Cirurgia das amígdalas para crianças e adultos
A amigdalectomia, também chamada de cirurgia para retirada das amígdalas, é um procedimento realizado principalmente quando existem infecções de garganta recorrentes ou quando as amígdalas estão aumentadas e prejudicam a respiração.
Na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste de Brasília, realizamos avaliação otorrinolaringológica de crianças e adultos com amigdalites de repetição, amígdalas aumentadas, ronco, dificuldade respiratória durante o sono e outros problemas que podem levar à indicação da cirurgia.
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Setor Noroeste · Brasília/DF · Crianças e adultos · Avaliação com otorrinolaringologista · Cirurgia com atendimento particular

O que são as amígdalas?
As amígdalas palatinas são estruturas localizadas nas laterais da garganta e fazem parte do sistema de defesa do organismo.
Elas participam do contato do sistema imunológico com vírus, bactérias e outros agentes que entram pelas vias respiratórias e pela boca.
Entretanto, algumas pessoas apresentam infecções recorrentes das amígdalas ou um aumento importante dessas estruturas, situação chamada de hipertrofia das amígdalas.
Nesses casos, as próprias amígdalas podem passar a causar problemas importantes e a possibilidade de tratamento cirúrgico pode ser avaliada.
O que é amigdalectomia?
A amigdalectomia é a cirurgia realizada para retirar as amígdalas palatinas.
Também pode ser chamada de cirurgia das amígdalas, retirada das amígdalas ou amigdalectomia palatina.
É uma cirurgia muito conhecida dentro da Otorrinolaringologia e pode ser realizada tanto em crianças quanto em adultos, desde que exista indicação adequada para o procedimento.
Quando a cirurgia das amígdalas pode ser indicada?
Existem duas situações particularmente importantes na avaliação para amigdalectomia:
- Infecções de garganta ou amigdalites de repetição;
- Amígdalas aumentadas causando obstrução da via respiratória.
Existem ainda outras situações em que a cirurgia pode ser considerada. A indicação deve ser individualizada pelo otorrinolaringologista de acordo com os sintomas, o histórico do paciente e os achados do exame.
Amigdalites de repetição podem indicar cirurgia?
Podem. Pessoas que apresentam episódios frequentes de infecção das amígdalas podem ser avaliadas para amigdalectomia.
Especialmente em crianças, uma referência utilizada para avaliar infecções recorrentes considera a frequência dos episódios ao longo dos anos.
A cirurgia pode ser considerada quando existem, por exemplo:
- 7 ou mais episódios de infecção de garganta em um ano;
- 5 ou mais episódios por ano durante dois anos consecutivos;
- 3 ou mais episódios por ano durante três anos consecutivos.
Esses números não significam que a cirurgia seja automática. É importante avaliar as características dos episódios, sua documentação, intensidade, necessidade de tratamento, impacto na vida do paciente e outros fatores clínicos.
Amígdalas grandes podem precisar ser retiradas?
Sim. Outra indicação importante da amigdalectomia é a hipertrofia das amígdalas.
Quando as amígdalas são muito grandes, elas podem diminuir o espaço disponível para a passagem do ar na garganta.
Isso pode provocar ou contribuir para sintomas como:
- Ronco durante o sono;
- Respiração pela boca;
- Dificuldade para respirar durante o sono;
- Sono agitado;
- Pausas respiratórias durante o sono;
- Apneia obstrutiva do sono;
- Dificuldade para engolir em alguns pacientes.
Esse tipo de obstrução é especialmente importante nas crianças, mas também pode ocorrer em adultos.
Amígdalas grandes podem causar ronco?
Sim.
Amígdalas muito aumentadas ocupam espaço na região da garganta e podem dificultar a passagem do ar, principalmente quando o paciente está deitado e dormindo.
Por isso, a hipertrofia das amígdalas pode estar relacionada a ronco e distúrbios respiratórios do sono.
