hz.

Por isso, a audiometria de altas frequências deve ser entendida como um exame complementar, e não como substituta da audiometria convencional.

Conheça também nossa página sobre audiometria tonal e vocal em Brasília.

Por que avaliar frequências acima de 8.000 Hz?

Em algumas situações, alterações auditivas podem aparecer inicialmente nas frequências mais elevadas.

Isso significa que uma pessoa pode apresentar uma audiometria convencional dentro dos padrões esperados e, mesmo assim, demonstrar alterações quando as frequências mais altas são pesquisadas.

A avaliação estendida pode, portanto, acrescentar informações importantes sobre a função auditiva em pacientes selecionados.

Quando a audiometria de altas frequências pode ser indicada?

A necessidade do exame depende da história clínica e da avaliação realizada pelo médico ou fonoaudiólogo.

Entre situações em que a audiometria de altas frequências pode ser considerada estão:

  • Zumbido;
  • Dificuldade auditiva apesar de audiometria convencional normal;
  • Dificuldade para compreender a fala em ambientes ruidosos;
  • Monitoramento de pacientes expostos a medicamentos potencialmente ototóxicos;
  • Acompanhamento de pacientes expostos frequentemente a ruído intenso;
  • Monitoramento auditivo de grupos com maior risco de alterações cocleares;
  • Investigação complementar da função auditiva quando existe indicação clínica.

O exame não precisa ser realizado por todas as pessoas que fazem uma audiometria. Sua indicação deve considerar os sintomas, fatores de risco e objetivo da avaliação.

Audiometria normal significa que todas as frequências estão normais?

Não necessariamente.

Uma audiometria tonal convencional pode apresentar limiares dentro dos padrões esperados nas frequências pesquisadas e ainda assim existir alteração em frequências acima de 8.000 Hz, que não fazem parte da avaliação convencional de rotina.

É justamente por isso que, em determinados pacientes com sintomas ou fatores de risco, pode haver indicação para complementar a investigação com a audiometria de altas frequências.

Audiometria de altas frequências pode ser indicada para zumbido?

Sim, em determinados pacientes.

Algumas pessoas apresentam zumbido mesmo quando a audiometria convencional não demonstra perda auditiva nas frequências habitualmente avaliadas.

Nesses casos, a pesquisa das frequências mais altas pode acrescentar informações sobre a audição do paciente.

Isso não significa que toda pessoa com zumbido obrigatoriamente apresentará alteração na audiometria de altas frequências ou que o exame, isoladamente, determine a causa do zumbido.

A investigação deve ser feita de acordo com a história clínica e os demais achados da avaliação auditiva.

Quem escuta mal no barulho pode ter audiometria normal?

Sim.

Existem pacientes que relatam dificuldade para acompanhar conversas em restaurantes, festas ou outros ambientes com muito ruído e apresentam resultados normais na audiometria convencional.

A audição em ambientes ruidosos depende de vários mecanismos e não pode ser avaliada completamente por um único exame.

Entretanto, em determinados pacientes, a audiometria de altas frequências pode identificar alterações adicionais e contribuir para uma avaliação auditiva mais abrangente.

Audiometria de altas frequências detecta perda auditiva mais cedo?

Em algumas situações, alterações nas frequências mais altas podem aparecer antes de mudanças detectáveis na audiometria convencional.

Isso torna o exame particularmente interessante em programas de acompanhamento de pacientes que apresentam risco aumentado de dano auditivo.

Entretanto, a audiometria de altas frequências não deve ser apresentada como um teste capaz de prever ou detectar precocemente todos os tipos de perda auditiva.

Seu valor depende da situação clínica, da existência de exames anteriores para comparação, da idade do paciente e de diversos outros fatores.

Audiometria de altas frequências é usada no acompanhamento de quimioterapia?

Pode ser.

Alguns medicamentos utilizados no tratamento de doenças graves, incluindo determinados quimioterápicos, possuem potencial de causar ototoxicidade, ou seja, lesão do sistema auditivo.

Em pacientes com indicação para monitoramento ototóxico, a audiometria de altas frequências pode ajudar a acompanhar possíveis mudanças auditivas ao longo do tratamento.

Idealmente, quando existe indicação, é útil possuir uma avaliação auditiva de referência antes ou no início da exposição para que exames posteriores possam ser comparados.

Qualquer alteração identificada deve ser comunicada à equipe médica responsável pelo tratamento.

Medicamentos ou tratamentos oncológicos nunca devem ser interrompidos ou modificados pelo paciente por conta própria com base no resultado de uma audiometria.

O que é ototoxicidade?

