Polissonografia: o exame padrão-ouro para investigar o sono
A polissonografia, também chamada de exame do sono, é o exame mais completo para diagnosticar os distúrbios do sono. Durante uma noite inteira, sensores colados na pele registram ao mesmo tempo a atividade do cérebro, a respiração, a oxigenação do sangue, o coração e os movimentos do corpo. É o exame que confirma a apneia do sono e mede a sua gravidade.
O exame é indolor e não invasivo, mas existe em quatro tipos, que vão da versão completa, feita em laboratório do sono com técnico ao lado a noite toda, até versões simplificadas feitas em casa. Eles não são equivalentes, e escolher o tipo certo faz diferença no resultado.
A Clínica OtoCare não realiza a polissonografia. Na consulta com a Dra. Larissa Vilela, otorrinolaringologista, no Setor Noroeste de Brasília, o nariz e a garganta são examinados, avalia-se se o exame está indicado e qual tipo faz sentido para o caso e, com o laudo em mãos, o resultado é interpretado para definir o tratamento.
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Setor Noroeste · Brasília/DF · Avaliação de ronco, apneia e distúrbios do sono · Indicação e interpretação do exame

O que é polissonografia?
Descrita por volta da década de 1960, a polissonografia registra variáveis fisiológicas e neurofisiológicas enquanto a pessoa dorme. O nome resume a ideia: poli (vários) registros do sono. Reunidos, esses sinais mostram se a pessoa está dormindo ou acordada, em qual fase do sono está, como respira em cada fase e em cada posição e o que acontece com o oxigênio e com o coração quando a respiração falha.
Por isso ela é considerada o exame padrão-ouro da medicina do sono. Além do ronco e da apneia obstrutiva, a polissonografia ajuda no diagnóstico de:
- Apneia central do sono;
- Insônia e sono fragmentado;
- Síndrome das pernas inquietas e movimentos periódicos dos membros;
- Narcolepsia e sonolência excessiva durante o dia;
- Parassonias, como falar, gritar ou se movimentar dormindo;
- Distúrbio comportamental do sono REM;
- Bruxismo do sono, quando há sensores específicos.
Muita gente acha que o exame serve só para quem ronca, mas não é assim. Uma pessoa que se queixa de insônia, por exemplo, pode descobrir no exame que o sono está sendo fragmentado pelas pernas inquietas, e não por dificuldade de adormecer. O tratamento muda completamente.
O que a polissonografia avalia?
Na polissonografia completa, cada sensor tem uma função. O conjunto é o que permite o diagnóstico:
- Eletroencefalograma: eletrodos no couro cabeludo registram a atividade do cérebro e mostram se a pessoa está dormindo ou acordada e em qual fase do sono está;
- Eletro-oculograma: eletrodos nos cantos externos dos olhos captam os movimentos oculares rápidos, um dos sinais do sono REM, a fase dos sonhos;
- Eletromiograma do queixo: o eletrodo submentoniano registra o tônus da musculatura, que muda entre as fases do sono;
- Eletromiograma das pernas: eletrodos sobre o músculo tibial anterior registram movimentos das pernas, como na síndrome das pernas inquietas;
- Eletrocardiograma: eletrodos no tórax acompanham a frequência cardíaca e mostram arritmias durante a noite;
- Oxímetro de pulso: no dedo, mede a saturação de oxigênio do sangue;
- Sensor de fluxo nasal: uma cânula fina na entrada do nariz mede quanto ar entra e sai;
- Cintas torácica e abdominal: medem o esforço respiratório pela expansão do tórax e do abdome;
- Sensor de ronco: registra o ronco e, em alguns aparelhos, a sua intensidade em decibéis;
- Sensor de posição e vídeo: mostram em que posição a pessoa dormia em cada evento e registram falas, gritos e movimentos durante o sono.
Conforme a suspeita, outros eletrodos podem ser acrescentados, desde que pedidos antes do exame: no músculo masseter, quando se investiga bruxismo, e nos braços, quando há suspeita de distúrbio comportamental do sono REM.