Entretanto, existem diversas outras causas de ronco. A avaliação otorrinolaringológica ajuda a identificar quais estruturas estão contribuindo para a obstrução.
Amígdalas aumentadas podem causar apneia do sono?
Podem contribuir para a apneia obstrutiva do sono, principalmente quando existe hipertrofia importante.
Durante o sono, a redução do espaço da via respiratória provocada pelas amígdalas pode dificultar a passagem do ar e favorecer roncos e pausas respiratórias.
Em crianças, sinais como ronco frequente, sono agitado, respiração pela boca e pausas percebidas durante o sono merecem investigação.
Toda pessoa com amígdala grande precisa operar?
Não.
O tamanho das amígdalas, isoladamente, não determina a necessidade da cirurgia.
O mais importante é avaliar se elas estão provocando repercussões clínicas, como obstrução respiratória significativa, distúrbios do sono, dificuldade para engolir ou outros problemas.
A indicação da amigdalectomia depende da avaliação individualizada de cada paciente.
Como é feita a amigdalectomia?
A cirurgia das amígdalas é realizada em ambiente hospitalar, com anestesia geral.
O procedimento é feito inteiramente pela boca. Não é necessário realizar cortes na pele do rosto ou do pescoço.
Durante a cirurgia, o cirurgião utiliza instrumentos específicos para manter a boca aberta e acessar diretamente as amígdalas.
As amígdalas são cuidadosamente separadas dos tecidos onde estão localizadas e removidas.
A retirada pode ser realizada utilizando instrumentos cirúrgicos convencionais ou outras tecnologias, dependendo da técnica escolhida para cada paciente.
A cirurgia das amígdalas precisa de anestesia geral?
Sim. A amigdalectomia é realizada com anestesia geral.
O paciente permanece totalmente dormindo durante o procedimento.
Como a cirurgia é realizada na garganta e pode ocorrer sangramento durante a retirada das amígdalas, a proteção adequada da via respiratória é especialmente importante.
Por esse motivo, a cirurgia é realizada com intubação e controle da via aérea pela equipe de anestesia.
Como é a anestesia em crianças pequenas?
A técnica anestésica é definida pelo anestesiologista conforme a idade e as condições de cada paciente.
Em crianças pequenas, a Dra. Larissa explica que a anestesia pode inicialmente ser feita de forma inalatória, utilizando uma máscara.
Depois que a criança dorme, pode ser realizado o acesso venoso necessário para a continuidade da anestesia e do procedimento.
Quanto tempo dura a cirurgia das amígdalas?
A amigdalectomia costuma ser uma cirurgia relativamente rápida.
A Dra. Larissa explica que o procedimento geralmente leva aproximadamente 30 a 40 minutos.
Em situações mais complexas, o tempo pode ser maior e chegar a aproximadamente uma hora.
A duração total da permanência no centro cirúrgico é diferente do tempo da cirurgia, pois também inclui os procedimentos relacionados à anestesia e à recuperação.
Como é controlado o sangramento durante a cirurgia?
Depois da retirada das amígdalas, o cirurgião realiza a chamada hemostasia, que consiste no controle cuidadoso dos pontos que estejam sangrando.
Esses locais podem ser cauterizados durante a cirurgia.
Em alguns pacientes, também pode ser necessário realizar pequenos pontos na região operada para ajudar no controle do sangramento.
Nem todo paciente precisa receber pontos. A necessidade depende das características observadas durante o procedimento.
Amigdalectomia deixa cicatriz?
Não existe cicatriz externa decorrente do acesso da amigdalectomia.
Toda a cirurgia é realizada pela boca.
Não há necessidade de fazer cortes na pele do pescoço ou do rosto para retirar as amígdalas.
Amigdalectomia e adenoidectomia são a mesma cirurgia?
Não.
A amigdalectomia é a cirurgia para retirada das amígdalas palatinas, localizadas na garganta.
A adenoidectomia é a cirurgia para retirada da adenoide, tecido localizado atrás do nariz, na região chamada nasofaringe.