Ototoxicidade é o termo utilizado para alterações do sistema auditivo ou vestibular relacionadas à exposição a determinadas substâncias ou medicamentos.

Dependendo do agente envolvido e da susceptibilidade individual, podem surgir sintomas como perda auditiva, zumbido ou alterações de equilíbrio.

O monitoramento auditivo permite comparar exames ao longo do tempo e procurar mudanças que possam estar relacionadas à exposição.

Quais medicamentos podem exigir monitoramento da audição?

Diferentes medicamentos podem apresentar potencial ototóxico, e o risco depende do princípio ativo, dose, duração do tratamento, associação com outros medicamentos e características individuais do paciente.

Entre situações frequentemente consideradas em protocolos de monitoramento estão determinados quimioterápicos e antibióticos aminoglicosídeos.

A necessidade e a frequência dos exames devem ser definidas pela equipe responsável pelo tratamento em conjunto com os profissionais de saúde auditiva.

Exposição a ruído pode alterar as altas frequências?

A exposição frequente ou intensa a ruído é um dos fatores que podem provocar lesão auditiva.

Em determinados pacientes, a avaliação das frequências estendidas pode acrescentar informações ao acompanhamento, especialmente quando existe histórico relevante de exposição sonora.

Isso pode incluir exposição ocupacional e outras situações de ruído intenso.

A interpretação do exame deve considerar também a audiometria convencional e o histórico de exposição do paciente.

Fone de ouvido pode ser motivo para fazer audiometria de altas frequências?

O simples fato de utilizar fones de ouvido não significa que seja necessário realizar audiometria de altas frequências.

O risco auditivo está relacionado principalmente à combinação entre intensidade sonora e tempo de exposição.

Quando existe exposição frequente a volumes elevados, sintomas auditivos ou preocupação clínica específica, o profissional pode avaliar se existe indicação para investigação complementar.

A audiometria de altas frequências serve para avaliar perda auditiva ocupacional?

Ela pode fornecer informações adicionais em pessoas expostas a ruído ocupacional, mas não substitui os exames e critérios específicos previstos para programas ocupacionais e avaliações legais.

Quando utilizada nesse contexto, deve ser interpretada como exame complementar dentro de uma avaliação auditiva mais ampla.

A idade influencia o resultado da audiometria de altas frequências?

Sim.

A capacidade de perceber frequências muito elevadas tende a sofrer alterações ao longo da vida, e os limiares das frequências estendidas apresentam maior variabilidade do que aqueles encontrados nas frequências convencionalmente utilizadas.

Por isso, o resultado precisa ser interpretado considerando fatores como idade, histórico auditivo, sintomas, exposição a ruído e exames anteriores.

Em monitoramentos seriados, a comparação do paciente com seus próprios exames anteriores pode fornecer informações particularmente úteis.

Como é feita a audiometria de altas frequências?

A realização é bastante semelhante à da audiometria tonal convencional.

O paciente permanece em uma cabina acústica e utiliza fones apropriados para a avaliação das frequências estendidas.

São apresentados diferentes estímulos sonoros e o paciente deve responder sempre que perceber o som, mesmo quando estiver muito baixo.

O equipamento registra o menor nível sonoro percebido em cada frequência pesquisada, permitindo construir o perfil dos limiares auditivos avaliados.

O aparelho é diferente da audiometria convencional?

A Dra. Larissa mostra no vídeo que o princípio do exame é muito semelhante ao da audiometria habitual.

A avaliação é realizada com um audiômetro capaz de pesquisar frequências estendidas e com transdutores ou fones apropriados para reproduzir adequadamente esses sons muito agudos.

Para o paciente, a experiência é bastante parecida: ele utiliza o fone e sinaliza quando escuta os estímulos apresentados.

Por que é necessário um fone específico?

Frequências muito altas exigem equipamentos capazes de gerar e apresentar esses estímulos de forma adequadamente calibrada.

Por isso, a avaliação utiliza transdutores compatíveis com audiometria de altas frequências.

Esse é um dos motivos pelos quais nem todo serviço que realiza audiometria convencional necessariamente realiza também audiometria de frequências estendidas.

Audiometria de altas frequências dói?

Não.

O exame é comportamental e não invasivo. O paciente apenas escuta estímulos através dos fones e responde quando percebe o som.

Não existem agulhas, cortes ou aplicação de medicamentos durante a realização da audiometria.

Precisa entrar em cabina acústica?

Sim.

Assim como na audiometria convencional, a avaliação é realizada em cabina acústica para reduzir a interferência dos sons do ambiente.

Isso é especialmente importante porque o exame procura determinar os menores níveis sonoros que o paciente consegue perceber.

