Rinite: o que é, sintomas, tipos e por que tratar

Dra. Larissa Vilela, médica otorrinolaringologista da Clínica OtoCare

Por Dra. Larissa Vilela, médica otorrino

O que é rinite?

Nariz entupido, coriza, espirros e coceira no nariz são os quatro sintomas que formam a rinite. Quem tem esses sintomas de forma recorrente tem o diagnóstico de rinite.

Rinite é uma inflamação da mucosa do nariz, o revestimento de toda a parte interna da cavidade nasal. Por dentro, o nariz não é um tubo liso. Ele tem reentrâncias e curvas, e tudo isso é forrado pela mucosa. É ela que incha, produz secreção e coça quando a rinite aparece.

Na rinite, a inflamação fica só na cavidade nasal. Quando ela vai além e alcança os seios da face, que são cavidades cheias de ar na região das bochechas, da testa, entre os olhos e no fundo do nariz, o quadro passa a ser uma sinusite. Como os sintomas se confundem, a diferença está detalhada na orientação sobre rinite e sinusite.

É um quadro muito comum. No Brasil, os primeiros dados do estudo internacional ISAAC encontraram rinite alérgica em 12,8% das crianças de 6 e 7 anos e em 18% dos adolescentes de 13 e 14 anos. Em Brasília, a mesma pesquisa repetida depois de seis anos mostrou a frequência subir de 12,2% para 20%, segundo o V Consenso Brasileiro sobre Rinites.

Dra. Larissa Vilela explica os sintomas e os tipos de rinite

Rinite não é uma doença única. Ela pode ser alérgica, infecciosa ou ter outras causas. Identificar o tipo é importante porque a origem dos sintomas ajuda a definir o tratamento mais adequado.

Quais são os sintomas da rinite?

  • Nariz entupido: a obstrução nasal, com dificuldade para o ar passar pelo nariz.
  • Coriza: a secreção da rinite costuma ser bem clara, transparente e aguada.
  • Espirros: muitas vezes vêm em sequência, um atrás do outro, durante a crise.
  • Coceira no nariz: é o sintoma irritativo mais típico e faz a pessoa esfregar o nariz a toda hora.

Nem todas as pessoas sentem os quatro com a mesma força. Em umas, o nariz entupido é o que mais incomoda. Em outras, predominam as crises de espirro, a coceira ou a coriza que não para. O que define a rinite é a repetição desse conjunto, e não um dia isolado de nariz escorrendo.

Sintomas que vão além do nariz

A inflamação pode ficar restrita ao nariz, mas também pode chegar aos olhos, à garganta e até aos ouvidos. Nos olhos aparecem vermelhidão, lacrimejamento e coceira, e quando nariz e olhos são atingidos juntos o quadro se chama rinoconjuntivite. A coceira pode subir para o céu da boca e para o canal do ouvido.

A secreção que desce por trás do nariz deixa a sensação de catarro parado na garganta, o pigarro constante. A rinite também aparece ligada à tosse, principalmente à noite em crianças e adolescentes, e é uma das causas investigadas na tosse crônica.

O olfato pode diminuir. Com o nariz muito congestionado, o ar deixa de carregar as partículas de cheiro até a região do nariz que percebe os odores, e os cheiros ficam mais fracos durante a crise.

Quais são os tipos de rinite?

A rinite pode ser alérgica ou não alérgica. O V Consenso Brasileiro sobre Rinites separa ainda a rinite infecciosa, a das gripes e resfriados, como um terceiro grupo. Saber o tipo muda o tratamento, porque cada um tem um gatilho diferente.

Rinite alérgica e rinite não alérgica: qual é a diferença?

Na rinite alérgica, a mucosa inflama depois do contato com um alérgeno, como a poeira ou o pelo de um animal, numa pessoa que tem sensibilidade a ele. Na rinite não alérgica, os mesmos sintomas aparecem por outros caminhos, sem alergia envolvida. Ter o nariz entupido ou escorrendo, portanto, não significa por si só ter alergia.

