Por Dra. Larissa Vilela, médica otorrino
Rinite ou sinusite: como diferenciar?
Nariz entupido e secreção aparecem tanto na rinite quanto na sinusite, e muita gente usa os dois nomes como se fossem a mesma coisa. Não são. A rinite é a inflamação da mucosa nasal, exclusivamente do nariz. A sinusite inflama a mucosa nasal e também a dos seios paranasais, espaços ocos com ar dentro dos ossos do rosto.
A diferença entre rinite e sinusite aparece quando se olha o conjunto. Contam o aspecto da secreção, os espirros e a coceira, a dor na face, a tosse e a forma como os sintomas mudam com os dias. O tratamento tem partes em comum e partes bem diferentes, e o risco de complicação também não é o mesmo nos dois quadros.

A cor da secreção não decide sozinha. Secreção amarelada ou esverdeada é mais comum na sinusite, mas também aparece no curso normal de um resfriado. O que separa os dois quadros é o conjunto dos sintomas e a forma como eles evoluem, e a cor, isolada, não é motivo para tomar antibiótico.
Onde acontece a inflamação?
Por dentro, o nariz é uma cavidade cheia de reentrâncias, toda revestida por uma mucosa. Na rinite, é essa mucosa que inflama. Ela incha, produz secreção e fica sensível, e isso explica nariz entupido, coriza, espirros e coceira.
A sinusite vai um pouco além e inflama também os seios paranasais, mais conhecidos como seios da face. São os seios maxilares, na região das bochechas, os frontais, na testa, os etmoidais, entre os olhos, e o esfenoidal, mais ao fundo. Todos se comunicam com o nariz e drenam a secreção para dentro dele.
O nome técnico da sinusite é rinossinusite. O nariz sempre inflama primeiro, e só depois a inflamação alcança os seios da face. Toda sinusite começa pelo nariz, enquanto a rinite pode ficar só nele. Rinite, só no nariz. Sinusite, no nariz e nos seios da face. Essa é a grande diferença entre as duas.
Quais sintomas aparecem nas duas?
Obstrução nasal e secreção nasal são os sintomas que a rinite e a sinusite têm em comum. Nos dois casos o nariz entope, e a secreção pode sair pela frente ou escorrer por trás, para a garganta, o que deixa uma sensação de pigarro.
O olfato também pode piorar nas duas. Na rinite, o nariz fica tão congestionado que o ar não consegue levar os cheiros até a parte de cima do nariz, onde fica o olfato. Na sinusite aguda, a alteração do olfato faz parte da lista de sintomas.
Esses sintomas, sozinhos, não separam um quadro do outro. A comparação fica útil quando se observa como é a secreção e o que mais aparece junto com ela.
Como a secreção costuma ser diferente?
Na rinite, a secreção típica é a coriza, uma secreção bem clarinha, fluida e translúcida, que escorre com facilidade e costuma vir junto com os espirros.
Na sinusite, a secreção tende a ser mais espessa, mais grossa, e muitas vezes tem cor amarelada ou esverdeada. A secreção é um ponto que pode ser diferente entre as duas, mas não fecha o diagnóstico sozinha. Durante um resfriado, a secreção também engrossa e muda de cor com os dias, sem que haja bactéria envolvida, como mostra a orientação que separa a sinusite viral da bacteriana.
Espirros e coceira apontam mais para rinite
A rinite, classicamente, tem espirros e coceira no nariz. Na rinite alérgica, a coceira também pode pegar a garganta e até os ouvidos, e os olhos costumam coçar, ficar vermelhos e lacrimejar.
Outro sinal típico é a ligação com o ambiente. Os sintomas começam quando a pessoa se expõe ao que causa a alergia, como poeira, mofo, pelo de cachorro ou de gato e pólen. Entrar num quarto fechado há muito tempo e logo começar a espirrar e a coçar o nariz e os olhos é a queixa mais conhecida.
Os sintomas da rinite alérgica em geral surgem ainda na infância, muitas vezes ao lado de asma e dermatite atópica, e é comum que pais e irmãos também tenham alergia. A ligação com a asma é detalhada em asma e rinite alérgica, e os tipos de rinite são apresentados em o que é rinite.
