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Sonoendoscopia em Brasília

DISE para avaliar a obstrução da via aérea durante o sono

A sonoendoscopia, também conhecida pela sigla DISE (Drug-Induced Sleep Endoscopy) ou endoscopia do sono induzido, é um exame que permite observar dinamicamente a via aérea enquanto o paciente está sob uma sedação cuidadosamente controlada, em um estado semelhante ao sono.

O exame pode ajudar principalmente na investigação de pacientes com ronco e apneia obstrutiva do sono nos quais é importante descobrir onde e como ocorre o fechamento da via respiratória durante o sono.

Na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste de Brasília, a Dra. Larissa realiza a avaliação dos pacientes com possível indicação de sonoendoscopia e orienta o planejamento do exame.

Ou ligue para: (61) 99957-8479

Setor Noroeste · Brasília/DF · Avaliação de ronco e apneia do sono · Sonoendoscopia com sedação

Sonoendoscopia em Brasília - exame DISE para avaliação de ronco e apneia do sono

O que é sonoendoscopia?

A sonoendoscopia é um exame endoscópico realizado enquanto o paciente está sob sedação.

São utilizadas medicações para produzir um estado de sono induzido no qual ocorre relaxamento da musculatura da via aérea superior.

Durante esse período, o otorrinolaringologista introduz delicadamente um endoscópio flexível pelo nariz e observa, em tempo real, o comportamento das estruturas da via respiratória.

O objetivo é identificar onde ocorre o estreitamento ou colapso da via aérea relacionado ao ronco e à apneia obstrutiva do sono.

O que significa DISE?

DISE é a sigla em inglês para Drug-Induced Sleep Endoscopy.

Em português, o procedimento pode ser chamado de:

  • Sonoendoscopia;
  • Endoscopia do sono;
  • Endoscopia do sono induzido;
  • Endoscopia do sono induzido por medicamentos;
  • Nasofibroscopia durante sono induzido.

Todos esses termos podem aparecer quando se pesquisa esse tipo de avaliação da via aérea durante o sono.

Para que serve a sonoendoscopia?

A sonoendoscopia ajuda o médico a entender qual estrutura está fechando ou estreitando a via respiratória enquanto o paciente dorme.

Essa informação pode ser especialmente importante porque pacientes diferentes podem apresentar apneia por padrões de obstrução diferentes.

Em uma pessoa, o principal colapso pode ocorrer na região do palato. Em outra, a base da língua pode ser o componente predominante. Em outros pacientes existem vários níveis de obstrução simultaneamente.

Identificar essas diferenças pode ajudar no planejamento de um tratamento mais individualizado.

Quais partes da garganta são avaliadas?

Com o endoscópio flexível, o médico acompanha a via aérea superior e observa o comportamento de diferentes estruturas durante a sedação.

Entre as regiões que podem participar da obstrução estão:

  • Palato e região retropalatal;
  • Orofaringe e paredes laterais da faringe;
  • Base da língua;
  • Epiglote.

Também é possível identificar pacientes que apresentam obstrução em mais de um nível.

O que é obstrução multinível?

Obstrução multinível significa que a via aérea do paciente não está fechando em apenas um local.

Um mesmo paciente pode apresentar, por exemplo, colapso na região do palato associado a estreitamento da faringe e queda posterior da base da língua.

Esse é um aspecto importante porque uma cirurgia direcionada para apenas um nível pode não resolver adequadamente um problema que ocorre em vários níveis.

A sonoendoscopia permite observar dinamicamente essa combinação de alterações.

O que é a classificação VOTE na sonoendoscopia?

Uma das formas utilizadas para organizar os achados da DISE é a chamada classificação VOTE.

A sigla representa quatro regiões importantes que podem contribuir para o colapso da via aérea:

  • V – Velum: região do palato mole;
  • O – Oropharynx: orofaringe e paredes laterais;
  • T – Tongue base: base da língua;
  • E – Epiglottis: epiglote.

Durante a sonoendoscopia, o médico pode avaliar quais dessas regiões participam da obstrução, sua intensidade e o padrão do colapso.

