Por Dra. Larissa Vilela, médica otorrino
Rouquidão por mais de duas semanas pode ser sinal de câncer de laringe
Rouquidão por mais de duas semanas pode ser sinal de alerta para uma condição muito séria da laringe, o câncer de laringe. Na maioria das vezes a causa da voz rouca é outra, mais simples, mas a única forma de saber é examinar as pregas vocais. E quando o câncer de laringe é tratado cedo, as chances de cura são altas.
A voz é o principal meio de comunicação e acompanha a pessoa a vida inteira, desde o primeiro choro, ao nascer, até a velhice. A Campanha Nacional da Voz de 2025, da Academia Brasileira de Laringologia e Voz, partiu dessa ideia e teve como tema o cuidado com a voz, o som que acompanha cada pessoa ao longo da vida. O recado principal da campanha foi que a rouquidão que dura mais de duas semanas precisa de avaliação com o otorrinolaringologista, o especialista em laringe.
A seguir estão o que é o câncer de laringe, os sintomas, os fatores de risco, como é feito o diagnóstico, as chances de cura em cada estágio, o tratamento e a voz depois dele.

O que é o câncer de laringe
A laringe fica no meio do pescoço, na frente, e é onde estão as pregas vocais, também chamadas de cordas vocais. Ela produz a voz e protege o caminho do ar quando a pessoa engole. O câncer de laringe é um tumor maligno que nasce nas células que revestem essa região por dentro. O tipo mais comum é o carcinoma de células escamosas.
A laringe tem três partes, e o câncer pode começar em qualquer uma delas. Segundo o INCA, cerca de dois terços dos tumores surgem na glote, onde ficam as pregas vocais, e um terço na supraglote, a parte acima delas. A subglote, logo abaixo das pregas vocais, é o local menos comum.
O câncer de laringe é relativamente frequente no Brasil, e a maioria dos casos é em homens. Pela estimativa mais recente do INCA, são esperados 8.510 casos novos por ano entre 2026 e 2028, sendo 7.310 em homens e 1.200 em mulheres. Ele é o terceiro tumor mais frequente da cabeça e do pescoço, sem contar os de pele, e aparece principalmente em homens na faixa dos 60 anos. Muita gente chama esse tumor de câncer na garganta, nome que também vale para o câncer da faringe, tratado com os outros tumores da região na orientação sobre câncer de cabeça e pescoço.
Sintomas do câncer de laringe: a rouquidão vem primeiro
O câncer de laringe tem a rouquidão como um dos principais sintomas e um dos primeiros a aparecer. Antes de qualquer outro sinal, a pessoa com um câncer de laringe inicial, na maioria das vezes, apresenta rouquidão, e muitas vezes ela é o único sintoma. Por isso uma rouquidão que persiste e não melhora precisa ter a laringe examinada.
Segundo o INCA, os sintomas dependem do local do tumor. Nas pregas vocais, a rouquidão é o sinal típico, e por isso esse tipo costuma ser descoberto mais cedo. Na parte de cima da laringe, a dor de garganta, principalmente ao engolir, é mais comum, junto com alteração da voz, leve dificuldade para engolir e sensação de caroço na garganta. Abaixo das pregas vocais, os sintomas costumam aparecer mais tarde.
O INCA lista os sinais que devem ser investigados:
- dor de garganta;
- rouquidão;
- alteração na qualidade da voz;
- dificuldade para engolir;
- sensação de caroço na garganta;
- nódulo, ou caroço, no pescoço.
Nas lesões avançadas, além da rouquidão, podem aparecer mais dor de garganta, mais dificuldade para engolir e falta de ar. Na maioria das vezes, esses sintomas não são câncer. Mesmo assim, precisam ser investigados quando não melhoram. A dificuldade para engolir tem outras causas, explicadas na orientação sobre disfagia, e o pigarro que não passa, na orientação sobre pigarro constante.