Esses sintomas incomodam muito, atrapalham o sono e o dia a dia, e mesmo assim a rinite alérgica em geral não traz complicações maiores.
Dor na face e tosse apontam mais para sinusite
A sinusite já dá dor na face e tosse, sintomas que não fazem parte do quadro clássico da rinite. A dor fica no rosto, pode pegar os dois lados e costuma vir como uma pressão. Um sinal bem característico é a dor piorar quando a pessoa abaixa a cabeça.
Na sinusite, a dor não vem sozinha. Se não há nariz entupido nem secreção, é muito pouco provável que a dor de cabeça venha de uma sinusite. Quando a dor aparece sem nenhum sintoma no nariz, outras causas, como a enxaqueca, entram na lista, assunto da orientação sobre sinusite ou enxaqueca.
A tosse da sinusite viral costuma chegar no fim do quadro, quando os outros sintomas já estão melhorando, e parece que a pessoa piorou. Na maioria das vezes, ela é parte do curso natural da virose e passa sem remédios mais fortes. O motivo está explicado na orientação sobre tosse de sinusite. Na rinite, o que mais aparece é o pigarro, pela secreção que escorre para a garganta.
Febre e tempo de evolução também ajudam a diferenciar
A rinite alérgica não causa febre, como lembra o ACAAI, colégio americano de especialistas em alergia. Febre junto com nariz entupido aponta para uma infecção, como gripe, resfriado ou sinusite. Na sinusite viral, a febre costuma aparecer no pico da virose, com dor no corpo, prostração e mal-estar.
O tempo também é diferente. A rinite alérgica vai e volta, em crises que acompanham a exposição ao alérgeno, e pode durar semanas ou meses. Já um resfriado costuma passar em uma ou duas semanas, como descreve o NHS, o serviço público de saúde do Reino Unido.
A sinusite viral abre com dor de garganta, coriza e espirros, tem o pior momento no segundo ou terceiro dia e, a partir daí, melhora aos poucos. Em geral, os sintomas terminam até o 14º dia. Só dois padrões fazem pensar em sinusite bacteriana. Um é a pessoa melhorar e voltar a piorar depois do quinto dia. O outro é passar mais de 14 dias com o quadro forte, sem melhorar nada.
Muitos textos ainda falam em 10 dias, prazo usado por diretrizes europeias e americanas. A classificação brasileira mais recente usa os 14 dias, e chegar ao décimo dia ainda melhorando não indica bactéria. Os critérios que confirmam a infecção bacteriana são explicados na orientação sobre os tipos de sinusite aguda.
Gripe, resfriado, rinite ou sinusite?
Gripes e resfriados são viroses respiratórias que atingem nariz e seios da face. Na linguagem médica, esse quadro se chama rinossinusite aguda viral. Na prática, a gripe, o resfriado e a sinusite aguda viral são a mesma coisa, e só uma minoria evolui para infecção bacteriana.
A rinite alérgica não é uma virose. Ela não dá febre, não tem prazo para acabar e volta sempre que a pessoa se expõe ao alérgeno. O resfriado começa com dor de garganta, segue uma curva e termina. Quem tem rinite alérgica pega resfriado como qualquer pessoa, e nesses dias os dois quadros se somam. A duração de cada sintoma é explicada em quanto tempo duram a gripe e o resfriado.
Rinite e sinusite podem aparecer juntas?
Podem, e é comum. Quem tem rinite alérgica vive com o nariz inflamado, e uma virose nesse nariz encontra a mucosa já inchada. Segundo a diretriz brasileira de rinossinusite, a rinite alérgica pode piorar durante uma virose e atrapalhar a melhora completa do nariz, sem que isso signifique que a sinusite virou bacteriana.
O caminho inverso também acontece. Quando a rinite alérgica não melhora mesmo com o tratamento bem feito, uma das grandes causas é existir, na verdade, uma sinusite, com inflamação também dos seios da face. Insistir só no tratamento da rinite, nesse caso, não resolve, e é a avaliação com otorrino, com o exame do nariz e, quando preciso, exames de imagem, que mostra se os seios da face estão envolvidos.
