Dupixent® para sinusite crônica: quem pode usar imunobiológico?

Dra. Larissa Vilela, médica otorrinolaringologista da Clínica OtoCare

Por Dra. Larissa Vilela, médica otorrino

Dupixent® não é indicado para toda sinusite crônica

Há quem tenha uma sinusite crônica difícil de tratar, já tenha tentado de tudo e sinta que nada resolve, a ponto de pensar em desistir do tratamento. Para uma parte desses pacientes existe hoje um tratamento moderno, os imunobiológicos, como o Dupixent® (dupilumabe). Eles estão mudando o cuidado dos casos de sinusite crônica que não respondem ao tratamento habitual, com cirurgia ou com corticoide nasal, e muitas vezes chegam a resolver os sintomas de quem tem a forma grave da doença.

A sinusite crônica é comum. Um estudo publicado em 2012, feito na cidade de São Paulo, encontrou a doença em cerca de 5 em cada 100 pessoas. Se essa proporção valer para o país inteiro, são perto de 10 milhões de brasileiros convivendo com o problema.

Mesmo assim, o imunobiológico não serve para toda sinusite crônica. No Brasil, a Anvisa aprovou o Dupixent® para adultos e adolescentes a partir de 12 anos com rinossinusite crônica grave com pólipos nasais quando o corticoide sistêmico, a cirurgia ou os dois não controlaram a doença, ou quando esses tratamentos não podem ser usados. Na prática, o corticoide nasal já foi bem usado e uma cirurgia bem feita já aconteceu, a menos que exista contraindicação absoluta à operação.

Ter sintomas há muitos meses ou já ter o diagnóstico de sinusite crônica não basta. A indicação depende de confirmar os pólipos e de somar vários critérios, avaliados pelo otorrino na consulta.

Dra. Larissa Vilela segura uma embalagem de Dupixent® (dupilumabe)

Não inicie, troque nem interrompa um imunobiológico por conta própria. A elegibilidade e a escolha do medicamento dependem de avaliação individual.

Qual tipo de sinusite pode receber imunobiológico?

O primeiro passo é saber o que os médicos chamam de sinusite crônica. O diagnóstico pede pelo menos dois de quatro sintomas, entre obstrução nasal, secreção nasal, dor na face e alteração do olfato, e um deles precisa ser a obstrução ou a secreção. A sinusite é crônica quando esses sintomas duram pelo menos 12 semanas, ou seja, mais de três meses.

Os sintomas precisam vir acompanhados de sinais que o médico vê. Na endoscopia nasal, o otorrino olha por dentro do nariz com uma câmera, e a tomografia dos seios da face mostra a extensão da inflamação. O sintoma e o exame, juntos, fecham o diagnóstico.

Dentro da sinusite crônica existe um grupo específico, o dos pacientes com pólipos nasais. Neles, a mucosa do nariz e dos seios da face fica tão inflamada que incha e forma os pólipos. Esse tipo de inflamação pode ser bloqueado pelos imunobiológicos, e por isso ter sinusite crônica com polipose nasal é o primeiro requisito para pensar no remédio. A orientação sobre polipose nasal e sinusite crônica explica como os pólipos se formam e por que eles voltam.

A sinusite crônica sem pólipos não está entre as indicações aprovadas, e o imunobiológico também não trata uma crise aguda de poucos dias. Se a dúvida ainda é reconhecer o quadro, veja como saber se é sinusite.

Por que o imunobiológico costuma vir depois do tratamento habitual?

Muitos pacientes com pólipos nasais ficam muito bem com o tratamento comum, que é uma cirurgia bem feita e o corticoide nasal. Cerca de 80% de quem tem sinusite crônica com pólipos resolve o problema assim, com um tratamento mais simples e de menor custo. O corticoide entra em spray ou diluído na lavagem nasal, e a página sobre lavagem nasal com corticoide mostra por que essa preparação depende de prescrição.