A rouquidão acompanhada de falta de ar ou de dificuldade importante para engolir precisa de avaliação médica sem demora.
Qual rouquidão merece atenção
A rouquidão tem muitas causas, e a maioria é passageira, como a gripe, o resfriado, a alergia, o esforço com a voz e o ar-condicionado. Nesses casos, a voz melhora sozinha em menos de duas semanas. As causas mais comuns e o que fazer enquanto a voz se recupera estão na orientação sobre rouquidão.
Por isso o prazo do alerta é de duas semanas. Se a voz está rouca há mais tempo, uma investigação mais detalhada passa a valer a pena, porque pode estar acontecendo alguma coisa nas pregas vocais. Entre as causas de rouquidão persistente estão os nódulos vocais, os pólipos, os cistos, a laringite crônica por refluxo e o câncer de laringe.
Muitas pessoas perguntam se só a perda total da voz preocupa. Qualquer tipo de rouquidão conta. Uma voz apenas um pouco rouca, que não está melhorando há mais de duas semanas, já precisa de avaliação, e quando a pessoa perde a voz completamente, essa avaliação fica ainda mais importante.
A diretriz americana de rouquidão, de 2018, fala em examinar a laringe quando a voz não melhora em até quatro semanas, ou antes disso quando há suspeita de causa séria, como no fumante. O momento do exame pode ser avaliado caso a caso, na consulta.
Fatores de risco do câncer de laringe
Alguns fatores de risco estão muito ligados ao câncer de laringe:
- cigarro, o principal deles;
- bebida alcoólica em excesso;
- lesões causadas pelo HPV na laringe, como a papilomatose laríngea;
- inalantes do trabalho, como o amianto, também chamado de asbesto;
- idade acima de 60 anos;
- sexo masculino.
O álcool e o cigarro têm efeito sinérgico, e o risco se multiplica em quem fuma e bebe. Segundo a American Cancer Society, nos cânceres de cabeça e pescoço, grupo que inclui o da laringe, quem fuma e bebe muito tem um risco cerca de 30 vezes maior do que quem não faz nem uma coisa nem outra. O INCA cita ainda o excesso de peso e outras exposições no trabalho, como as névoas ácidas usadas na metalurgia e na galvanoplastia.
O cigarro também deixa a voz rouca por outros caminhos, como o inchaço das pregas vocais chamado edema de Reinke, que não é câncer, mas tem o mesmo fator de risco e precisa ser diferenciado no exame.
Quem tem rouquidão persistente e algum desses fatores de risco precisa buscar a avaliação com mais rapidez.
Videolaringoscopia: o exame que mostra as pregas vocais
O primeiro exame da rouquidão persistente é a videolaringoscopia, que olha a laringe com uma câmera através da boca. Ela é feita com um endoscópio rígido, que tem uma câmera na ponta. Com ele, o otorrino vê a laringe e as pregas vocais na tela e identifica o que está errado para a rouquidão ter persistido. A OtoCare faz a videolaringoscopia na própria clínica, no Noroeste de Brasília.
Outra forma de ver a laringe é a nasofibrolaringoscopia, com uma câmera fina e flexível que entra pelo nariz e mostra a laringe enquanto a pessoa fala e respira. O otorrino escolhe o exame mais adequado para cada caso.
Como é confirmado o diagnóstico do câncer de laringe
Quando a videolaringoscopia mostra uma lesão suspeita, dependendo da situação, o médico pode já pedir um exame de imagem, como a tomografia ou a ressonância do pescoço e do tórax.
O diagnóstico definitivo, porém, só vem com a biópsia. Ela pode ser feita no consultório ou no centro cirúrgico, conforme o aspecto da lesão, a profundidade e a localização. No centro cirúrgico, a pessoa recebe anestesia geral e, com um microscópio e um aparelho chamado laringoscópio de suspensão, o cirurgião chega até a prega vocal e retira alguns fragmentos. Eles vão para o exame anatomopatológico, que diz se a lesão é ou não câncer.
