Por Dra. Larissa Vilela, médica otorrino
O que é polipose nasal
A polipose nasal é uma forma de sinusite crônica. A rinossinusite crônica é a inflamação dos seios paranasais, os seios da face, que dura mais de 3 meses, e daí vem o nome crônica. Ela traz os sintomas da sinusite, como nariz entupido, secreção, alteração do olfato e dor na face.
Na rinossinusite crônica com pólipos nasais, a inflamação é tão grande em toda a mucosa, dentro do nariz e dos seios paranasais, que essa mucosa incha. O inchaço forma saliências dentro do nariz, que são os pólipos. Por isso o nome completo do quadro junta as duas coisas, a sinusite crônica e a polipose nasal.

Pólipo nasal é um inchaço da mucosa inflamada do nariz e, no geral, é benigno. Nariz entupido e perda do olfato são os sinais mais fortes. O tratamento segue degraus, com o corticoide nasal e a lavagem nasal na base, a cirurgia quando não há melhora e o imunobiológico só nos casos mais graves.
Em estudos de diferentes países, os pólipos nasais aparecem em 0,5% a 2,5% da população, um pouco mais nos homens, segundo o Manual MSD. São mais comuns em quem tem asma, rinite alérgica ou reação à aspirina, e o tratamento busca manter a doença controlada ao longo do tempo.
Como os pólipos se formam no nariz
Toda a estrutura de dentro do nariz é recoberta por mucosa, uma camada fina e úmida que reveste o osso e a cartilagem. Ela cobre os cornetos, as paredes do nariz e o interior dos seios da face, e deveria ser plana e lisa.
Quando a inflamação é muito grande e se prolonga, a mucosa começa a inchar e forma protuberâncias que crescem para dentro do nariz. Esses inchaços são os pólipos, aquilo que muita gente chama simplesmente de pólipo no nariz. A aparência do pólipo nasal no exame lembra uma pequena bolsa lisa, acinzentada ou translúcida, que o Manual MSD compara a uma uva sem casca.
Em geral os pólipos aparecem dos dois lados do nariz, principalmente no meato médio. O nome indica o espaço que fica embaixo do corneto médio, na parede lateral do nariz, por onde vários seios da face drenam a secreção. Pólipos que crescem ali fecham essa saída, e o seio deixa de ventilar.
Pólipo nasal é benigno
Os pólipos da polipose são tumorações benignas no geral, e o pólipo nasal não costuma virar câncer. A palavra tumoração, nesse caso, quer dizer só um aumento de volume. Segundo o Manual MSD, ao contrário dos pólipos do intestino ou da bexiga, os do nariz não são tumores e não indicam risco de câncer. Eles são um reflexo da inflamação.
Pólipo de um lado só
Como a inflamação atinge a mucosa inteira, a polipose costuma aparecer nos dois lados. Uma lesão em uma narina só, ainda mais quando sangra sempre do mesmo lado, foge desse padrão. Segundo o Manual MSD, o pólipo unilateral ocasionalmente acompanha ou esconde um tumor, benigno ou maligno, e nesses casos a biópsia, que analisa um fragmento do tecido, ajuda a esclarecer. A consulta investiga esse achado com mais cuidado, sem tratá-lo como polipose comum.
Sintomas da polipose nasal
Os pacientes com polipose costumam ter uma obstrução nasal tão importante que mal conseguem respirar pelo nariz. Os pólipos tomam o lugar do ar dentro da cavidade nasal.
Outro sintoma muito frequente é a alteração do olfato. O cheiro chega ao nariz pelo ar, mas é percebido na parte de cima do nariz. Com o caminho bloqueado pelos pólipos, as moléculas de cheiro não chegam a essa região. O consenso brasileiro de rinossinusites acrescenta que a própria inflamação atrapalha o funcionamento da área do olfato. Como boa parte do sabor dos alimentos depende do cheiro, o paladar também costuma piorar.