Cuidar da rinite também protege os seios da face. A lavagem nasal remove a secreção parada, deixa o ar passar melhor e reduz a chance de as bactérias se multiplicarem e de a rinite se complicar com uma sinusite. O jeito de lavar que funciona melhor nesses casos está em melhor lavagem nasal para rinite.
Comparação rápida entre rinite e sinusite
| Aspecto | Rinite | Sinusite |
|---|---|---|
| Região inflamada | Só o nariz | Nariz e seios paranasais |
| Sintomas em comum | Nariz entupido e secreção | Nariz entupido e secreção |
| Secreção típica | Coriza clara, fluida e translúcida | Mais grossa, muitas vezes amarelada ou esverdeada |
| Sintomas que ajudam a diferenciar | Espirros e coceira no nariz, nos olhos e na garganta | Dor na face, que piora ao abaixar a cabeça, e tosse |
| Febre | A rinite alérgica não causa febre | Pode aparecer, principalmente no pico da virose |
| Como evolui | Em crises ligadas à exposição ao alérgeno | A viral melhora depois do pico e em geral acaba até o 14º dia |
| Tratamentos em comum | Lavagem nasal e corticoide em spray nasal, quando indicado | Lavagem nasal e corticoide em spray nasal, quando indicado |
| Tratamentos que mudam | Cuidados com o ambiente e antialérgicos na rinite alérgica | Antibiótico oral só em alguns casos bacterianos |
| Complicações | Em geral não tem complicações maiores | Raras, mas a bacteriana mal cuidada pode ficar grave |
Como é feito o diagnóstico?
Rinite e sinusite são diagnosticadas na consulta com otorrino, pela conversa e pelo exame do nariz. Na rinite alérgica, o exame mostra a mucosa inchada, muito pálida e coberta de coriza clara, quando o normal seria um tom rosado.
Para confirmar que a rinite é alérgica, existem exames que mostram a reação aos alérgenos. Um é feito no sangue, a dosagem de IgE específica. O outro é o teste na pele, o prick test, feito pelo alergista, que coloca os alérgenos na pele e observa se há reação. O resultado só fecha o diagnóstico quando combina com os sintomas e com o exame do nariz.
Na sinusite aguda sem complicação, raio X e tomografia em geral não são necessários, segundo a diretriz americana de sinusite em adultos. A imagem fica para a suspeita de complicação, para a sinusite crônica ou para quando o quadro não se explica, e o papel de cada exame é explicado em raio X de face na sinusite. Na OtoCare, além do exame do nariz na consulta, pode ser feita a nasofibrolaringoscopia quando há indicação, com uma câmera fina e flexível que permite ver o nariz por dentro e a região por onde os seios da face drenam.
O que muda no tratamento?
Há partes semelhantes no tratamento das duas. A lavagem nasal é tratamento para a rinite e para a sinusite, e o corticoide tópico nasal, em spray, também é usado muitas vezes nos dois casos, sempre com prescrição. A forma certa de aplicar está em como usar spray nasal.
As diferenças aparecem na causa. Na rinite alérgica, o primeiro passo é evitar ou reduzir a exposição ao que causa a alergia. Depois vêm a lavagem nasal e, quando ela não basta ou a pessoa já chega em crise, os antialérgicos e os sprays de corticoide, sozinhos ou associados a um antialérgico no mesmo frasco. O corticoide oral fica para os casos mais graves. A sequência completa está na orientação sobre tratamento da rinite alérgica, e a imunoterapia para rinite alérgica é a última opção, para quem continua mal mesmo com tudo isso.
Na sinusite viral, que é a maioria, lavagem nasal, hidratação e repouso costumam bastar para o corpo resolver o quadro. Para a dor no rosto, o analgésico é o mesmo que a pessoa já usa para dor de cabeça, de preferência dipirona ou paracetamol, com o ibuprofeno como segunda opção. Na sinusite bacteriana, algumas vezes é preciso entrar com antibiótico oral, prescrito na consulta e só quando os critérios estão presentes. Os casos e o tempo de uso são assunto da orientação sobre antibiótico para sinusite.