Nem sempre o aspecto da secreção ou uma crise isolada separam uma da outra. Ajudam mais o momento em que os sintomas começam, quanto tempo duram, o que parece provocar cada crise e o exame do nariz.

As formas de rinite não alérgica

Entre as causas não alérgicas estão os vírus e as bactérias, as variações do tempo, as mudanças hormonais e até uma rinite própria do bebê que ainda está em aleitamento materno. As formas mais conhecidas são estas.

  • Infecciosa: é a rinite do resfriado e da gripe, causada sobretudo por vírus. Pode vir com tosse, febre e mal-estar e passa sozinha.
  • Idiopática ou vasomotora: o nariz reage a variações do tempo, ao frio, a cheiros fortes e à fumaça, sem alergia por trás. É detalhada na orientação sobre rinite idiopática, também chamada de vasomotora.
  • Medicamentosa: nasce do uso repetido de descongestionante nasal, que alivia na hora e, com o tempo, passa a manter o nariz entupido. Alguns remédios de uso contínuo, como certos remédios para pressão e os anti-inflamatórios, também podem dar sintomas no nariz.
  • Hormonal e gestacional: o ciclo menstrual, a puberdade, a gravidez e a menopausa podem desencadear rinite. A gestacional é o nariz entupido que começa na gravidez, em geral no segundo ou no terceiro trimestre, em quem não tinha rinite, e atinge cerca de 20% das gestantes.
  • Gustativa: coriza aguada que começa ao comer comida apimentada.
  • Irritativa e ocupacional: provocada por fumaça de cigarro, inclusive do eletrônico, poluição ou substâncias do ambiente de trabalho. A ocupacional pode ser alérgica ou não e merece atenção, porque pode aparecer antes de sintomas nos pulmões.
  • Do idoso: com a idade, as cartilagens e a mucosa do nariz mudam, o nariz fica mais seco, forma crostas, escorre mais e perde um pouco do olfato.
  • Atrófica: a mucosa vai se perdendo e forma crostas, com cheiro ruim e sensação de nariz entupido, como explica a orientação sobre cheiro ruim no nariz.
  • Mista: a mesma pessoa tem alergia e reage também a gatilhos não alérgicos, como mudança de temperatura, perfume e produtos de limpeza. Entre quem tem rinite crônica, de 30% a 50% estão nesse grupo.

Como acontece a rinite alérgica?

A rinite alérgica só acontece em quem tem uma predisposição genética para a alergia. É essa característica que deixa a pessoa sensível a partículas que andam pelo ar, os aeroalérgenos. Ao tocar a mucosa nasal de quem tem essa sensibilidade, elas provocam uma inflamação local, e dela vêm todos os sintomas.

A mucosa incha e fecha o espaço por onde o ar passa, o que causa a obstrução. São os cornetos inchados, o que muita gente chama de carne esponjosa no nariz. A mucosa também passa a produzir mais secreção, a coriza clara, e surgem os espirros e a coceira.

Os sintomas costumam começar ainda na infância, perto dos 10 anos e às vezes antes. É comum que pais, irmãos ou outros parentes tenham rinite, asma ou dermatite atópica, porque a predisposição passa na família. Quando a rinite começa só na vida adulta, os outros tipos de rinite entram na investigação.

A ligação com o ambiente costuma ser muito clara para quem tem alergia. Basta entrar num lugar fechado há tempos e cheio de poeira para começar a espirrar, coçar o nariz e os olhos e lacrimejar.

Quais alérgenos podem desencadear uma crise?

Poeira, mofo, pelo de cachorro e de gato, penas de aves, gramíneas e pólen estão entre os alérgenos que podem desencadear a crise. O contato com eles, porém, só provoca rinite em quem tem suscetibilidade àquele alérgeno. Cada pessoa reage a alguns deles, e quem tem alergia a vários ao mesmo tempo costuma ter um quadro mais intenso.

Piorar ao limpar a casa, ao entrar num cômodo com mofo ou ao brincar com um animal é uma pista, mas não prova sozinho qual substância causou a reação. A relação entre os sintomas e a exposição é analisada no contexto de cada pessoa.