Dependendo do diagnóstico, uma pessoa pode ter indicação somente de amigdalectomia, somente de adenoidectomia ou de realizar os dois procedimentos na mesma cirurgia.
Quando a retirada das amígdalas e da adenoide é realizada conjuntamente, o procedimento é frequentemente chamado de adenoamigdalectomia.
Como é o pós-operatório da amigdalectomia?
O pós-operatório da cirurgia das amígdalas exige alguns cuidados especiais, principalmente relacionados à dor, alimentação, repouso e risco de sangramento.
Durante o período inicial de recuperação, normalmente é necessário:
- Manter repouso;
- Evitar esforço físico;
- Manter boa hidratação;
- Seguir a alimentação recomendada pela equipe médica;
- Evitar alimentos e bebidas muito quentes;
- Evitar banhos excessivamente quentes;
- Evitar exposição intensa ao sol e ao calor;
- Utilizar corretamente os medicamentos prescritos;
- Observar qualquer sinal de sangramento;
- Seguir as orientações específicas fornecidas pelo cirurgião.
O que comer depois da cirurgia das amígdalas?
A alimentação é um dos pontos mais importantes durante a recuperação da amigdalectomia.
Nos primeiros dias, geralmente são priorizados alimentos frios, macios, líquidos ou pastosos, de acordo com a tolerância do paciente e com a orientação do cirurgião.
Podem ser utilizados alimentos como, por exemplo:
- Água e líquidos frios;
- Sucos não irritativos;
- Iogurtes;
- Gelatinas;
- Sorvetes;
- Purês;
- Outros alimentos macios e de fácil deglutição.
Alimentos muito quentes, duros ou capazes de traumatizar a região operada devem ser evitados durante o período determinado pelo médico.
A Dra. Larissa orienta especial cuidado com a alimentação nos primeiros dez dias do pós-operatório.
Por que é preciso evitar calor depois da amigdalectomia?
Durante a cicatrização, situações que aumentam excessivamente a temperatura corporal ou favorecem a dilatação dos vasos sanguíneos podem aumentar o risco de sangramento.
Por isso, no período indicado pelo cirurgião, recomenda-se evitar:
- Alimentos muito quentes;
- Bebidas muito quentes;
- Banhos excessivamente quentes;
- Exposição prolongada ao sol;
- Ambientes de calor intenso.
Cirurgia das amígdalas dói?
Durante a cirurgia o paciente não sente dor porque está sob anestesia geral.
No pós-operatório, entretanto, é esperado algum grau de dor e desconforto na garganta.
A intensidade varia de acordo com o paciente, a idade, a técnica empregada e a evolução da cicatrização.
O controle da dor é realizado com os medicamentos prescritos pela equipe responsável pela cirurgia.
Amigdalectomia dói mais em adulto?
De maneira geral, o pós-operatório da amigdalectomia tende a ser mais doloroso em adultos do que em crianças.
A Dra. Larissa explica que, no adulto, a dor pode ser moderada a forte principalmente durante os primeiros dias e frequentemente exige uma estratégia adequada de controle com analgésicos prescritos pelo médico.
Nas crianças, embora também exista desconforto, a recuperação costuma ser melhor tolerada em muitos casos.
Quanto tempo dura a dor depois da amigdalectomia?
A intensidade e a duração da dor variam de pessoa para pessoa.
Os primeiros dias costumam ser os mais desconfortáveis, e a Dra. Larissa utiliza como referência aproximadamente dez dias para o período mais delicado da recuperação.
A melhora geralmente ocorre progressivamente conforme a cicatrização avança.
É normal sentir dor no ouvido depois da cirurgia das amígdalas?
Alguns pacientes podem perceber dor que parece irradiar da garganta para os ouvidos durante a recuperação.
Isso pode acontecer porque regiões da garganta e do ouvido compartilham vias nervosas relacionadas à percepção da dor.