Segundo o INCA, a biópsia é obrigatória antes de qualquer planejamento de tratamento, porque a laringe pode ter lesões benignas com aparência de câncer. Com o diagnóstico confirmado, o tumor é classificado em estágios, conforme o tamanho, a parte da laringe atingida e se há gânglios no pescoço ou metástases, e o tratamento é planejado.
Câncer de laringe tem cura? As chances em cada estágio
Tem, e a chance é maior quanto mais cedo ele é descoberto. Quando o câncer de laringe é diagnosticado nos estágios iniciais, a chance de cura chega a 90%, uma chance muito alta quando se fala em câncer. Esse número também é citado pela Academia Brasileira de Laringologia e Voz, e o Manual MSD descreve sobrevida de 85% a 95% em cinco anos no câncer inicial das pregas vocais.
Os números dos Estados Unidos, do programa SEER do Instituto Nacional do Câncer americano, mostram o peso do momento do diagnóstico. Eles medem quantas pessoas estão vivas cinco anos depois, em comparação com a população geral:
- câncer restrito à laringe: 79,8%, e esse é o estágio de 49% dos casos;
- câncer espalhado para estruturas vizinhas ou gânglios do pescoço: 49,4%;
- câncer espalhado para outras partes do corpo: 36%.
Esses números juntam todos os tumores de laringe e, no grupo restrito à laringe, entram também tumores maiores e os da parte de cima da laringe, que não foram descobertos tão cedo. Por isso ficam abaixo dos números do câncer inicial das pregas vocais, o caso mais comum quando a rouquidão é investigada logo.
Nos Estados Unidos, quase metade dos casos ainda é descoberta depois que o tumor saiu da laringe. Investigar cedo a rouquidão persistente muda esse quadro.
Tratamento do câncer de laringe
O tratamento pode ser feito com cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Eles podem ser usados isolados ou associados, dependendo do estágio, da forma da lesão e das condições clínicas de cada paciente.
O diagnóstico precoce muda também o tamanho do tratamento. No início, a cirurgia, quando indicada, é um procedimento bem menor do que o necessário num estágio avançado. Com isso, a qualidade de vida depois do tratamento é muito melhor, e a qualidade da voz muitas vezes fica muito boa. No estágio avançado, os tratamentos costumam ser mais agressivos e deixam mais sequelas.
Segundo o INCA, nos tumores iniciais podem ser usadas a radioterapia localizada ou cirurgias endoscópicas ou parciais, que preservam a laringe. Nos mais avançados, a radioterapia junto com a quimioterapia pode ser usada para tentar preservar a laringe, e em parte dos casos a retirada total da laringe, a laringectomia total, ainda é a opção com melhor resultado contra o câncer.
A voz depois do tratamento
Nos tratamentos menores do início, a voz muitas vezes fica muito boa. A grande mudança vem com a laringectomia total, que leva à perda da voz natural e a uma abertura permanente na frente do pescoço para respirar, a traqueostomia definitiva. Mesmo assim, a fala pode voltar. Segundo o INCA, as formas de reabilitação são a voz esofágica, a laringe eletrônica e a prótese traqueoesofágica, uma pequena válvula colocada entre a traqueia e o esôfago, que permite falar com bons resultados e boa qualidade de vida.
Acompanhamento depois do tratamento
Depois do tratamento, o acompanhamento é longo, porque o câncer de laringe pode voltar. O INCA descreve consultas a cada três meses no primeiro ano, a cada quatro meses no segundo, a cada seis no terceiro e uma vez por ano no quarto, com alta depois de cinco anos sem sinais da doença.
Parar de fumar e de beber faz parte do tratamento. Segundo o INCA, quem continua a fumar e a beber tem chance de cura menor e maior risco de um segundo tumor na cabeça e no pescoço.