A pressão arterial não é medida de rotina durante a noite. A parte cardiológica do exame é avaliada pelo eletrocardiograma e pela oximetria.
Quais são os tipos de polissonografia?
Na prática, a polissonografia é feita de duas formas: no laboratório do sono ou em casa. Dessa divisão saem os quatro tipos.
| Tipo | Onde é feita | O que registra | Mostra as fases do sono? |
|---|---|---|---|
| Tipo 1 | Laboratório do sono, com técnico a noite toda | No mínimo 7 parâmetros, em geral com ronco, posição e pernas | Sim |
| Tipo 2 | Em casa, com equipamento instalado por técnico | Os mesmos parâmetros do tipo 1 | Sim |
| Tipo 3 | Em casa | Fluxo de ar, esforço respiratório, frequência cardíaca e oxigenação | Não |
| Tipo 4 | Em casa | Um ou dois parâmetros: oxigenação e frequência cardíaca | Não |
Polissonografia tipo 1
É a polissonografia padrão, feita no laboratório do sono e supervisionada por um técnico especializado durante toda a noite. Mede no mínimo sete parâmetros: eletroencefalograma, eletro-oculograma, eletromiograma, eletrocardiograma, cinta para o esforço respiratório, fluxo de ar e saturação de oxigênio. Em geral, inclui também ronco, posição e movimentos das pernas. É o exame mais detalhado de todos.
Polissonografia tipo 2
Tem os mesmos sensores e parâmetros do tipo 1, mas é feita em casa. Um técnico vai à casa do paciente, instala o equipamento na hora de dormir e o retira na manhã seguinte. Seria o exame ideal, completo e no conforto de casa, mas é difícil manter tantos sensores ajustados a noite inteira sem ninguém para corrigir um fio que se solta quando a pessoa muda de posição. Por isso é pouco realizada.
Polissonografia tipo 3
Avalia apenas a parte cardiorrespiratória: fluxo de ar, esforço respiratório, frequência cardíaca e saturação de oxigênio. É bem mais simples que o tipo 1 e não mostra as fases do sono. É a versão domiciliar mais usada.
Polissonografia tipo 4
É a mais simples: registra um ou dois parâmetros, geralmente a saturação de oxigênio e a frequência cardíaca. Não avalia o fluxo de ar nem o esforço respiratório. Mostra as quedas de oxigenação e as variações do coração durante a noite, e pouco além disso.
Polissonografia em casa ou no laboratório: qual é melhor?
O exame domiciliar tem vantagens reais: é mais fácil de fazer, costuma custar menos e a pessoa dorme no próprio quarto, sem a interferência de um ambiente estranho.
O problema está no que ele não mede. Como os tipos 3 e 4 não registram o eletroencefalograma, não é possível saber se o paciente dormiu nem por quanto tempo. Os índices que dependem do tempo de sono, como o índice de apneia e hipopneia, ficam imprecisos, porque são calculados sobre o tempo de registro, e não sobre as horas efetivamente dormidas. O resultado é um exame de sensibilidade menor, que tende a mostrar um quadro mais leve do que o paciente realmente tem.
Por isso a polissonografia domiciliar não serve para todos. Quando ela vem normal ou inconclusiva e a suspeita clínica continua, a recomendação é repetir a investigação com a polissonografia em laboratório.
Quando a polissonografia domiciliar pode ser indicada?
- Suspeita de apneia moderada ou grave: se a expectativa é de um quadro importante, perder alguns eventos no laudo não muda a classificação nem a conduta;
- Acompanhamento depois do tratamento: em quem já tem o diagnóstico e foi tratado sem CPAP, com cirurgia, aparelho intraoral ou perda de peso, o exame em casa ajuda a verificar o resultado.
A recomendação é que o pedido de polissonografia domiciliar seja feito por um médico com experiência em doenças do sono, que tenha uma boa hipótese diagnóstica e saiba que o exame simplificado vai responder à pergunta do caso.
Quando a polissonografia domiciliar não é indicada?