Entretanto, sintomas intensos, persistentes ou diferentes do esperado devem ser comunicados ao médico responsável.
É normal aparecer uma placa branca na garganta?
Durante a cicatrização, pode surgir uma camada esbranquiçada na região onde estavam as amígdalas.
Essa camada pode corresponder à fibrina formada durante o processo normal de cicatrização e não significa automaticamente que exista pus ou uma nova infecção.
A aparência da garganta muda durante a recuperação. Em caso de febre, piora importante, sangramento ou qualquer sintoma que gere preocupação, a equipe responsável deve ser procurada.
Existe risco de sangramento depois da amigdalectomia?
Sim. O sangramento é uma das complicações mais importantes que precisam ser observadas depois da cirurgia das amígdalas.
A região operada possui muitos vasos sanguíneos e, diferentemente de uma ferida externa protegida, continua tendo contato com saliva, líquidos e alimentos durante a cicatrização.
A Dra. Larissa explica que o risco de sangramento pode existir durante o período de cicatrização, com atenção especial principalmente nos primeiros dez dias, embora o cuidado continue sendo importante nas semanas seguintes.
O que fazer se houver sangramento depois da cirurgia?
Um sangramento ativo após amigdalectomia deve ser avaliado com atenção.
Se houver eliminação de sangue vivo pela boca, sangramento persistente ou quantidade significativa de sangue, o paciente deve seguir imediatamente as orientações fornecidas pela equipe responsável e procurar atendimento médico.
As instruções específicas para situações de urgência devem ser fornecidas pelo cirurgião antes da alta hospitalar.
Quanto tempo precisa ficar de repouso?
O período de repouso depende da idade do paciente, da evolução da cicatrização e das características da cirurgia.
Os primeiros dez dias são especialmente importantes para controle da dor, alimentação e prevenção de sangramento.
A liberação para retorno ao trabalho, escola, academia, corrida, esportes e outras atividades deve ser individualizada pelo cirurgião.
Quando pode voltar a fazer exercício?
Exercícios e esforços físicos devem ser evitados durante o período inicial de cicatrização porque podem aumentar o risco de sangramento.
O momento correto para voltar à academia, corrida, futebol, natação ou outras atividades depende da recuperação individual.
Por isso, o paciente deve aguardar a liberação do cirurgião durante o acompanhamento pós-operatório.
A amigdalectomia pode melhorar o ronco e a respiração?
Quando o ronco e a dificuldade respiratória são provocados ou agravados por amígdalas muito aumentadas, a retirada dessas estruturas pode aumentar o espaço disponível na garganta e melhorar a passagem do ar.
Entretanto, nem todo ronco é causado pelas amígdalas. Alterações do nariz, adenoide, língua, palato e outras estruturas também podem participar da obstrução.
Por isso, o resultado esperado deve ser avaliado individualmente antes da cirurgia.
A cirurgia diminui as infecções de garganta?
Quando a amigdalectomia é realizada por amigdalites recorrentes e existe indicação adequada, espera-se uma redução importante dos episódios relacionados às amígdalas.
Isso não significa que a pessoa nunca mais possa apresentar dor ou inflamação na garganta, porque outras regiões da faringe continuam sujeitas a infecções virais e bacterianas.
O objetivo é reduzir o problema que estava sendo provocado pelas próprias amígdalas.
Retirar as amígdalas prejudica a imunidade?
As amígdalas participam do sistema imunológico, especialmente durante a infância.
Entretanto, elas não são as únicas estruturas responsáveis pelas defesas do organismo.
Quando existe uma indicação adequada de amigdalectomia, a retirada das amígdalas é realizada porque os problemas provocados por elas passaram a ter maior relevância clínica.
A decisão deve considerar individualmente os benefícios e os riscos da cirurgia.
Amigdalectomia pode ser feita em adultos?
Sim. Apesar de a cirurgia das amígdalas ser muito associada à infância, adultos também podem apresentar indicação para amigdalectomia.