Como prevenir o câncer de laringe
A prevenção começa pelos fatores de risco que podem ser mudados. Segundo o INCA, ajudam:
- não fumar e, para quem fuma, parar, o que sempre traz benefício;
- evitar bebidas alcoólicas;
- manter o peso adequado;
- evitar falar muito alto e sem pausas;
- usar corretamente os equipamentos de proteção no trabalho com substâncias que podem causar câncer.
O cigarro e o álcool também estão por trás da maioria dos casos de câncer de boca, outro tumor da região que começa com um sinal que não passa, no caso uma ferida.
Adiar a avaliação e o tratamento muitas vezes piora o quadro e atrapalha muito a melhora. Os hábitos que protegem a voz no dia a dia estão na orientação sobre como cuidar da voz.
Vídeo: rouquidão por mais de duas semanas e câncer de laringe
Perguntas frequentes
Câncer de laringe é grave?
É uma doença séria. O INCA registrou 4.700 mortes por câncer de laringe no Brasil em 2024. A gravidade, porém, depende muito de quando ele é descoberto. No início, a chance de cura é alta e o tratamento costuma ser menor, o que muitas vezes preserva bem a voz e a qualidade de vida.
Câncer de laringe avançado tem cura?
Em parte dos casos, sim, mas a chance é menor do que no início e o tratamento é mais agressivo. Nos dados americanos, cerca de metade das pessoas com o câncer já espalhado para estruturas vizinhas ou para os gânglios do pescoço está viva cinco anos depois do diagnóstico. A decisão sobre o tratamento leva em conta o estágio, a forma da lesão e as condições clínicas de cada paciente.
Qual é o tempo de vida de quem tem câncer de laringe?
Não existe um número que valha para todos, porque depende do estágio em que o câncer é descoberto e da resposta ao tratamento. As estatísticas falam em sobrevida em cinco anos, que é uma forma de comparar estágios e tratamentos, e não um limite de vida. Muitas pessoas tratadas no início vivem muitos anos sem a doença.
Câncer de laringe dói?
No início, muitas vezes não. O câncer que nasce nas pregas vocais costuma se manifestar só pela voz rouca. A dor de garganta, principalmente ao engolir, é mais típica dos tumores da parte de cima da laringe ou das lesões mais avançadas. Esperar sentir dor para procurar avaliação atrasa o diagnóstico.
Câncer de laringe é hereditário?
Raramente. Segundo a American Cancer Society, alterações genéticas herdadas podem ter papel em alguns casos, mas isso não é comum. A maioria dos tumores vem de alterações que surgem ao longo da vida, principalmente pela exposição prolongada à fumaça do cigarro e ao álcool. Ter um parente com câncer de laringe pede atenção, mas pesa muito menos do que fumar.
Câncer de laringe é raro?
Não é raro. Está entre os tumores mais comuns da cabeça e do pescoço no Brasil, com milhares de casos novos por ano, a maioria em homens acima dos 60 anos.
Como descobrir se tenho câncer de laringe?
O primeiro passo é o exame das pregas vocais com o otorrino, pela videolaringoscopia ou pela nasofibrolaringoscopia. Se aparecer uma lesão suspeita, a confirmação só vem com a biópsia. Exame de sangue ou de imagem sozinhos não fazem esse diagnóstico.
Existe exame preventivo para câncer de laringe?
Não há um exame de rotina para pessoas sem sintomas. Segundo o INCA, não há evidência de que o rastreamento do câncer de laringe traga mais benefícios do que riscos, e por isso ele não é recomendado. A proteção está em não fumar, evitar o álcool em excesso e examinar a laringe sempre que a rouquidão passar de duas semanas.
Câncer de laringe e câncer de faringe são a mesma coisa?
Não. A faringe é o tubo atrás do nariz e da boca, por onde passam o ar e o alimento, e a laringe fica logo abaixo, na frente do pescoço, onde estão as pregas vocais. Os dois são chamados popularmente de câncer na garganta e têm os mesmos grandes fatores de risco, mas os sintomas e o tratamento são diferentes. O grupo inteiro está na orientação sobre câncer de cabeça e pescoço.