Por que olhar a garganta com o paciente acordado pode não ser suficiente?

A via aérea não se comporta da mesma maneira quando estamos acordados e quando dormimos.

Durante o sono ocorre relaxamento muscular e determinadas estruturas podem se deslocar ou colapsar de maneira que não é observada durante uma consulta convencional.

Por isso, uma nasofibroscopia realizada com o paciente sentado e acordado fornece informações importantes sobre a anatomia, mas não necessariamente reproduz o comportamento da via aérea durante o sono.

Esse é justamente um dos diferenciais da sonoendoscopia: realizar uma avaliação dinâmica em condições de relaxamento produzidas pela sedação.

Quando a sonoendoscopia pode ser indicada?

A sonoendoscopia não precisa ser realizada em toda pessoa que ronca ou em todo paciente com apneia do sono.

Ela pode ser particularmente útil quando é necessário compreender melhor o padrão de obstrução para planejar outras opções de tratamento.

Entre situações que podem levar à indicação estão:

  • Apneia obstrutiva do sono com necessidade de planejamento de tratamento individualizado;
  • Paciente que não consegue utilizar adequadamente o CPAP;
  • Intolerância ao CPAP e avaliação de outras possibilidades terapêuticas;
  • Persistência de ronco ou apneia depois de uma cirurgia anterior;
  • Planejamento de determinadas cirurgias para tratamento da apneia;
  • Necessidade de identificar o principal nível de colapso da via aérea;
  • Suspeita de obstrução em vários níveis;
  • Situações específicas em que o padrão dinâmico da obstrução pode modificar a escolha do tratamento.

A indicação deve ser feita individualmente após avaliação médica.

Sonoendoscopia pode ser indicada para quem não consegue usar CPAP?

Sim, em determinados pacientes.

O CPAP é um tratamento muito importante para a apneia obstrutiva do sono, mas existem pacientes que apresentam dificuldade de adaptação ou que procuram outras alternativas terapêuticas.

Nesses casos, entender exatamente como ocorre o colapso da via aérea pode fornecer informações importantes para avaliar outras possibilidades.

A sonoendoscopia não significa, entretanto, que o CPAP deixou de ser uma opção eficaz. O exame é utilizado para ajudar a compreender a anatomia dinâmica e orientar a seleção de tratamentos em pacientes específicos.

Sonoendoscopia é útil quando uma cirurgia para ronco não funcionou?

Pode ser.

Um dos exemplos apresentados pela Dra. Larissa é o paciente que realizou uma cirurgia no nariz ou na garganta e continua apresentando ronco ou apneia.

Uma das possíveis explicações é que o principal ponto de obstrução esteja localizado em outra região ou que exista colapso em vários níveis da via aérea.

A sonoendoscopia pode ajudar a identificar esses padrões e fornecer novas informações para o planejamento do tratamento.

Sonoendoscopia deve ser feita antes da cirurgia de apneia?

Em determinados pacientes, a DISE pode ser utilizada no planejamento cirúrgico para compreender melhor o local e o padrão da obstrução.

A informação pode ser particularmente relevante quando existem diferentes possibilidades de tratamento direcionadas a regiões distintas da via aérea.

Entretanto, a necessidade da sonoendoscopia antes de uma cirurgia deve ser definida pelo médico de acordo com cada caso.

Sonoendoscopia substitui a polissonografia?

Não. São exames diferentes e complementares.

A polissonografia é utilizada para avaliar o sono e diagnosticar, caracterizar e medir a gravidade de diferentes distúrbios respiratórios do sono, incluindo a apneia obstrutiva.

A sonoendoscopia tem outro objetivo: observar dinamicamente a via aérea e descobrir onde e como ela está colapsando.

De forma simplificada:

  • Polissonografia: avalia o que está acontecendo com a respiração e o sono durante a noite;
  • Sonoendoscopia: ajuda a visualizar onde ocorre o colapso da via aérea.

Na investigação de determinados pacientes, os dois exames podem fornecer informações complementares.

Preciso fazer polissonografia antes da sonoendoscopia?