Nariz entupido e perda de olfato são os sintomas mais fortes da polipose, e o Manual MSD considera a perda do olfato tão típica que ela deve levantar a suspeita de pólipos. Além disso, há secreção, e muitas vezes aparecem crises agudas de dor na face, com piora da secreção, que fica com aspecto de pus.
Quando o olfato demora a voltar, o treinamento olfatório pode entrar junto com o tratamento do nariz. Muita gente chama o pólipo de carne esponjosa, um nome popular que serve também para a adenoide e os cornetos aumentados, e a diferença entre os três está na orientação sobre carne esponjosa no nariz.
O que causa a polipose nasal
A polipose nasal é uma doença da mucosa que reveste todos os seios paranasais, e ela é multifatorial. A causa ainda não é conhecida ao certo. Acredita-se que entrem questões genéticas, fatores do ambiente, como vírus e bactérias, que podem desencadear o quadro, e questões alérgicas, que levam o paciente a desenvolver essa forma mais grave de sinusite.
Na polipose, a inflamação costuma ser do chamado tipo 2. Esse padrão de defesa do organismo junta muitos eosinófilos, células que também participam da asma e da alergia, e está ligado ao inchaço da mucosa. Os imunobiológicos, usados nos casos mais graves, agem justamente sobre pontos dessa inflamação.
Asma e reação a anti-inflamatório
O nariz e os pulmões fazem parte da mesma via respiratória única, e a inflamação do tipo 2 pode atingir os dois. Por isso a asma é frequente em quem tem polipose, e o controle de uma costuma pesar no controle da outra.
Uma parte dos pacientes tem três problemas juntos, a polipose nasal, a asma e uma piora da respiração depois de tomar aspirina ou outros anti-inflamatórios. Segundo o consenso brasileiro, essa combinação aparece em 10% a 20% das pessoas com polipose, e ela costuma ser mais difícil de controlar, com mais retorno dos pólipos. Quem tem polipose e já teve chiado, falta de ar ou nariz muito trancado depois de um anti-inflamatório deve contar isso na consulta. Uma crise de falta de ar depois de tomar o remédio precisa de avaliação médica sem demora.
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico é feito pela história clínica, com os sintomas e há quanto tempo eles duram, junto com o exame do otorrino no consultório. A parte decisiva é a endoscopia nasal, em que o otorrino olha o nariz por dentro com uma câmera fina. Na OtoCare, esse exame é a nasofibrolaringoscopia. Ao ver os pólipos, em geral dos dois lados e principalmente na região do meato médio, chega-se ao diagnóstico de sinusite crônica com polipose nasal.
Algumas vezes entram outros exames, como a tomografia da face, que mostra até onde a doença chega nos seios, ou exames de sangue para avaliar questões alérgicas. O diagnóstico básico, porém, vem da história com sintomas sugestivos e da endoscopia mostrando os pólipos dentro do nariz.
Crises de sinusite que vão e voltam, com o nariz normal entre uma e outra, são outro quadro, explicado na orientação sobre sinusite de repetição. Uma sinusite que dura dias ou poucas semanas é aguda, e a diferença entre a forma viral e a bacteriana está na orientação sobre sinusite aguda viral ou bacteriana.
Tratamento da polipose nasal
Não existe um único remédio para pólipo nasal. O tratamento da sinusite crônica com polipose nasal é feito em degraus. A base é o corticoide nasal. Se não houver melhora, entra a cirurgia, e se mesmo assim a doença não melhorar, os imunobiológicos, reservados aos casos mais graves. A lavagem nasal acompanha todas essas etapas.
Corticoide nasal em spray ou na lavagem
O primeiro degrau é o tratamento clínico com corticoide nasal, em spray ou dentro da lavagem nasal, quando o corticoide é colocado na própria solução. Uma revisão Cochrane, com a maior parte dos estudos feita em pessoas com pólipos, mostrou melhora dos sintomas com o corticoide nasal, e o maior efeito apareceu no nariz entupido.
O corticoide em spray age no próprio nariz e pode ser usado por longo tempo com segurança, diferente do corticoide em comprimido. A segurança do uso prolongado é tratada na orientação sobre corticoide nasal em spray, e a direção certa do jato, em como usar spray nasal.