- Menores de 18 anos: crianças e adolescentes não têm indicação de exame domiciliar, e não há parâmetros validados de normalidade para essa faixa etária;
- Outros distúrbios do sono além da apneia obstrutiva e do ronco: insônia, narcolepsia e parassonias exigem o exame completo;
- Suspeita de apneia central: o paciente não é bom candidato ao exame em casa;
- Doença pulmonar moderada ou grave, insuficiência cardíaca congestiva ou doença neuromuscular: essas condições podem atrapalhar o resultado e a condução do caso.
Nessas situações, o exame indicado é a polissonografia tipo 1, em laboratório.
Quando fazer polissonografia?
O exame costuma ser considerado quando há sinais de que o sono não está cumprindo o seu papel:
- Ronco frequente ou pausas na respiração percebidas por quem dorme ao lado;
- Acordar cansado, com sono não reparador, ou sonolência durante o dia;
- Dificuldade de concentração e de memória;
- Picos de pressão arterial, principalmente pela manhã, ou arritmias noturnas;
- Insônia ou despertares repetidos sem causa clara;
- Movimentos das pernas, falas, gritos ou chutes durante o sono;
- Reavaliação depois de um tratamento, como perda de peso, aparelho intraoral ou cirurgia.
Os picos de pressão merecem atenção especial. Na apneia, a respiração fica difícil ou para durante a noite, o que gera um estresse grande no organismo: a frequência cardíaca sobe e podem surgir arritmias e aumentos da pressão arterial. A relação está detalhada na orientação sobre apneia do sono, pressão alta e arritmia.
Antes da consulta, o teste de apneia do sono STOP-Bang estima o risco em poucos minutos. Ele não substitui a polissonografia, mas ajuda a decidir com que urgência investigar.
Como é feita a polissonografia tipo 1, passo a passo
O receio de passar a noite fora de casa, cheio de fios, é o que mais faz as pessoas adiarem o exame. Saber o que acontece em cada etapa ajuda:
- Chegada à noite: o exame costuma começar entre 21h e 22h. O paciente recebe um quarto individual, com banheiro próximo, e veste a roupa de dormir com que se sente mais confortável. Um short ou uma calça leve facilitam a colocação dos fios das pernas;
- Limpeza da pele: os pontos onde os sensores serão colados são limpos com álcool, para retirar a oleosidade natural da pele e melhorar a fixação. Nada disso dói;
- Colocação dos sensores: as técnicas fixam os eletrodos da cabeça com uma pasta condutora, que melhora o sinal e a aderência. Nas mulheres, o cabelo é afastado para colar os eletrodos no couro cabeludo. Depois vêm os eletrodos do rosto, do queixo, do tórax e das pernas e as duas cintas. A preparação leva cerca de 20 minutos;
- Cintas bem ajustadas: as cintas do tórax e do abdome precisam ficar justas para captar o movimento do diafragma. Uma cinta frouxa pode registrar uma falsa apneia;
- Fios para trás: os fios são reunidos em uma trança para trás. Os movimentos não são restringidos: é possível virar de lado e dormir como em casa;
- Oxímetro e cânula por último: o oxímetro no dedo e a cânula de fluxo no nariz são colocados só na hora de deitar, porque são os que mais incomodam. A cânula fica na entrada do nariz, presa com fita na altura das orelhas, e apenas capta o ar: não envia nada ao paciente;
- Calibração biológica: antes de apagar a luz, a equipe pede alguns movimentos e confere no computador o sinal de cada sensor;
- A noite de exame: a partir do momento em que o cabo principal é conectado, tudo é gravado, inclusive por câmera. As técnicas se revezam e há sempre alguém acompanhando o traçado. Se um fio se solta, a equipe entra e reposiciona;
- Término de manhã: o registro termina por volta de 5h ou 6h, e os sensores são retirados. A pasta dos eletrodos sai com água morna.
Dá para ir ao banheiro durante o exame?
Sim. Na cabeceira há um botão de chamada. A técnica entra, desconecta o cabo principal e o pendura no pescoço do paciente, que vai ao banheiro normalmente. Se o paciente se sentar na cama, a equipe vê pela câmera e entra mesmo sem ser chamada. Vale ir ao banheiro antes de deitar, mesmo sem vontade.