Entre os motivos que podem levar um adulto à avaliação cirúrgica estão amigdalites de repetição, hipertrofia das amígdalas, obstrução respiratória e outros problemas relacionados às tonsilas.
O pós-operatório dos adultos merece atenção especial porque a dor costuma ser mais intensa do que na maioria das crianças.
Amigdalectomia infantil: quando uma criança deve ser avaliada?
A amigdalectomia é uma cirurgia frequente na Otorrinolaringologia Pediátrica.
Uma avaliação pode ser particularmente importante quando a criança apresenta:
- Amigdalites frequentes;
- Amígdalas muito aumentadas;
- Ronco frequente;
- Respiração pela boca;
- Sono agitado;
- Pausas respiratórias durante o sono;
- Dificuldade respiratória noturna;
- Dificuldade para engolir relacionada ao tamanho das amígdalas.
Esses sintomas não significam automaticamente que a criança precise operar. O otorrinolaringologista deve avaliar o conjunto de sinais, sintomas e achados do exame.
Vídeo: Dra. Larissa explica a cirurgia das amígdalas
Neste vídeo, a Dra. Larissa Vilela, médica otorrinolaringologista, explica quando a amigdalectomia pode ser indicada, como é realizada a cirurgia, o tipo de anestesia utilizado, a alimentação, a dor e os principais cuidados durante o pós-operatório.
Onde fazer avaliação para amigdalectomia em Brasília?
Se você ou seu filho apresenta amigdalites de repetição, amígdalas aumentadas, ronco, dificuldade para respirar durante o sono ou outros sintomas relacionados às amígdalas, uma avaliação com otorrinolaringologista pode ajudar a identificar a causa e verificar se existe indicação cirúrgica.
A Clínica OtoCare está localizada no Setor Noroeste, em Brasília/DF, e realiza atendimento otorrinolaringológico de crianças e adultos.
Clínica OtoCare
CLNW 08/09, Bloco C, Loja 02
Setor Noroeste – Brasília/DF
A cirurgia realizada pela Dra. Larissa é particular.
Telefone: (61) 99957-8479
Perguntas frequentes sobre amigdalectomia
Qual é o nome da cirurgia para retirar as amígdalas?
A cirurgia é chamada de amigdalectomia. Também pode ser chamada de cirurgia das amígdalas ou cirurgia para retirada das amígdalas.
Quantas amigdalites são necessárias para considerar a cirurgia?
Em crianças, uma referência utilizada para infecções recorrentes considera pelo menos 7 episódios em um ano, 5 episódios por ano durante dois anos ou 3 episódios por ano durante três anos. Entretanto, esses números não determinam sozinhos a cirurgia. Os episódios precisam ser avaliados e a indicação deve considerar todo o quadro clínico.
Amígdalas grandes precisam ser retiradas?
Não necessariamente. A cirurgia pode ser considerada quando a hipertrofia das amígdalas provoca repercussões importantes, como obstrução respiratória, ronco, alterações do sono, apneia ou dificuldade para engolir.
Criança que ronca precisa retirar as amígdalas?
Não necessariamente. O ronco pode ter diversas causas. O otorrinolaringologista deve avaliar se as amígdalas, a adenoide, o nariz ou outras estruturas estão contribuindo para a obstrução.
A amigdalectomia é feita com anestesia geral?
Sim. A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar com anestesia geral e proteção da via respiratória.
A cirurgia das amígdalas é feita pela boca?
Sim. A amigdalectomia é realizada inteiramente pela boca, sem necessidade de incisões externas na pele.
A amigdalectomia deixa cicatriz no pescoço?
Não. Como todo o acesso é realizado pela boca, não existe cicatriz externa no rosto ou no pescoço decorrente da cirurgia.
Quanto tempo dura uma amigdalectomia?
A Dra. Larissa explica que a cirurgia geralmente leva aproximadamente 30 a 40 minutos, embora procedimentos mais complexos possam demorar mais.
É necessário dar pontos na garganta?