Em muitos pacientes com suspeita ou diagnóstico de apneia obstrutiva do sono, a polissonografia faz parte da investigação antes de se considerar a sonoendoscopia.

A Dra. Larissa explica que, de modo geral, primeiro é necessário caracterizar o distúrbio do sono e posteriormente a sonoendoscopia pode ser indicada em situações específicas para estudar o mecanismo de obstrução.

Os exames necessários são definidos individualmente pelo médico.

Como é feita a sonoendoscopia?

O paciente permanece deitado e recebe medicamentos sedativos sob monitorização adequada.

Quando é atingido o nível de sedação planejado, o otorrinolaringologista introduz um nasofibroscópio flexível através de uma das narinas.

O aparelho possui câmera e iluminação e permite acompanhar as estruturas da via aérea em um monitor.

O médico progride cuidadosamente pelo nariz e observa diferentes níveis da faringe enquanto analisa o comportamento das estruturas durante a respiração, o ronco e os episódios de colapso.

A sonoendoscopia é feita com anestesia geral?

A DISE utiliza sedação farmacológica controlada para produzir um estado adequado à avaliação da via aérea durante um sono induzido.

Não se busca simplesmente uma anestesia tão profunda quanto possível.

O nível de sedação precisa ser cuidadosamente controlado porque uma sedação excessivamente profunda pode modificar o comportamento da via aérea e prejudicar a representatividade do exame.

Por esse motivo, o procedimento exige estrutura adequada, monitorização e profissionais capacitados para a sedação.

Precisa de anestesista?

A sonoendoscopia envolve sedação e, por isso, precisa ser realizada com estrutura adequada para monitorização e segurança do paciente.

Na forma como a Dra. Larissa realiza o procedimento em Brasília, existe suporte de profissional responsável pela sedação e o exame é feito em parceria com estruturas apropriadas para esse tipo de atendimento.

Não se trata de uma nasofibroscopia comum realizada somente pelo otorrinolaringologista em um consultório convencional.

Onde é realizada a sonoendoscopia?

Como o exame necessita de sedação, ele precisa ser realizado em um ambiente com equipamentos, monitorização e suporte adequados.

A Dra. Larissa realiza a sonoendoscopia em Brasília em parceria com estruturas que oferecem suporte de anestesia ou em ambiente de centro cirúrgico.

A avaliação inicial e o planejamento podem ser realizados na Clínica OtoCare. O local específico do procedimento e as orientações são informados durante o agendamento.

Quanto tempo dura a sonoendoscopia?

A avaliação endoscópica propriamente dita é relativamente rápida e pode ser realizada em poucos minutos depois que o paciente alcança o nível de sedação adequado.

O tempo total é maior porque inclui preparação, indução da sedação, realização do exame e período de recuperação.

A Dra. Larissa explica que, após o término da sedação, o paciente permanece em observação durante um período antes da liberação.

Precisa dormir a noite inteira para fazer sonoendoscopia?

Não.

A sonoendoscopia não é uma polissonografia de noite inteira.

A sedação é produzida especificamente para permitir que o médico observe a via aérea durante o período necessário para identificar os padrões de obstrução.

Depois do exame, os medicamentos são interrompidos e o paciente passa pelo período de recuperação antes de receber alta.

Por que não fazer a endoscopia durante o sono natural?

Em teoria, seria possível tentar observar a via aérea enquanto a pessoa dorme naturalmente.

Na prática, a passagem de um nasofibroscópio pelo nariz e sua movimentação pela faringe geram estímulos que provavelmente fariam muitos pacientes despertar.

A sedação controlada permite manter um estado adequado para que o médico tenha tempo de observar o comportamento de diferentes regiões da via aérea.

A sonoendoscopia dói?

O exame é realizado sob sedação, portanto o paciente permanece sonolento durante a avaliação.

O nasofibroscópio é fino e flexível e é introduzido através da cavidade nasal.

Após o procedimento, podem ocorrer desconfortos leves relacionados à passagem do endoscópio ou à própria sedação, mas a evolução individual pode variar.