Precisa de algum preparo para o exame?

Na maioria dos casos, a audiometria de altas frequências não exige um preparo complexo.

Entretanto, é importante seguir as orientações fornecidas no momento do agendamento e informar ao profissional o motivo da avaliação, sintomas auditivos, medicamentos utilizados e histórico de exposição a ruídos.

Quando o objetivo é acompanhamento ao longo do tempo, leve exames audiológicos anteriores sempre que possível.

Preciso fazer audiometria convencional junto?

A audiometria de altas frequências é considerada uma avaliação complementar.

Em muitos casos, sua interpretação faz mais sentido quando analisada juntamente com os resultados da audiometria convencional e de outros exames indicados para o paciente.

A combinação necessária depende da finalidade da investigação.

Para entender o exame habitual, consulte nossa página sobre audiometria tonal e vocal.

Outros exames podem complementar a avaliação?

Sim. O exame mais adequado depende da queixa e da situação clínica.

Em determinados protocolos de avaliação ou monitoramento auditivo, outros testes podem fornecer informações complementares sobre o funcionamento do sistema auditivo.

Um exemplo são as emissões otoacústicas, que avaliam respostas relacionadas ao funcionamento das células ciliadas externas da cóclea.

O conjunto de exames deve ser escolhido de acordo com a necessidade de cada paciente.

O resultado alterado significa que vou perder a audição?

Não necessariamente.

Uma alteração em frequências estendidas precisa ser interpretada dentro do contexto clínico.

Idade, equipamentos utilizados, histórico de ruído, sintomas, medicamentos, resultados da audiometria convencional e exames anteriores são alguns dos fatores que podem influenciar a interpretação.

O resultado isolado não permite prever automaticamente como a audição do paciente irá evoluir.

Por que repetir a audiometria de altas frequências?

Em situações de monitoramento, o valor do exame está justamente na possibilidade de comparar os limiares auditivos ao longo do tempo.

Isso é especialmente relevante quando existe uma exposição potencialmente ototóxica ou outro fator de risco que exige acompanhamento.

A frequência das avaliações é definida conforme o motivo do monitoramento e o protocolo estabelecido pela equipe responsável.

Convênios para audiometria de altas frequências

A Clínica OtoCare atende pacientes particulares e diversos convênios para exames audiológicos. A cobertura específica da audiometria de altas frequências pode variar conforme o plano, autorização e condições contratuais.

Entre os convênios atendidos pela Clínica OtoCare estão:

  • CASEC (CODEVASF);
  • FASCAL;
  • PLAS/JMU (STM);
  • PRÓ-SAÚDE (TJDFT);
  • PRÓ-SER (STJ);
  • PRÓ-SOCIAL (TRF);
  • SAÚDE CAIXA;
  • SIS SENADO;
  • STF MED (STF);
  • TRE SAÚDE;
  • TRT SAÚDE;
  • TST SAÚDE;
  • BACEN;
  • OMINT;
  • PLAN ASSISTE (MPU);
  • SERPRO.

Entre em contato pelo WhatsApp para confirmar a cobertura da audiometria de altas frequências pelo seu plano.

Vídeo: Dra. Larissa explica a audiometria de altas frequências

Neste vídeo, a Dra. Larissa Villela, médica otorrinolaringologista, explica o que é a audiometria de altas frequências, quais frequências são avaliadas, quando o exame pode ser indicado e mostra a diferença entre o fone utilizado nesse teste e o empregado na audiometria convencional.

Onde fazer audiometria de altas frequências em Brasília?

A Clínica OtoCare realiza audiometria de altas frequências no Setor Noroeste de Brasília para pacientes com indicação de avaliação auditiva complementar.

Clínica OtoCare
CLNW 08/09, Bloco C, Loja 02
Setor Noroeste – Brasília/DF

Telefone: (61) 99957-8479

O exame pode ser realizado de forma particular e por convênios conforme cobertura. Confirme as condições do seu plano no momento do agendamento.

Perguntas frequentes sobre audiometria de altas frequências

O que é audiometria de altas frequências?

É uma avaliação auditiva complementar que pesquisa frequências acima da faixa habitualmente utilizada na audiometria convencional, podendo avaliar aproximadamente de 9.000 a 20.000 Hz.

Qual é a diferença para a audiometria normal?

A audiometria convencional avalia principalmente frequências até 8.000 Hz. A audiometria de altas frequências amplia a investigação para sons mais agudos, acima dessa faixa.

A audiometria de altas frequências substitui a audiometria convencional?

Não. É um exame complementar. Dependendo da indicação, seus resultados são interpretados juntamente com a audiometria convencional e outros testes auditivos.