Nem sempre. Depois da retirada das amígdalas, os pontos de sangramento são controlados. Em algumas situações apenas a cauterização é suficiente; em outras, o cirurgião pode realizar alguns pontos para auxiliar na hemostasia.
A cirurgia das amígdalas dói muito?
Durante a cirurgia não há dor devido à anestesia geral. No pós-operatório pode existir dor importante na garganta, especialmente em adultos. O tratamento para controle da dor deve seguir a prescrição da equipe responsável.
Amigdalectomia em adulto dói mais?
De modo geral, adultos costumam apresentar um pós-operatório mais doloroso do que crianças. A intensidade varia e deve ser controlada com as medidas e medicamentos prescritos pelo cirurgião.
O que pode comer depois de retirar as amígdalas?
Nos primeiros dias costumam ser priorizados líquidos e alimentos frios, macios ou pastosos. Alimentos quentes, duros ou capazes de traumatizar a garganta devem ser evitados pelo período determinado pela equipe médica.
Pode tomar sorvete depois da cirurgia das amígdalas?
Alimentos frios e de consistência macia costumam ser bem tolerados durante os primeiros dias, e o sorvete pode fazer parte da alimentação quando adequado às orientações dadas ao paciente.
É normal ficar branco onde estavam as amígdalas?
Pode aparecer uma camada esbranquiçada durante a cicatrização. Essa fibrina pode fazer parte do processo normal de recuperação e não significa automaticamente a presença de pus ou infecção.
É normal ter dor de ouvido depois da amigdalectomia?
A dor da garganta pode ser percebida também na região dos ouvidos em alguns pacientes. Sintomas intensos, persistentes ou diferentes do esperado devem ser avaliados pela equipe responsável.
Qual é o principal risco depois da cirurgia das amígdalas?
O sangramento é uma das complicações mais importantes do pós-operatório. Por isso, alimentação, repouso, restrição de esforços e acompanhamento das orientações médicas são fundamentais durante a cicatrização.
Quando pode voltar à academia depois da amigdalectomia?
A atividade física deve ser interrompida durante o período inicial de cicatrização. A liberação para academia, corrida, esportes e exercícios deve ser feita individualmente pelo cirurgião.
Retirar as amígdalas acaba com todas as dores de garganta?
Não. A amigdalectomia pode reduzir significativamente os episódios relacionados às amígdalas quando existe indicação adequada, mas outras regiões da garganta continuam sujeitas a infecções e inflamações.
Pode retirar a adenoide junto com as amígdalas?
Sim, quando existe indicação para os dois procedimentos. A cirurgia combinada é chamada de adenoamigdalectomia. Em outros pacientes, pode haver indicação apenas para retirada das amígdalas ou apenas da adenoide.
Adultos podem fazer amigdalectomia?
Sim. A cirurgia pode ser realizada em crianças e adultos. A indicação depende do problema apresentado e da avaliação otorrinolaringológica.
A cirurgia das amígdalas é feita por convênio?
Na Clínica OtoCare, a cirurgia realizada pela Dra. Larissa é particular. Entre em contato com a clínica para receber informações sobre avaliação, planejamento e realização do procedimento.
Como agendar uma avaliação para amigdalectomia em Brasília?
Entre em contato com a Clínica OtoCare pelo WhatsApp ou telefone para agendar uma consulta com otorrinolaringologista e avaliar os sintomas, histórico de amigdalites, tamanho das amígdalas, alterações respiratórias e a necessidade ou não da cirurgia.
Agende uma avaliação para cirurgia das amígdalas
Se você ou seu filho apresenta amigdalites frequentes, amígdalas aumentadas, ronco, dificuldade respiratória durante o sono ou suspeita de apneia, agende uma avaliação na Clínica OtoCare.
A indicação da amigdalectomia depende dos sintomas, do histórico de infecções, da avaliação das amígdalas e das características individuais de cada paciente.
A cirurgia realizada pela Dra. Larissa é particular.
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