Alguns remédios procurados para as duas servem só para uma. O antialérgico, como a loratadina, ajuda quando há alergia por trás dos sintomas, mas na sinusite viral de quem não tem alergia, usado sozinho, não traz benefício, segundo a diretriz brasileira. O antibiótico, como a amoxicilina ou a azitromicina, não age na rinite, que não é causada por bactéria. E o descongestionante nasal alivia por pouco tempo, mas usado por muitos dias provoca efeito rebote, tema da página sobre descongestionante nasal. O remédio certo depende de saber qual dos dois quadros está presente.
Qual dos dois quadros pode ter complicações mais graves?
A rinite alérgica, em geral, não tem complicações maiores. Ela causa grande desconforto e incomoda muito, mas não costuma colocar a saúde em risco.
A sinusite bacteriana é diferente. Ela pode complicar, e uma sinusite bacteriana mal cuidada pode evoluir para casos graves. As complicações são raras e acontecem quando a infecção passa dos seios da face para as estruturas vizinhas, como os olhos, os ossos do rosto e o cérebro. Cada uma tem seus sinais próprios, descritos em complicações da sinusite.
Durante uma sinusite, inchaço ou vermelhidão em volta de um olho, visão dupla ou borrada, dor de cabeça muito forte e fora do padrão de costume, inchaço na testa, rigidez de nuca ou confusão mental precisam de avaliação médica sem demora.
Rinite e sinusite têm cura?
A rinite alérgica tem base genética. A pessoa nasce com uma sensibilidade maior a determinados agentes do ambiente. Não dá para dizer que ela tem cura, mas tem controle, e na maior parte dos casos medidas simples, como os cuidados com a casa e a lavagem nasal, já mantêm a rinite sob controle. O tema é aprofundado na orientação sobre rinite alérgica e a possibilidade de cura.
A sinusite aguda costuma se resolver. A viral passa com o tempo, e a bacteriana, quando confirmada, melhora com o tratamento. A sinusite crônica, que passa de três meses, é outra doença, com inflamação que persiste na mucosa e tratamento para manter o controle, como mostra a orientação sobre polipose nasal.
Como prevenir crises de rinite e de sinusite
Na rinite alérgica, a prevenção começa no ambiente. Quem tem alergia a mofo procura focos de mofo no quarto e na casa, quem tem alergia a poeira cuida da poeira e do ácaro, e quem tem alergia a pólen evita a exposição às gramíneas. Os cuidados com o ácaro da poeira e com cães e gatos têm orientações próprias.
A lavagem nasal diária, como hábito, ajuda a manter a rinite controlada e protege os seios da face. Como a sinusite costuma nascer de uma virose respiratória, as medidas contra as viroses também contam. Lavar as mãos com frequência reduz a transmissão do resfriado, segundo o Manual MSD, e a vacina da gripe protege contra o vírus influenza, como mostra a orientação sobre quando vale a pena tomar a vacina da gripe.
Rinite e sinusite em criança
Na maioria das pessoas com rinite alérgica, os primeiros sintomas aparecem na infância, em geral por volta dos 10 anos, às vezes um pouco antes. A criança que espirra muito, coça o nariz e vive com o nariz escorrendo em crises ligadas à poeira, ao mofo ou aos animais pode ter rinite alérgica.
A criança também tem sinusite, quase sempre como parte de uma virose. Nela, a tosse pesa mais entre os sintomas, porque mudanças no olfato são difíceis de notar e de relatar na infância. Quando levar a criança ao otorrino é tema da orientação sobre sinusite em criança.
Vídeo: diferenças e semelhanças entre rinite e sinusite
O vídeo abaixo compara a região inflamada, a aparência da secreção, os sintomas característicos, as partes semelhantes do tratamento e o risco diferente de complicações.
Perguntas frequentes
Rinite e sinusite é contagioso?