Quando o ácaro da poeira doméstica já foi identificado como gatilho, veja também os cuidados para reduzir a exposição aos ácaros. Se o gatilho é o animal de estimação, há medidas próprias para conviver com cães e gatos tendo rinite alérgica.

Qual é a relação entre rinite, asma e dermatite atópica?

Quem tem rinite alérgica muitas vezes tem também asma e dermatite atópica, outras manifestações de alergia no corpo. As três doenças costumam andar juntas, no que os médicos chamam de tríade atópica, e por isso o nariz e os brônquios precisam ser olhados em conjunto.

Chiado, falta de ar ou crises de tosse não devem ser atribuídos apenas ao nariz. Entenda por que uma rinite mal controlada pode dificultar o controle da asma e por que esses sinais merecem avaliação específica.

Como é feito o diagnóstico da rinite?

O diagnóstico começa pela conversa. Os sintomas, a frequência das crises, o que parece desencadeá-las e a história da família já dizem muito. Depois vem o exame do nariz.

No nariz alérgico, a mucosa perde o tom rosado de sempre e fica muito pálida e inchada, com secreção clara por cima. A história somada a esse exame fecha o diagnóstico de rinite.

Na OtoCare, quando há indicação, o exame pode ser completado pela nasofibrolaringoscopia, feita com um aparelho fino e flexível, com câmera na ponta. Ela mostra o fundo do nariz, os cornetos, o septo e a adenoide, e ajuda principalmente quando os sintomas não melhoram com o tratamento.

Saber se a rinite é mesmo alérgica pede um exame específico. Pode ser o exame de sangue que mede a IgE específica para cada alérgeno ou o teste cutâneo, chamado de prick test, em que o alergista põe gotas dos alérgenos sobre a pele e confere se surge reação. Um teste positivo vale quando confirma o que os sintomas e o exame do nariz já sugeriam.

Raio X e tomografia não servem para diagnosticar a rinite alérgica. Eles ficam para a suspeita de sinusite, de pólipos ou de adenoide aumentada.

Quando o nariz entupido pode não ser rinite?

Nem todo nariz entupido é rinite. O desvio de septo, os cornetos aumentados, os pólipos nasais, a adenoide grande e até um objeto esquecido no nariz de uma criança dão sintomas parecidos. Alguns sinais apontam para outra causa e pedem o exame do nariz na consulta na OtoCare.

  • sintomas de um lado só do nariz;
  • nariz entupido sem espirro, sem coceira e sem coriza;
  • secreção grossa, com pus, escorrendo para a garganta;
  • dor no rosto;
  • sangramento pelo nariz;
  • perda do olfato sem outros sintomas.

Na criança, secreção com pus saindo de uma narina só levanta a suspeita de corpo estranho no nariz.

Como tratar a rinite?

O tratamento depende do tipo de rinite. Na alérgica, ele se apoia em três partes, e a mais importante talvez nem seja o remédio. O passo a passo de cada uma está nos três pilares do tratamento da rinite alérgica.

A primeira é cuidar do ambiente e tirar dele, ao máximo, aquilo que provoca a alergia. Sem isso, o remédio até tira da crise, mas logo os sintomas voltam.

A segunda parte é lavar o nariz com soro fisiológico. A lavagem retira os alérgenos respirados ao longo do dia, as substâncias que mantêm a inflamação e o catarro acumulado. É uma forma natural de tratar, sem remédio, e muita gente consegue controlar a rinite só com ela, quando a lavagem vira hábito diário. A escolha do método está na orientação sobre a melhor lavagem nasal para rinite.

A terceira são os remédios, quando a crise pede ou quando o controle não vem. A base são os corticoides nasais em spray e os antialérgicos, também chamados de anti-histamínicos. Eles podem ser usados um de cada vez ou juntos, inclusive no mesmo frasco, como no Dymista®, que junta a fluticasona e a azelastina. Num caso mais grave pode entrar até o corticoide oral. A medicação certa depende de cada paciente e exige uma avaliação cuidadosa na consulta.