Audiometria normal pode ter altas frequências alteradas?

Sim. Em determinadas situações podem existir alterações em frequências acima de 8.000 Hz mesmo quando os limiares pesquisados na audiometria convencional permanecem dentro dos padrões esperados.

Quem tem zumbido pode fazer o exame?

Sim, quando houver indicação. A avaliação de frequências estendidas pode acrescentar informações em alguns pacientes com zumbido, inclusive quando a audiometria convencional é normal.

Serve para quem tem dificuldade de ouvir em lugares barulhentos?

Pode fazer parte da investigação em alguns pacientes que relatam dificuldade auditiva em ambientes ruidosos apesar de audiometria convencional normal. Entretanto, a compreensão de fala no ruído envolve diversos mecanismos e pode exigir outros testes.

Serve para acompanhar quimioterapia?

Em pacientes expostos a determinados medicamentos potencialmente ototóxicos, a audiometria de altas frequências pode fazer parte de um protocolo de monitoramento auditivo antes, durante ou após o tratamento, conforme indicação da equipe responsável.

Se o exame mudar durante a quimioterapia, preciso parar o medicamento?

Não tome essa decisão sozinho. Alterações auditivas devem ser comunicadas à equipe responsável pelo tratamento, que avaliará riscos, benefícios e as possíveis condutas. Um resultado audiológico isolado não deve levar o paciente a interromper uma medicação prescrita.

Quem trabalha com muito barulho pode fazer?

Em pessoas com exposição relevante a ruído, o exame pode fornecer informações complementares sobre a audição. Ele não substitui os protocolos ocupacionais obrigatórios nem a audiometria convencional.

Até quantos Hz o exame avalia?

Dependendo do equipamento e do protocolo, a audiometria de frequências estendidas pode avaliar frequências aproximadamente entre 9.000 e 20.000 Hz.

O exame dói?

Não. O paciente permanece em uma cabina acústica usando fones e apenas sinaliza quando consegue perceber os estímulos sonoros apresentados.

É o mesmo aparelho da audiometria convencional?

O princípio é semelhante, mas a avaliação precisa de equipamento e transdutores capazes de apresentar adequadamente as frequências estendidas. A Dra. Larissa mostra no vídeo a diferença entre os fones utilizados.

Precisa entrar na cabina acústica?

Sim. Assim como na audiometria convencional, o exame é realizado em cabina acústica para diminuir a interferência dos sons ambientais.

Precisa de preparo?

Normalmente não existe preparo complexo. Siga as orientações fornecidas no agendamento e leve exames auditivos anteriores quando o objetivo for acompanhamento ou comparação.

A idade interfere no resultado?

Sim. A percepção das frequências muito elevadas pode mudar com a idade, e esse fator precisa ser considerado durante a interpretação dos resultados.

Um resultado alterado significa perda auditiva definitiva?

Não necessariamente. O resultado deve ser interpretado considerando idade, sintomas, exposição a ruído, medicamentos, audiometria convencional e exames anteriores.

É possível acompanhar a audição ao longo do tratamento?

Sim. Em situações de monitoramento, exames seriados permitem comparar os limiares auditivos do próprio paciente ao longo do tempo.

Quais convênios a Clínica OtoCare atende?

A Clínica OtoCare atende diversos convênios, incluindo CASEC, FASCAL, PLAS/JMU, PRÓ-SAÚDE, PRÓ-SER, PRÓ-SOCIAL, SAÚDE CAIXA, SIS SENADO, STF MED, TRE SAÚDE, TRT SAÚDE, TST SAÚDE, BACEN, OMINT, PLAN ASSISTE e SERPRO. A cobertura específica da audiometria de altas frequências deve ser confirmada antes do atendimento.

A audiometria de altas frequências é feita por convênio?

A cobertura depende do plano e das condições específicas do atendimento. Entre em contato com a Clínica OtoCare para confirmar se o seu convênio contempla a audiometria de altas frequências ou verificar o atendimento particular.

Como agendar audiometria de altas frequências em Brasília?

Entre em contato com a Clínica OtoCare pelo WhatsApp ou telefone para verificar horários disponíveis, cobertura e orientações para realização do exame.

Agende sua audiometria de altas frequências em Brasília

Se você recebeu indicação para audiometria de altas frequências, apresenta zumbido, dificuldade auditiva com audiometria convencional normal ou necessita de monitoramento por exposição a ruído ou medicamentos potencialmente ototóxicos, entre em contato com a Clínica OtoCare.

A avaliação das frequências estendidas pode complementar a audiometria convencional e fornecer informações adicionais sobre a sua audição.

Ou ligue para: (61) 99957-8479