Em alguns pacientes, sobretudo nos que já foram operados, o spray não chega a toda a área inflamada. Nesses casos, o corticoide pode ir dentro da lavagem nasal de alto volume, que espalha o remédio por uma área maior da mucosa, como mostra a orientação sobre lavagem nasal com corticoide. Essa preparação depende de prescrição.
O corticoide controla a inflamação, mas não acaba com ela. Segundo a MedlinePlus, da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, os sintomas voltam quando o tratamento é interrompido. Por isso o corticoide não deve ser suspenso nem trocado por conta própria, e quanto tempo usar é decidido na consulta.
Lavagem nasal em todas as fases
A lavagem nasal é muito importante na polipose e entra junto com qualquer tratamento, seja ao lado do corticoide, seja após a cirurgia ou durante o imunobiológico. Ela retira a secreção e as crostas e alivia os sintomas. Os pólipos não somem com a lavagem, e ela não substitui o corticoide.
Durante toda a aplicação, a respiração é feita pela boca. O soro, o frasco e o preparo estão na orientação sobre a melhor lavagem nasal para sinusite. Quando há muita secreção grossa, o médico pode indicar a solução hipertônica, e o jeito de fazer é o mesmo da lavagem usada na rinite.
Cirurgia da polipose nasal
A cirurgia é o segundo degrau, indicada quando o tratamento clínico não traz melhora. Nela se limpa toda a polipose e se abrem as drenagens dos seios da face, para melhorar a ventilação e ajudar a evitar que o quadro volte. Essa cirurgia se chama sinusectomia e é feita por dentro do nariz, com uma ótica, um tubo fino com câmera, sem corte no rosto. A indicação, o preparo e a recuperação estão na página sobre a cirurgia de sinusite (sinusectomia), que a OtoCare oferece.
A cirurgia não encerra o tratamento. Depois dela, o corticoide nasal e a lavagem continuam, e o remédio passa a alcançar os seios que foram abertos. Os cuidados das primeiras semanas estão na orientação sobre lavagem nasal no pós-operatório do nariz.
Imunobiológicos para os casos mais graves
O terceiro nível de tratamento é para a polipose refratária, aquela que não melhora mesmo depois da cirurgia. Para ela existem os imunobiológicos, remédios que bloqueiam pontos muito específicos da inflamação do tipo 2. Eles ficam reservados aos casos mais graves, que não se resolvem com o tratamento mais simples, o corticoide nasal e a cirurgia do nariz. Quem tem contraindicação à cirurgia é uma exceção avaliada caso a caso.
A lavagem e o corticoide nasal continuam durante o uso do imunobiológico. A indicação depende de uma avaliação detalhada, que inclui o exame do nariz, a tomografia, o olfato e questionários de qualidade de vida, como o SNOT-22. Os critérios, os remédios aprovados e o acompanhamento estão na orientação sobre Dupixent® e imunobiológicos na sinusite crônica.
Corticoide oral e antibiótico nas crises
Nas crises, quando o quadro fica mais agudo, o corticoide oral muitas vezes entra por pouco tempo. Ele reduz os pólipos e alivia os sintomas, mas o efeito não se mantém, e repetir os ciclos acumula efeitos colaterais, como explica a orientação sobre corticoide oral. Assim, ele é reservado às crises, e não ao dia a dia.
O antibiótico entra quando uma crise é causada por bactéria. Ele não trata os pólipos, a maioria das sinusites melhora sem ele, e a decisão de usá-lo é tomada na consulta, depois do exame. A orientação sobre antibiótico na otite e na sinusite explica quando ele é necessário.
Por que os pólipos podem voltar
A cirurgia retira os pólipos, mas não tira a tendência da mucosa a inflamar. Na polipose, essa tendência vem do organismo e não fica restrita ao nariz, por isso a mucosa pode inchar de novo e formar outros pólipos. Alguns pacientes precisam reoperar, mas eles são a minoria, e na maior parte das vezes o controle é bom, muitas vezes com uma cirurgia só.