O descongestionante nasal é outra história. Ele desentope rápido, mas o uso repetido deixa o nariz cada vez mais entupido e leva à rinite medicamentosa. Por isso ele não deve ser usado por conta própria nem de forma contínua.

Para a rinite alérgica que continua muito ruim mesmo com o tratamento bem feito, existe a imunoterapia, a vacina para alergia. Ela reduz a sensibilidade ao alérgeno, mas leva anos e nem todos respondem bem, por isso fica como última opção. A imunoterapia é feita com o alergista, e cabe à consulta com otorrino na OtoCare avaliar quando ela é indicada. Os detalhes estão em imunoterapia para rinite alérgica.

Nas rinites não alérgicas, o tratamento segue a causa. A do resfriado melhora com o tempo, e a lavagem alivia o nariz enquanto isso. A medicamentosa pede um plano para largar o descongestionante. Antibiótico não trata a rinite alérgica nem a rinite viral.

Rinite tem cura?

Como a rinite alérgica vem de uma sensibilidade herdada, uma marca genética de cada pessoa, não se pode dizer que ela tem cura. Ela tem controle. Na maior parte dos casos, esse controle vem das medidas mais simples, cuidar da casa e lavar o nariz todos os dias. O que significa esse controle está explicado em se a rinite alérgica tem cura e como manter o controle, incluindo o papel e os limites da imunoterapia.

Várias rinites não alérgicas, por outro lado, passam quando a causa vai embora, como a do resfriado e a da gravidez.

Quando o tratamento está otimizado e a rinite não melhora, outros diagnósticos entram na conta. Um dos mais frequentes é a sinusite, quando a inflamação se espalha para os seios da face e sustenta os sintomas.

Por que tratar a rinite?

Quanto antes o tratamento começa, e quanto mais adequado ele é, melhor. Os sintomas melhoram e se evitam as consequências de uma rinite crônica mal tratada.

Uma delas são as noites mal dormidas. O nariz entupido leva a respirar pela boca, piora o ronco e atrapalha o sono, e o cansaço aparece no dia seguinte.

Outra são as alterações na face por causa de um quadro alérgico mal controlado. Isso acontece principalmente com crianças que passam a infância sem tratamento adequado, e a criança que vive de boca aberta merece atenção, como mostra a orientação sobre o respirador bucal. O consenso brasileiro lembra que o crescimento do rosto depende também da genética e de outros fatores, e o peso do nariz é avaliado em cada criança, na consulta.

Além disso, uma rinite mal controlada pode até desencadear crise de asma. Por tudo isso, vale muito a pena tratar.

Vídeo: rinite, o que é?

O vídeo, de julho de 2023, apresenta os quatro sintomas da rinite, diferencia as formas alérgicas e não alérgicas e mostra por que vale a pena começar cedo o tratamento quando as crises se repetem.

Perguntas frequentes

Rinite ou renite: qual é o certo?

O certo é rinite. A palavra vem do grego rhis, rhinós, que quer dizer nariz, com o final ite, o mesmo de sinusite e otite, que indica inflamação. Renite é só uma forma errada de escrever.

Rinite é contagiosa?

Depende do tipo. A alérgica, a idiopática e as outras formas não infecciosas não passam de uma pessoa para outra. A rinite infecciosa, a do resfriado e da gripe, faz parte de uma virose que se transmite. Febre e mal-estar junto com os sintomas do nariz apontam para esse quadro.

Quanto tempo dura a rinite?

Também depende do tipo. A rinite do resfriado melhora sozinha em alguns dias, e a gestacional some até duas semanas depois do parto. A alérgica acompanha a pessoa, com crises sempre que há contato com o alérgeno. Pela frequência, ela é chamada de persistente quando os sintomas passam de quatro dias por semana durante mais de quatro semanas seguidas, e de intermitente quando ficam abaixo disso.

O que é rinite crônica?