HPV causa câncer de laringe?
O HPV tem papel bem menor na laringe do que na orofaringe, a região das amígdalas e da base da língua. As lesões pelo HPV na laringe, como a papilomatose, entram entre os fatores de risco, mas o INCA descreve o papel do vírus no câncer de laringe como menos consistente, com evidência ainda limitada. O cigarro e o álcool continuam sendo os principais fatores de risco.
Criança pode ter câncer de laringe?
É raríssimo. O câncer de laringe se desenvolve ao longo de muitos anos e, segundo a American Cancer Society, mais da metade dos casos aparece depois dos 65 anos. Na criança, a rouquidão prolongada costuma vir de nódulos vocais, como mostra a orientação sobre rouquidão.
Parar de fumar diminui o risco de câncer de laringe?
Diminui. O risco cai aos poucos depois que a pessoa para de fumar, como mostram os estudos citados na orientação sobre causas de rouquidão. Nunca é tarde para parar.
Referências
- VILELA, Larissa. Rouquidão por mais de 2 semanas: sinal de alerta para câncer de laringe! YouTube, 29 abr. 2025. 1 vídeo (9 min 5 s). Disponível em: https://youtu.be/3E4hFgyf4V8. Acesso em: 7 out. 2026.
- INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Câncer de laringe: versão para população. Rio de Janeiro: INCA, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/laringe/versao-para-populacao. Acesso em: 7 out. 2026.
- INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Câncer de laringe: versão para profissionais de saúde. Rio de Janeiro: INCA, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/laringe/versao-para-profissionais-de-saude. Acesso em: 7 out. 2026.
- INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Câncer de laringe: introdução. Rio de Janeiro: INCA, 23 set. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/laringe/introducao. Acesso em: 7 out. 2026.
- NATIONAL CANCER INSTITUTE. Cancer stat facts: laryngeal cancer. Bethesda: SEER Program. Disponível em: https://seer.cancer.gov/statfacts/html/laryn.html. Acesso em: 7 out. 2026.
- MANUAL MSD. Câncer de laringe: versão para profissionais de saúde. Rahway: Merck & Co., 2024. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/oncologia/tumores-da-cabe%C3%A7a-e-do-pesco%C3%A7o/c%C3%A2ncer-de-laringe. Acesso em: 7 out. 2026.
- AMERICAN CANCER SOCIETY. Laryngeal and hypopharyngeal cancer causes, risk factors, and prevention. Atlanta: ACS, 2026. Disponível em: https://www.cancer.org/cancer/types/laryngeal-and-hypopharyngeal-cancer/causes-risks-prevention.html. Acesso em: 7 out. 2026.
- STACHLER, R. J. et al. Clinical practice guideline: hoarseness (dysphonia) (update). Otolaryngology–Head and Neck Surgery, v. 158, n. 1, supl., p. S1-S42, 2018. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29494321/. Acesso em: 7 out. 2026.
- ACADEMIA BRASILEIRA DE LARINGOLOGIA E VOZ. Saiba quando a rouquidão pode indicar um problema grave. São Paulo: ABLV, 17 maio 2024. Disponível em: https://www.ablv.com.br/saiba-quando-a-rouquidao-pode-indicar-um-problema-grave-2/. Acesso em: 7 out. 2026.
Avaliação da rouquidão e da laringe na OtoCare, em Brasília
Rouquidão que já dura mais de duas semanas, leve ou forte, pede o exame das pregas vocais, e quem fuma, bebe em excesso ou tem mais de 60 anos deve buscar essa avaliação com mais rapidez. Na consulta com otorrino na OtoCare, no Noroeste de Brasília, a laringe é examinada na própria clínica pela videolaringoscopia ou pela nasofibrolaringoscopia, e a causa da rouquidão é investigada.