E se não conseguir dormir durante o exame?
É a dúvida mais comum. O equipamento fica ligado por oito a nove horas, mas seis horas de sono já tornam o exame de muito boa qualidade, com dados robustos para o diagnóstico. Mesmo quando a pessoa dorme menos, por ser um exame muito detalhado, a polissonografia tipo 1 costuma trazer informação suficiente para conduzir e tratar o caso.
Na prática, apesar do ambiente diferente e dos sensores, a maioria dos pacientes dorme pelo menos as seis horas necessárias. No começo incomoda um pouco, depois o sono vence. E muitos acordam dizendo que não dormiram, mas o traçado mostra várias horas de sono: quem tem o sono fragmentado pela apneia ou pelas pernas inquietas costuma não ter a percepção de ter dormido.
Preparo para a polissonografia
A orientação mais importante é sobre remédios para dormir. O ideal é que o sono do exame seja natural, como o do dia a dia, porque essas medicações podem alterar o ronco, as apneias e outros parâmetros avaliados.
- Não tome remédio para dormir por conta própria no dia do exame;
- Se você já usa medicação para dormir, pergunte ao médico que pediu o exame: em alguns casos ela é mantida, em outros é suspensa;
- Remédios de uso habitual continuam, salvo orientação contrária do médico que pediu o exame. O laboratório não oferece medicação para induzir o sono;
- Leve uma roupa de dormir confortável e vá ao banheiro antes de deitar;
- Informe se você fala, grita ou se movimenta dormindo, ou se range os dentes: alguns sensores extras precisam ser pedidos antes;
- Siga as demais orientações recebidas no agendamento do exame.
Vídeo: tipos de polissonografia e quem pode fazer o exame em casa
No vídeo abaixo, a Dra. Larissa Vilela, médica otorrinolaringologista, explica os quatro tipos de polissonografia, as vantagens e os limites do exame domiciliar, quem pode e quem não deve fazê-lo em casa e as orientações sobre remédios para dormir e sobre o tempo mínimo de sono.
Vídeo: polissonografia na prática, do início ao fim
O segundo vídeo acompanha uma polissonografia tipo 1 real, de um paciente investigado por picos de pressão arterial pela manhã: a chegada ao laboratório do sono, a colocação de cada sensor, a calibração, o botão de chamada e o início do registro. É a melhor forma de chegar ao exame sabendo exatamente o que vai acontecer.
Polissonografia e sonoendoscopia: qual a diferença?
São exames complementares. A polissonografia mostra se existe apneia e qual é a sua gravidade, ao longo de uma noite de sono natural. A sonoendoscopia (DISE) mostra onde a via aérea se fecha, com uma endoscopia feita sob sedação. Uma não substitui a outra.
Depois do exame: resultado e tratamento
O laudo traz o índice de apneia e hipopneia, a oxigenação, a arquitetura do sono, os movimentos das pernas e os eventos observados em vídeo. O que cada faixa do índice significa está na orientação sobre apneia do sono, sintomas e graus.
Com o diagnóstico, o otorrino examina o nariz e a garganta, muitas vezes com a nasofibrolaringoscopia, e monta o plano. As opções vão da terapia posicional ao CPAP, ao aparelho intraoral e à cirurgia, e estão reunidas na orientação sobre tratamento para ronco e apneia.
Avaliação da polissonografia na OtoCare, em Brasília
Na consulta com otorrino em Brasília, a Dra. Larissa Vilela avalia os sintomas, examina o nariz e a garganta, define se a polissonografia está indicada e qual tipo responde melhor à pergunta do caso. Depois do exame, interpreta o laudo e conduz o tratamento, inclusive o acompanhamento com nova polissonografia quando necessário.
Clínica OtoCare
CLNW 08/09, Bloco C, Loja 02
Setor Noroeste – Brasília/DF
Telefone: (61) 99957-8479
A consulta pode ser particular ou por convênio. Veja a página de convênios, atendimento particular e reembolso e confirme a cobertura com a equipe.