É a rinite que se arrasta ou volta sempre, ao contrário da aguda, que dura poucos dias, como a do resfriado. A alérgica persistente e a idiopática são as formas crônicas mais comuns. Raramente, a rinite crônica vem de outras doenças que atingem o nariz, e por isso o nariz que continua entupido apesar do tratamento precisa ser examinado.

Rinite é grave? Pode matar?

Na grande maioria das vezes, a rinite não é grave e não ameaça a vida. A infecciosa melhora sozinha, e a alérgica é uma condição crônica com que se aprende a conviver. O peso dela está no dia a dia, no sono ruim, no cansaço, na falta de concentração e na piora da asma quando não é controlada. Por isso merece tratamento mesmo sem ser grave.

Rinite pode virar sinusite?

Pode se complicar com ela. O nariz inflamado e cheio de secreção favorece a proliferação de bactérias, e uma das funções da lavagem nasal em quem tem rinite é justamente evitar essa complicação. As duas também podem estar presentes ao mesmo tempo.

Rinite emocional existe?

Existe, e ela aparece no V Consenso Brasileiro sobre Rinites. Surge em momentos de estresse físico ou emocional em pessoas mais sensíveis. O sistema nervoso dilata os vasos do nariz e aumenta a produção de muco, e o sintoma principal é o nariz entupido, às vezes com coriza clara. Como outras rinites dão os mesmos sintomas, o diagnóstico depende de uma avaliação completa.

Por que o nariz escorre quando como comida apimentada?

É a rinite gustativa. A pimenta e outros temperos com capsaicina estimulam nervos que fazem o nariz produzir secreção, e a coriza aguada começa poucos minutos depois de comer e dura enquanto a pessoa come. Não é alergia, não dá espirro nem coceira e passa sozinha. Os testes de alergia alimentar, aliás, não fazem parte da investigação de rotina da rinite, segundo o parâmetro de prática dos alergistas americanos de 2020.

Por que a rinite piora quando o tempo muda?

Frio, mudança brusca de temperatura e variação de umidade são gatilhos clássicos da rinite idiopática, e também pioram a rinite mista, em que a alergia e esses estímulos se somam. Na seca de Brasília, o nariz ressecado fica ainda mais vulnerável, e o cuidado com a hidratação está na orientação sobre o hidratante nasal.

Existe tratamento natural para rinite?

Os cuidados naturais que funcionam são os do próprio tratamento, o ambiente livre de alérgenos e a lavagem nasal com soro. Acupuntura e produtos à base de plantas, por outro lado, não têm estudos suficientes que mostrem benefício na rinite alérgica, segundo o parâmetro de prática dos alergistas americanos de 2020.

Referências

  1. VILELA, Larissa. Rinite: o que é? YouTube, 31 jul. 2023. 1 vídeo (3 min 27 s). Disponível em: https://youtu.be/Cc8alYeJ6Tg. Acesso em: 5 out. 2026.
  2. VILELA, Larissa. Tudo sobre rinite alérgica: causas, diagnóstico e tratamento! YouTube, 8 jun. 2024. 1 vídeo (15 min 11 s). Disponível em: https://youtu.be/KTyT4roxVdc. Acesso em: 5 out. 2026.
  3. VILELA, Larissa. Rinite alérgica: nariz muito entupido, não para de escorrer e coçar, espirra sem parar, como tratar? YouTube, 12 mar. 2024. 1 vídeo (6 min 55 s). Disponível em: https://youtu.be/W7BDs8oZnNw. Acesso em: 5 out. 2026.
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Quando procurar avaliação

Procure atendimento quando a obstrução, a coriza, os espirros ou a coceira forem recorrentes, atrapalharem o sono, persistirem sem uma causa clara ou vierem acompanhados de chiado e falta de ar. A consulta com otorrino em Brasília permite avaliar o nariz, diferenciar os tipos de rinite e definir o tratamento de forma individualizada.

Conforme a orientação recebida, também pode ser útil conhecer a melhor lavagem nasal para rinite e aprender como usar spray nasal corretamente.

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