Sonoendoscopia precisa de jejum?

Como o procedimento envolve sedação, existem orientações específicas de preparo e jejum relacionadas à segurança anestésica.

O período necessário depende do protocolo estabelecido pela equipe responsável pela sedação.

Siga exatamente as orientações recebidas no agendamento. Não altere por conta própria o tempo de jejum nem o uso de medicamentos habituais.

Sonoendoscopia precisa de algum preparo especial?

Não existe o preparo intestinal utilizado em exames como colonoscopia, mas existem cuidados específicos por causa da sedação.

Antes do exame, o paciente receberá orientações sobre:

  • Jejum;
  • Medicamentos de uso habitual;
  • Exames ou documentos que devem ser apresentados;
  • Horário de chegada;
  • Orientações para o período após a sedação.

As instruções podem variar de acordo com as condições clínicas do paciente e o protocolo da equipe de anestesia.

Quais são os riscos da sonoendoscopia?

A sonoendoscopia combina uma endoscopia flexível da via aérea com sedação e, como qualquer procedimento desse tipo, possui possíveis riscos.

Podem ocorrer eventos relacionados à sedação, alterações respiratórias durante o exame, desconforto nasal, pequeno sangramento nasal ou outras intercorrências.

Por isso, a DISE deve ser realizada com monitorização adequada e estrutura capaz de oferecer suporte durante a sedação.

Os riscos individuais são avaliados antes do procedimento.

O que acontece depois da sonoendoscopia?

Depois que a avaliação endoscópica termina, os medicamentos utilizados para sedação são interrompidos e o paciente começa a despertar.

Em seguida, permanece em recuperação e monitorização pelo período definido pela equipe responsável.

Depois da alta, devem ser seguidas as orientações relacionadas à sedação fornecidas para aquele paciente.

O resultado da sonoendoscopia muda o tratamento?

Essa é justamente uma das principais razões para realizar o exame em pacientes selecionados.

Ao descobrir se o colapso ocorre predominantemente no palato, nas paredes da faringe, na base da língua, na epiglote ou em vários níveis, o médico obtém informações adicionais para discutir as possibilidades de tratamento.

A decisão final não depende exclusivamente da DISE. O resultado deve ser analisado em conjunto com a história clínica, polissonografia, exame físico, anatomia, tratamentos anteriores e características individuais do paciente.

Vídeo: Dra. Larissa explica a sonoendoscopia

Neste vídeo, a Dra. Larissa Villela, médica otorrinolaringologista, explica como a sonoendoscopia permite observar dinamicamente a via aérea, quais regiões podem provocar ronco e apneia, quando o exame pode ser indicado, por que é necessária sedação e qual a diferença entre DISE e polissonografia.

Onde fazer sonoendoscopia em Brasília?

A Dra. Larissa realiza sonoendoscopia em Brasília para pacientes selecionados com ronco, apneia obstrutiva do sono e necessidade de avaliação dinâmica da via aérea.

Como o exame envolve sedação, sua realização ocorre em estrutura apropriada, com suporte para sedação e monitorização. A Dra. Larissa trabalha em parceria com estruturas adequadas para realização do procedimento.

A avaliação e o planejamento podem ser realizados na:

Clínica OtoCare
CLNW 08/09, Bloco C, Loja 02
Setor Noroeste – Brasília/DF

Telefone: (61) 99957-8479

Perguntas frequentes sobre sonoendoscopia

Sonoendoscopia e DISE são a mesma coisa?

Sim. DISE significa Drug-Induced Sleep Endoscopy e é um dos nomes utilizados para a sonoendoscopia ou endoscopia do sono induzido.

Para que serve a sonoendoscopia?

Ela permite observar dinamicamente onde e como ocorre o colapso da via aérea durante um estado de sono induzido, fornecendo informações que podem ajudar no planejamento do tratamento do ronco e da apneia obstrutiva do sono.

Sonoendoscopia diagnostica apneia do sono?

A sonoendoscopia não substitui os exames utilizados para diagnosticar e medir a gravidade da apneia. Seu principal objetivo é identificar o local e o padrão de colapso da via aérea.