Para a diretriz brasileira, a cirurgia bem feita, chamada de cirurgia apropriada, deixa bem abertos os seios maxilares, etmoidais e esfenoidais e dá acesso ao seio frontal. Se a inflamação melhora nos seios que a lavagem com remédio alcança e continua nos de acesso difícil, como o frontal, uma cirurgia mais ampla pode ser considerada como opção complementar.

Os imunobiológicos são excelentes nos casos mais graves, que não respondem bem a esse tratamento. Mas são remédios de altíssimo custo e de uso prolongado, e por isso não podem ser indicados para todo mundo.

Antes de qualquer pontuação, duas condições são obrigatórias:

  1. rinossinusite crônica com pólipos nasais confirmada;
  2. cirurgia nasossinusal apropriada já realizada ou contraindicação cirúrgica absoluta.

Só depois de cumpridas essas duas condições entra a pontuação de elegibilidade. O remédio não é um atalho para pular as outras etapas.

A lavagem nasal de alto volume continua em todas as fases, junto com o corticoide, depois da cirurgia e durante o imunobiológico. Nas crises, o corticoide oral pode entrar por pouco tempo, e o antibiótico fica para as pioras causadas por bactéria.

Como Dupixent® e outros imunobiológicos agem?

Na sinusite crônica com pólipos, o sistema imunológico fica desregulado e mantém ativas, sem parar, algumas vias de inflamação. Os imunobiológicos recebem esse nome porque fazem um bloqueio pontual e seletivo nesse sistema. São anticorpos que travam interleucinas ou células específicas da inflamação chamada tipo 2, a mesma que mantém os pólipos.

O dupilumabe, princípio ativo do Dupixent®, bloqueia as vias das interleucinas 4 e 13. O omalizumabe age sobre a IgE, ligada às alergias, e o mepolizumabe sobre a interleucina 5, ligada aos eosinófilos.

O corticoide funciona de outro jeito. Ele bloqueia a inflamação inteira e ajuda muito, mas o corticoide oral não pode ser usado por longo prazo, porque traz pressão alta, ganho de peso e outros efeitos. O spray nasal de corticoide é seguro por muito tempo, só que, nos casos mais graves, ele sozinho não controla a doença. Para esse paciente grave e refratário existe o imunobiológico.

O objetivo é controlar a doença, com menos obstrução, pólipos menores, menos crises que pedem corticoide oral e, quando a resposta é boa, melhora do olfato e da qualidade de vida. Nos estudos que levaram à aprovação, o dupilumabe reduziu o tamanho dos pólipos, a obstrução e a inflamação vista na tomografia, em comparação com o placebo. O resultado varia de pessoa para pessoa e é medido no acompanhamento.

Quais imunobiológicos são aprovados no Brasil para pólipos nasais?

Os imunobiológicos não são exclusivos do nariz. Vários deles já eram usados na asma grave de difícil controle antes de chegar à sinusite crônica. Para a sinusite crônica com pólipos, a Anvisa aprovou o dupilumabe (Dupixent®) em 2020 para adultos e, em 2025, também para adolescentes a partir de 12 anos. O omalizumabe (Xolair®) foi aprovado em 2021 e o mepolizumabe (Nucala®) em 2022, os dois para adultos.

Em maio de 2026, a Anvisa registrou o depemoquimabe (Densurko®) para a asma, a partir de 12 anos, e para a sinusite crônica com pólipos em adultos, aplicado uma vez a cada seis meses. Como os outros, ele fica reservado para quem não teve a doença controlada com corticoide sistêmico, com cirurgia ou com os dois.

Cada remédio age em um ponto diferente da inflamação, e a escolha leva em conta o perfil de cada paciente, como a presença de asma e os exames de sangue. A lista muda com novas aprovações, e a consulta confere o que está disponível no momento.

Quais fatores entram na avaliação de elegibilidade?