Perguntas frequentes sobre polissonografia
Polissonografia dói?
Não. Os sensores são colados na pele e o exame é indolor e não invasivo. A cânula do nariz apenas capta o ar da respiração e não envia nada. Os fios incomodam um pouco no começo, mas não impedem o sono.
Quanto tempo dura a polissonografia?
O exame em laboratório costuma começar entre 21h e 22h e terminar por volta de 5h ou 6h. A colocação dos sensores leva cerca de 20 minutos. O ideal é conseguir pelo menos seis horas de sono durante o registro.
E se o sono for curto durante o exame?
Seis horas de sono tornam o exame de muito boa qualidade, mas mesmo com menos horas a polissonografia tipo 1 costuma trazer dados suficientes para o diagnóstico. Muitos pacientes acham que não dormiram, e o traçado mostra várias horas de sono.
Posso tomar remédio para dormir no dia do exame?
Não por conta própria. O ideal é o sono natural, porque essas medicações alteram o ronco e as apneias. Quem já usa remédio para dormir deve perguntar ao médico que pediu o exame se deve mantê-lo ou suspendê-lo.
Posso ir ao banheiro durante a noite?
Sim. Basta apertar o botão de chamada na cabeceira. A técnica desconecta o cabo principal, que fica pendurado no pescoço, e o paciente vai ao banheiro normalmente.
A polissonografia em casa é tão boa quanto a do laboratório?
Não. Os exames domiciliares mais usados, tipos 3 e 4, não mostram se a pessoa dormiu nem por quanto tempo, e tendem a mostrar um quadro mais leve do que o real. Servem para adultos selecionados, com suspeita de apneia moderada ou grave, ou para acompanhar um tratamento.
Criança pode fazer polissonografia em casa?
Não. O exame domiciliar é indicado apenas para maiores de 18 anos, porque não há parâmetros de normalidade validados para crianças e adolescentes. Nessa faixa etária, a investigação é feita com a polissonografia em laboratório.
A polissonografia mede a pressão arterial?
Não de rotina. A parte cardiológica do exame é o eletrocardiograma, que mostra a frequência cardíaca e as arritmias, e a oximetria, que mede a saturação de oxigênio.
A polissonografia serve só para apneia?
Não. Ela também ajuda no diagnóstico de insônia, síndrome das pernas inquietas, narcolepsia, parassonias, distúrbio comportamental do sono REM e bruxismo do sono.
A OtoCare realiza a polissonografia?
Não. Na OtoCare, a Dra. Larissa avalia se o exame está indicado e qual tipo é o mais adequado, interpreta o resultado e conduz o tratamento do ronco e da apneia.
Referências
- VILELA, Larissa. Exame de polissonografia: tipos, como é feito, para quem é indicado e mais! YouTube, 27 nov. 2024. Disponível em: https://youtu.be/ItWB-HAqbTU.
- VILELA, Larissa. Exame de polissonografia na prática! YouTube, 21 fev. 2026. Disponível em: https://youtu.be/2rtH_1ldVlM.
- KAPUR, V. K. et al. Clinical practice guideline for diagnostic testing for adult obstructive sleep apnea: an American Academy of Sleep Medicine clinical practice guideline. Journal of Clinical Sleep Medicine, v. 13, n. 3, p. 479-504, 2017. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5337595/.
- COLLOP, N. A. et al. Clinical guidelines for the use of unattended portable monitors in the diagnosis of obstructive sleep apnea in adult patients. Journal of Clinical Sleep Medicine, v. 3, n. 7, p. 737-747, 2007. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2556918/.
Agende a avaliação do seu sono na OtoCare
Se você ronca, acorda cansado, tem sonolência durante o dia, picos de pressão pela manhã ou recebeu um pedido de polissonografia e quer entender qual exame fazer, agende uma consulta. A avaliação define a indicação, o tipo de exame e, depois, o tratamento.
Ou ligue para: (61) 99957-8479
Conheça também todos os exames otorrinolaringológicos e audiológicos da OtoCare e os vídeos da Dra. Larissa sobre saúde.