Uma revisão sistemática publicada em 2024 apontou como fatores mais ligados à volta dos pólipos depois da cirurgia a asma, a intolerância à aspirina, o aumento de eosinófilos no sangue, a inflamação do tipo 2 e a doença extensa na tomografia. Quem reúne esses fatores precisa de acompanhamento mais próximo.
Por ser uma inflamação crônica, a polipose nasal é tratada para ficar controlada, com o nariz respirando e os pólipos pequenos ou ausentes. Segundo o Manual MSD, a endoscopia nasal repetida ao longo do tempo ajuda a acompanhar quem tem pólipos persistentes ou que voltam. A perda de olfato e de paladar nem sempre melhora com o remédio ou com a cirurgia, segundo a MedlinePlus.
Durante uma crise, olho inchado, visão alterada ou dor de cabeça muito forte com febre são sinais de complicação da sinusite, que exigem avaliação médica sem demora. Os outros sinais estão na orientação sobre complicações da sinusite.
Vídeo sobre polipose nasal
O vídeo explica a rinossinusite crônica com polipose nasal do começo ao fim, com a formação dos pólipos, os sintomas, o diagnóstico e os degraus do tratamento.
Perguntas frequentes
Pólipo nasal sai sozinho?
Os pólipos que surgem durante uma infecção do nariz podem diminuir e até sumir depois que ela passa, segundo o Manual MSD. Os da polipose, ligados à inflamação crônica, em geral persistem. O corticoide nasal prescrito pode reduzir ou até eliminar os pólipos menores, e os maiores, que fecham o nariz, podem precisar de cirurgia.
Pólipo nasal é grave?
No geral, os pólipos da polipose são benignos, e as complicações graves, raras, vêm das crises de sinusite. O peso está na qualidade de vida, porque o nariz fechado atrapalha o sono, favorece o ronco e tira o olfato. Quando os pólipos bloqueiam a drenagem dos seios, as infecções de sinusite também ficam mais fáceis, segundo o Manual MSD.
Pólipo nasal pode sangrar?
Sangramento não é um sintoma típico da polipose comum, que o Manual MSD descreve com obstrução, secreção e perda do olfato. Sangramento pelo nariz em quem trata a polipose pode vir do spray de corticoide, que aumenta a chance de sangramento nasal, segundo a revisão Cochrane, sobretudo quando o jato vai para o septo. Pólipo que sangra com frequência, principalmente de um lado só, pede exame cuidadoso.
Pólipo nasal dá dor de cabeça?
O pólipo sozinho costuma causar mais nariz entupido do que dor. Segundo a MedlinePlus, a dor na cabeça e no rosto aparece quando há também uma infecção dos seios da face, o que é comum nas crises da polipose.
Pólipo nasal é a mesma coisa que adenoide?
Não. A adenoide, tecido de defesa que fica no fundo do nariz, é maior na infância. O pólipo nasce da mucosa inflamada que reveste o nariz e os seios, e aparece mais no adulto. Os dois entopem o nariz e recebem o mesmo nome popular de carne esponjosa, mas o exame do nariz por dentro mostra qual deles está presente.
Pólipo nasal aparece no raio X?
O raio X da face não é o exame para pólipo. Ele mostra pouco dos seios e da região onde os pólipos crescem. Os pólipos são vistos na endoscopia nasal, e a tomografia mostra a extensão da doença nos seios, como explica a orientação sobre o raio X de face na sinusite.
Pólipo nasal em criança, o que pode ser?
Na criança, o nariz entupido costuma vir da adenoide, e os pólipos merecem uma investigação mais ampla. O consenso europeu de rinossinusite recomenda pensar na fibrose cística, uma doença genética que também afeta os pulmões e a digestão, sobretudo quando a criança ganha pouco peso ou tem problemas respiratórios. A consulta avalia o quadro.
Qual é o CID da polipose nasal?