Sonoendoscopia substitui a polissonografia?

Não. Os exames são complementares. A polissonografia avalia o distúrbio respiratório durante o sono, enquanto a sonoendoscopia permite visualizar o comportamento da via aérea e os locais de obstrução.

Preciso fazer polissonografia antes?

Em muitos casos, a avaliação do sono e o diagnóstico da apneia são realizados antes de se considerar a sonoendoscopia. A sequência dos exames deve ser definida pelo médico de acordo com cada paciente.

Quem não consegue usar CPAP pode fazer sonoendoscopia?

Em pacientes selecionados que não conseguem se adaptar ao CPAP e precisam avaliar outras possibilidades terapêuticas, a sonoendoscopia pode fornecer informações úteis sobre o mecanismo de obstrução.

Quem já operou ronco ou apneia e não melhorou pode fazer?

Pode existir indicação. A DISE pode ajudar a identificar se permaneceu um ponto de obstrução não tratado ou se existe colapso em mais de uma região da via aérea.

O exame mostra onde ocorre a obstrução?

Sim. A avaliação pode identificar participação do palato, orofaringe, base da língua, epiglote ou de vários níveis simultaneamente.

O paciente dorme durante a sonoendoscopia?

O paciente recebe sedação farmacológica para produzir um estado de sono induzido adequado à avaliação da via aérea. Não se trata de uma noite inteira de sono natural como em uma polissonografia.

É anestesia geral?

O exame utiliza sedação controlada. O nível de sedação é planejado especificamente para permitir a avaliação dinâmica da via aérea e exige monitorização adequada.

Precisa de anestesista para fazer sonoendoscopia?

O procedimento necessita de suporte adequado para sedação e monitorização. Na forma como a Dra. Larissa realiza o exame em Brasília, ele é feito em parceria com estruturas apropriadas para esse tipo de procedimento.

Sonoendoscopia é feita dentro do consultório da OtoCare?

A avaliação e o planejamento podem ser realizados na Clínica OtoCare. Como o exame necessita de sedação e monitorização, a realização da sonoendoscopia ocorre em estrutura apropriada, cujo local é informado durante o agendamento.

Quanto tempo dura o exame?

A parte endoscópica é relativamente rápida. O tempo total inclui preparação, sedação, realização do exame e recuperação antes da alta.

Precisa de jejum?

Sim, por envolver sedação existe preparo específico relacionado ao jejum. O tempo e as demais orientações devem seguir exatamente o protocolo fornecido pela equipe responsável.

A sonoendoscopia dói?

O exame é realizado sob sedação e utiliza um endoscópio fino e flexível introduzido pelo nariz. Pode existir algum desconforto nasal relacionado ao procedimento, mas o paciente permanece sedado durante a avaliação.

Posso ir embora no mesmo dia?

Em geral, trata-se de um procedimento com recuperação no mesmo dia. Após o exame, o paciente permanece em observação até cumprir os critérios definidos pela equipe responsável pela sedação.

A sonoendoscopia define qual cirurgia devo fazer?

O resultado pode fornecer informações importantes para o planejamento cirúrgico, mas a escolha do tratamento não é determinada apenas pela sonoendoscopia. Ela deve ser interpretada junto com os demais exames e características clínicas do paciente.

Como agendar sonoendoscopia em Brasília?

Entre em contato com a Clínica OtoCare pelo WhatsApp ou telefone. A Dra. Larissa avaliará o caso e, havendo indicação para sonoendoscopia, serão fornecidas as orientações sobre preparo e local de realização.

Agende uma avaliação para sonoendoscopia

Se você apresenta ronco ou apneia obstrutiva do sono, não consegue utilizar o CPAP, já realizou tratamento sem a melhora esperada ou está avaliando outras opções terapêuticas, a sonoendoscopia pode ser útil em casos selecionados para compreender melhor o padrão de obstrução da via aérea.

A indicação deve ser individualizada após avaliação médica.

Ou ligue para: (61) 99957-8479