A rinite alérgica não é contagiosa, porque nasce da reação do organismo a um alérgeno, e não de um micróbio. O que se transmite é o vírus que provoca a gripe ou o resfriado e, com eles, a sinusite viral. Quem tem rinite pode pegar esse vírus e transmiti-lo como qualquer pessoa enquanto estiver com a virose.
Rinite e sinusite é hereditário?
A tendência à rinite alérgica passa na família. É comum que quem tem rinite alérgica tenha pais, irmãos ou outros parentes com rinite, asma ou dermatite atópica. O que se herda é a predisposição à alergia, e a crise depende da exposição aos alérgenos de cada pessoa. Já a sinusite aguda, na grande maioria das vezes, é consequência de uma virose.
Qual a diferença entre rinite, sinusite e bronquite?
O lugar da inflamação. A rinite fica no nariz, a sinusite alcança também os seios da face, e a bronquite atinge os brônquios, os tubos que levam o ar até os pulmões. Segundo a MedlinePlus, serviço de informação da Biblioteca Nacional de Medicina americana, a bronquite causa tosse, muitas vezes com catarro, e pode dar falta de ar, chiado, febre baixa e aperto no peito. Falta de ar e chiado não fazem parte da rinite nem da sinusite e precisam de avaliação.
Leite piora rinite e sinusite?
Não há prova disso. Uma revisão publicada no Journal of the American College of Nutrition reuniu estudos em que pessoas resfriadas que tomaram leite não tiveram mais secreção, mais congestão nem mais tosse. A sensação de muco mais grosso depois do leite apareceu também com uma bebida de soja de textura parecida, e por isso não é um efeito do leite de vaca. A exceção é quem tem alergia ao leite de vaca, um quadro diferente da rinite.
Prednisona ou dexametasona servem para rinite e sinusite?
São corticoides orais e só devem ser usados com prescrição. Na rinite alérgica, o corticoide oral fica para as crises mais fortes, quando as outras medidas não bastaram. Na sinusite, ele é usado nos quadros bem ruins, quando há muita dor, muita tosse e secreção em excesso, junto com o tratamento indicado na consulta, e sozinho não trata a infecção. A diretriz brasileira não o indica de rotina na sinusite viral comum e desaconselha a injeção de corticoide de depósito, aplicada no músculo e de efeito prolongado, em qualquer forma de sinusite aguda. Como o alívio é rápido, há quem passe a tomá-lo por conta própria a cada crise, e o uso repetido traz efeitos colaterais sérios. Os riscos e os cuidados estão na orientação sobre corticoide oral.
Quem trata rinite e sinusite, otorrino ou alergista?
O otorrino trata as duas, porque examina o nariz por dentro e consegue separar um quadro do outro. O alergista entra quando é preciso confirmar a alergia com o teste de pele ou quando há indicação de imunoterapia.
Rinite e sinusite são doenças crônicas?
A rinite alérgica acompanha a pessoa por muitos anos, com fases de crise e fases de controle. A sinusite, na maioria das vezes, é aguda, com menos de 3 meses de sintomas. Quando passa de 3 meses, ela é chamada de crônica, pela classificação da Academia Brasileira de Rinologia, e se torna uma inflamação persistente da mucosa, com tratamento próprio.
Referências
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Quando procurar avaliação
Sintomas persistentes no nariz, seja obstrução, secreção ou qualquer outro, merecem avaliação com otorrino para o diagnóstico e o tratamento adequado. Procure atendimento também quando houver dor na face ou tosse associadas, quando os sintomas piorarem depois de uma melhora inicial ou quando não estiver claro se o quadro é rinite ou sinusite. Enquanto isso, já dá para começar em casa, evitando o que desencadeia os sintomas e fazendo a lavagem nasal. A consulta com otorrino em Brasília permite examinar o nariz e definir o tratamento adequado.
Para aprofundar o tema, veja também como diferenciar sinusite viral e bacteriana, quando pode haver indicação de antibiótico para sinusite e as orientações sobre lavagem nasal para rinite e lavagem nasal para sinusite.
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