Na CID-10, usada no Brasil, a polipose entra no código J33, de pólipo nasal. Quando o laudo descreve a inflamação dos seios da face que dura meses, pode aparecer também o J32, de sinusite crônica.
Existe tratamento natural para polipose nasal?
Nos pólipos, a base do tratamento continua sendo o corticoide nasal com a lavagem, a cirurgia e os imunobiológicos. Alguns fitoterápicos para sinusite podem ser uma opção em certos casos de sinusite crônica, e o uso é decidido caso a caso, na consulta.
O que piora a sinusite crônica?
Segundo o consenso brasileiro de rinossinusites, a exposição a alérgenos, como poeira e ácaros, a vírus, à poluição, à fumaça de cigarro e a produtos químicos irritantes pode piorar os sintomas e manter a mucosa inflamada. Asma e rinite alérgica sem controle também pesam.
Polipose nasal é hereditária?
Pode haver um componente de família. A polipose junta questões genéticas a fatores do ambiente e a alergias, e o Manual MSD lembra que pode existir histórico familiar do problema. Ter um parente com pólipos não quer dizer que a pessoa vá tê-los, mas é uma informação útil para a consulta.
O que significa polipose nasal grau 3?
O grau vem de uma escala usada na endoscopia, que mede o tamanho dos pólipos em cada lado do nariz, de 0, sem pólipo, a 4, quando o pólipo fecha toda a cavidade. A soma dos dois lados vai de 0 a 8. Quanto maior o número, maior o pólipo, e o grau 3 indica pólipos grandes, logo abaixo do máximo.
O que é polipose nasal eosinofílica?
Nesse tipo de polipose, o exame do pólipo mostra muitos eosinófilos, as células da inflamação do tipo 2. Para o consenso brasileiro, 10 ou mais dessas células por campo do microscópio caracterizam esse perfil, que costuma estar ligado à asma e tem mais chance de os pólipos voltarem.
Referências
- VILELA, Larissa. Rinossinusite crônica com polipose nasal (RSCcPN): o que é, sintomas, causas, como tratar e mais! YouTube, 5 dez. 2024. 1 vídeo (7 min 15 s). Disponível em: https://youtu.be/3-CY67nF6kk. Acesso em: 19 out. 2026.
- VILELA, Larissa. Cirurgia para sinusite (sinusectomia): quando é indicada, como é feita e recuperação. YouTube, 17 out. 2026. 1 vídeo (11 min 10 s). Disponível em: https://youtu.be/XXqitRueEn8. Acesso em: 19 out. 2026.
- VILELA, Larissa. Corticoides nasais spray: funcionam, são seguros, criança pode usar, como usar, colaterais, tipos. YouTube, 14 fev. 2026. 1 vídeo (12 min 17 s). Disponível em: https://youtu.be/j5IPSBjzha0. Acesso em: 19 out. 2026.
- VILELA, Larissa. Lavagem nasal de alto volume com corticoide (budesonida – Pulmicort®)! YouTube, 17 maio 2025. 1 vídeo (12 min 4 s). Disponível em: https://youtu.be/eUH8Tm276vw. Acesso em: 19 out. 2026.
- VILELA, Larissa. Corticoide oral (PredSim®, Prelone, Decadron, Kóide D®) é perigoso? YouTube, 21 maio 2025. 1 vídeo (8 min 43 s). Disponível em: https://youtu.be/_XmwAzPjq5M. Acesso em: 19 out. 2026.
- VILELA, Larissa. Novo tratamento para sinusite crônica. YouTube, 29 maio 2024. 1 vídeo (13 min 6 s). Disponível em: https://youtu.be/tsh1yVuvZdE. Acesso em: 19 out. 2026.
- VILELA, Larissa. NÃO use ANTIBIÓTICOS para sinusite e otite antes de ver este vídeo! YouTube, 20 maio 2026. 1 vídeo (15 min 20 s). Disponível em: https://youtu.be/OVLmzCT-ICI. Acesso em: 19 out. 2026.