Além das duas condições obrigatórias, a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia definiu critérios que o otorrino avalia um a um para saber se o paciente tem boa chance de responder ao remédio. São 11 itens, organizados em quatro pilares, e cada um recebe uma pontuação.

PilarO que é avaliado
Impacto da doençaqualidade de vida pelo SNOT-22, nota de 0 a 10 que o paciente dá para a obstrução ou a secreção, teste do olfato (normal, perda leve, moderada ou grave), número de cirurgias anteriores e quantas vezes o corticoide oral foi usado no último ano
Extensãotamanho dos pólipos na endoscopia e quanto dos seios da face está tomado na tomografia
Comorbidadesasma e sua gravidade, e intolerância a anti-inflamatórios como diclofenaco, nimesulida e cetoprofeno
Biomarcadoresquantidade de eosinófilos no hemograma e na biópsia do pólipo

O número de cirurgias pesa porque a maioria dos pacientes não precisa operar de novo. Nos quadros mais graves, que são os avaliados para o remédio, é comum já ter operado mais de uma vez, sinal de uma doença com alta chance de voltar.

A soma vai de 0 a 25 pontos. Com 14 pontos ou mais, a diretriz considera que existe indicação, e quanto maior o total, maior a chance de uma resposta excelente, que compense o tratamento mesmo com o custo alto. Abaixo de 14, o resultado sugere fortemente que o remédio não é recomendado.

Essa pontuação não é um autoteste. Ela depende de endoscopia, tomografia, teste de olfato, histórico de cirurgias, questionário validado e interpretação clínica. Um único resultado de sangue não fecha a indicação.

Na OtoCare, a consulta com otorrino junta a história, a endoscopia nasal e os exames já feitos para organizar essa avaliação e conferir as duas condições obrigatórias.

Como o tratamento com imunobiológico é acompanhado?

O Dupixent® é uma injeção aplicada sob a pele. Na sinusite crônica com pólipos, a bula prevê uma aplicação a cada duas semanas, sempre junto com os outros remédios do tratamento. A dose e o intervalo vêm da prescrição, e o imunobiológico não substitui a lavagem nem o spray de corticoide.

Quem também tem asma não deve reduzir nem parar os remédios da asma por conta própria. Segundo a bula, essa retirada é gradual e feita com acompanhamento médico, conforme a resposta ao Dupixent®.

Pela diretriz brasileira, a resposta é reavaliada a cada seis meses, com cinco critérios: qualidade de vida ou nota da obstrução, uso de corticoide oral, olfato, tamanho dos pólipos na endoscopia e controle da asma. Melhora em quatro ou cinco deles indica boa resposta, e em um a três, resposta moderada. Nos dois casos o tratamento continua.

Sem melhora em nenhum critério, o paciente é considerado não respondedor, e as opções passam a ser a troca do imunobiológico ou uma nova cirurgia. Manter um remédio desse custo sem medir a resposta não faz sentido.

Quanto tempo dura o tratamento?

O imunobiológico não é um remédio para usar por dois ou três meses. O uso é por tempo indeterminado. Como o tratamento ainda é novo e a experiência com ele está crescendo, ainda não se sabe por quanto tempo os pacientes com sinusite crônica vão precisar dele. O mais provável é um uso de anos, com redução lenta depois.

Se o remédio é interrompido, os sintomas voltam. A doença fica controlada enquanto o imunobiológico é usado. Nos estudos com omalizumabe, essa volta foi gradual, e os sintomas pioraram aos poucos ao longo das 24 semanas seguintes à suspensão.

Quanto custa o Dupixent® e por que o preço pesa na indicação?

Estima-se que um ano de tratamento com imunobiológico custe por volta de R$ 100 mil, valor citado em 2024. Como o uso se estende por anos, o custo total é muito alto.

Por isso a indicação precisa ser a mais exata possível, reservada a quem tem alta chance de benefício.

Quais são os efeitos colaterais do Dupixent®?