- ROMANO, Fabrizio Ricci; ANSELMO-LIMA, Wilma T.; KOSUGI, Eduardo M. et al. Rhinosinusitis: Evidence and experience – 2024. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, São Paulo, v. 91, n. 5, art. 101595, 2025. DOI: 10.1016/j.bjorl.2025.101595. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12148406/. Acesso em: 19 out. 2026.
- ACADEMIA BRASILEIRA DE RINOLOGIA; ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA E CIRURGIA CÉRVICO-FACIAL. Rinossinusites: evidências e experiências. São Paulo: ABORL-CCF, 2024. Disponível em: https://aborlccf.org.br/wp-content/uploads/2024/11/ABORL-CCF-Consenso-Rinossinusite-2024-4.pdf. Acesso em: 19 out. 2026.
- FOKKENS, Wytske J.; LUND, Valerie J.; HOPKINS, Claire et al. European Position Paper on Rhinosinusitis and Nasal Polyps 2020. Rhinology, Amsterdã, v. 58, supl. 29, p. 1-464, 2020. DOI: 10.4193/Rhin20.600. Disponível em: https://www.rhinologyjournal.com/Documents/Supplements/supplement_29.pdf. Acesso em: 19 out. 2026.
- CHONG, Lee Yee; HEAD, Karen; HOPKINS, Claire et al. Intranasal steroids versus placebo or no intervention for chronic rhinosinusitis. Cochrane Database of Systematic Reviews, Chichester, n. 4, art. CD011996, 2016. DOI: 10.1002/14651858.CD011996.pub2. Disponível em: https://www.cochrane.org/evidence/CD011996_intranasal-steroids-versus-placebo-or-no-intervention-chronic-rhinosinusitis. Acesso em: 19 out. 2026.
- ABUDURUK, Suhaib H.; SABB GUL, Bashaer K.; ALMASOUDI, Suhail M. et al. Factors contributing to the recurrence of chronic rhinosinusitis with nasal polyps after endoscopic sinus surgery: a systematic review. Cureus, Palo Alto, v. 16, n. 8, art. e67910, 2024. DOI: 10.7759/cureus.67910. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39328679/. Acesso em: 19 out. 2026.
- MANUAL MSD. Pólipos nasais (versão saúde para a família). Rahway: Merck, 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/distúrbios-do-ouvido-nariz-e-garganta/doenças-do-nariz-e-dos-seios-paranasais/pólipos-nasais. Acesso em: 19 out. 2026.
- MANUAL MSD. Pólipos nasais (edição para profissionais). Rahway: Merck, 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/distúrbios-do-ouvido,-nariz-e-garganta/distúrbios-de-nariz-e-seios-paranasais/pólipos-nasais. Acesso em: 19 out. 2026.
- MEDLINEPLUS. Nasal polyps. Bethesda: National Library of Medicine, 2025. Disponível em: https://medlineplus.gov/ency/article/001641.htm. Acesso em: 19 out. 2026.
- BRASIL. Ministério da Saúde. DATASUS. CID-10: capítulo X, doenças do aparelho respiratório, J30 a J39. Brasília: DATASUS, 2008. Disponível em: http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/j30_j39.htm. Acesso em: 19 out. 2026.
Avaliação com otorrino em Brasília
Nariz entupido dos dois lados que não melhora, perda do olfato, secreção que passa de 3 meses ou pólipos que voltaram depois da cirurgia merecem o exame do nariz por dentro. A consulta confirma a polipose, pergunta sobre a asma e a reação a anti-inflamatórios e define em qual degrau do tratamento o quadro está. Quando indicado, ela inclui a nasofibrolaringoscopia, o exame do nariz com uma câmera fina, feito na própria clínica. Ele leva de 2 a 5 minutos, não exige preparo nem jejum e é feito sem sedação. A avaliação é feita na consulta com otorrino em Brasília, e a Clínica OtoCare atende adultos e crianças no Setor Noroeste.
Telefone e WhatsApp: (61) 99957-8479
Veja todas as orientações aos pacientes da OtoCare.