Nos estudos de aprovação na sinusite crônica com pólipos, os efeitos adversos mais comuns, como resfriado, piora dos pólipos e da asma, dor de cabeça e sangramento nasal, apareceram mais no grupo que recebeu placebo do que no grupo do dupilumabe.

A bula lista como reações comuns a vermelhidão, o inchaço, a coceira e a dor no local da injeção, além de conjuntivite, herpes labial, dor nas articulações e aumento de eosinófilos no sangue. Os problemas nos olhos apareceram principalmente nos estudos de dermatite atópica. Sintomas novos nos olhos, como dor ou visão embaçada, precisam ser informados ao médico que acompanha o tratamento.

Reações alérgicas graves ao Dupixent® são raras, segundo a bula. Inchaço no rosto, nos lábios, na língua ou na garganta, falta de ar, desmaio, tontura forte ou placas vermelhas com coceira pelo corpo depois da aplicação precisam de avaliação médica sem demora, e a próxima dose não deve ser aplicada antes dessa avaliação.

Vídeo: novo tratamento para sinusite crônica

O vídeo abaixo apresenta para qual tipo de sinusite crônica os imunobiológicos são considerados, o que costuma ser tentado antes e quais critérios entram na avaliação do paciente.

Perguntas frequentes

Dupixent® é corticoide?

Não. O Dupixent® é um anticorpo monoclonal que age em pontos específicos da inflamação. Na sinusite crônica com pólipos, ele é usado junto com o corticoide nasal, que não deve ser suspenso por conta própria.

Dupixent® e dupilumabe são a mesma coisa?

São o mesmo remédio. Dupilumabe é o princípio ativo, e Dupixent® é o nome comercial do medicamento, fabricado pela Sanofi.

Para que mais serve o Dupixent®?

Pela bula brasileira de 2024, além da sinusite crônica com pólipos, ele é indicado para dermatite atópica, asma grave, prurigo nodular, esofagite eosinofílica, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com aumento de eosinófilos e urticária crônica espontânea, cada uma com seus próprios critérios. Psoríase e dermatite seborreica não estão entre as indicações.

Dupixent® é imunossupressor?

Não é um imunossupressor amplo, como o corticoide oral. Ele age em um ponto específico do sistema imunológico, as vias das interleucinas 4 e 13. Mesmo assim, a bula pede que uma infecção por vermes seja tratada antes de começar o remédio e que o tratamento seja interrompido se a infecção aparecer durante o uso e não melhorar com o vermífugo.

Quanto tempo o Dupixent® leva para fazer efeito?

Em uma análise do estudo SINUS-52, a maioria dos pacientes com pólipos já tinha melhora relevante dos pólipos, da obstrução, do olfato ou da qualidade de vida até a 16ª semana. Mais de 80% dos que responderam até esse ponto mantiveram a melhora com um ano de tratamento.

O Dupixent® pode ser aplicado em casa?

Pode. A bula permite que o próprio paciente ou um cuidador aplique a injeção, depois de receber treinamento de um profissional de saúde. A aplicação é feita sob a pele da coxa ou da barriga, a pelo menos 5 cm do umbigo, ou no braço quando outra pessoa aplica, mudando o local a cada vez.

Quanto tempo o Dupixent® pode ficar fora da geladeira?

O remédio é guardado na geladeira, entre 2 °C e 8 °C. Se preciso, a seringa ou a caneta pode ficar em temperatura ambiente de até 30 °C por no máximo 14 dias, e depois disso deve ser descartada. Antes de aplicar, a bula orienta deixá-la fora da geladeira por 30 a 45 minutos, conforme a apresentação.

Quem usa Dupixent® pode tomar a vacina da gripe?

A bula orienta não aplicar vacinas de vírus vivo durante o tratamento, mas as vacinas inativadas testadas nos estudos, contra tétano, difteria e coqueluche e contra o meningococo, mantiveram boa resposta. A vacina da gripe usada pelo Ministério da Saúde em 2026 é a trivalente fragmentada e inativada, sem vírus vivo. Antes de se vacinar, informe o uso do remédio ao médico.

Quem usa Dupixent® pode engravidar?

Os dados sobre o uso na gravidez ainda são limitados. A bula orienta evitar o remédio na gestação, a menos que o médico recomende, e pede que quem está grávida ou planeja engravidar converse antes com o médico. Na amamentação, a bula pede que a paciente e o médico decidam entre amamentar e usar o remédio, sem fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

Dupixent® pode dar diarreia?

A diarreia não aparece entre as reações listadas na bula do Dupixent®. Um sintoma novo durante o tratamento deve ser contado na consulta, porque pode ter outra causa.

Dupixent® ou Xolair®: qual funciona melhor nos pólipos?

O estudo EVEREST, publicado em 2025, comparou os dois diretamente em 360 adultos com pólipos graves e asma. Depois de 24 semanas, o dupilumabe reduziu mais o tamanho dos pólipos e melhorou mais o olfato do que o omalizumabe, com efeitos adversos em proporção parecida. O estudo foi financiado pelos fabricantes do Dupixent®, e a escolha continua dependendo do perfil de cada paciente.

Criança pode usar Dupixent® para pólipos nasais?

No Brasil, a indicação para sinusite crônica com pólipos vale a partir dos 12 anos, desde janeiro de 2025. Abaixo dessa idade, o remédio é aprovado para outras doenças, como a dermatite atópica grave a partir de 6 meses e a asma grave a partir de 6 anos.

O plano de saúde cobre Dupixent® para sinusite crônica?

O dupilumabe não faz parte do rol da ANS para a sinusite crônica com pólipos. Em maio de 2025, a análise da ANS terminou com recomendação final desfavorável a essa inclusão. A agência reconheceu bons resultados nos estudos, mas considerou o custo alto em relação ao benefício. Fora do rol, a Lei nº 14.454/2022 prevê situações em que a cobertura pode ser exigida. Desde setembro de 2025, o STF exige que esses pedidos cumpram cinco critérios ao mesmo tempo, entre eles o tratamento não ter sido expressamente negado pela ANS e ter comprovação científica de eficácia e segurança. Como a posição da ANS e a aplicação desses critérios podem mudar, a situação atual da cobertura é conferida caso a caso, na consulta.

Dupixent® é fornecido pelo SUS?

No SUS, o Ministério da Saúde incorporou o dupilumabe em 2025 para a asma grave alérgica não controlada, conforme o protocolo da asma. A sinusite crônica com pólipos não faz parte dessa incorporação.

Eosinófilos altos no hemograma confirmam a indicação?

Não. Os eosinófilos no sangue são só um dos 11 itens e valem no máximo 2 dos 25 pontos da escala. A decisão depende do conjunto da avaliação.

Ter asma e pólipos nasais aumenta automaticamente a pontuação?

A asma soma até 2 pontos, conforme a gravidade, mas não decide sozinha, e as duas condições obrigatórias continuam valendo. Quando as duas doenças existem juntas, o tratamento é pensado em conjunto, e o dupilumabe tem indicação aprovada para as duas. A relação entre o nariz e os pulmões aparece na orientação sobre asma e rinite alérgica.

Referências

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  17. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. STF fixa critérios para que planos de saúde cubram tratamentos fora da lista da ANS. Brasília: STF, 18 set. 2025. Disponível em: https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/stf-fixa-criterios-para-que-planos-de-saude-cubram-tratamentos-fora-da-lista-da-ans/. Acesso em: 3 out. 2026.

Avaliação de sinusite crônica com pólipos em Brasília

Se a obstrução nasal, a secreção ou a perda de olfato persistem apesar do tratamento, uma consulta com otorrino em Brasília permite confirmar o tipo de rinossinusite, revisar o tratamento já realizado e verificar se existe indicação para avaliar um imunobiológico.

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