Videolaringoscopia em Brasília: exame da laringe e das cordas vocais

Videolaringoscopia em Brasília

Rouquidão que não passa, pigarro, tosse crônica, dificuldade para engolir ou um desconforto na garganta são os motivos mais comuns para o otorrino pedir a videolaringoscopia. É o exame que mostra a garganta por dentro, até a parte mais profunda, onde ficam as pregas vocais, também chamadas de cordas vocais.

Ele pode ser feito com um endoscópio flexível, passado pelo nariz, ou com um endoscópio rígido, colocado pela boca. É rápido, feito com anestésico em spray e sem sedação, e não dói.

Na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste de Brasília, a videolaringoscopia é feita pela otorrinolaringologista da clínica, em geral durante a própria consulta, e o laudo sai no mesmo dia. O exame é feito só no particular, e alguns planos de saúde podem reembolsar.

Ou ligue para: (61) 99957-8479

Setor Noroeste · Brasília/DF · Todas as idades · Cerca de 5 a 10 minutos · Sem sedação · Laudo no mesmo dia

Médico de jaleco e máscara examina a garganta de uma paciente sentada com um endoscópio rígido colocado pela boca, com a imagem das pregas vocais no monitor ao fundo e, à direita, uma mulher de óculos e blazer escuro

Videolaringoscopia na OtoCare: o que esperar

  • Quem faz: a Dra. Larissa Vilela, médica otorrinolaringologista;
  • Quando: em geral durante a consulta, no mesmo momento;
  • Duração: cerca de 5 a 10 minutos no total, com o spray e o posicionamento. Olhar as pregas vocais leva de 1 a 2 minutos;
  • Anestesia: spray anestésico no nariz ou na garganta, conforme a forma do exame, sem sedação;
  • Preparo: nenhum. Não precisa de jejum;
  • Depois do exame: com o spray na garganta, esperar de 20 a 30 minutos para comer ou beber;
  • Idade: todas as idades. Nas crianças menores, o exame é feito com o endoscópio flexível;
  • Resultado: as imagens aparecem ao vivo no monitor, e o laudo sai no mesmo dia;
  • Exame admissional: na posse e no exame admissional, como o de professor e orientador educacional do DF, o agendamento é direto, sem consulta;
  • Pagamento: só particular, com o valor informado pelo WhatsApp. Alguns planos podem reembolsar.

Videolaringoscopia: o exame que vê a garganta até as pregas vocais

A videolaringoscopia é um exame endoscópico feito pelo otorrino no consultório. Uma câmera presa ao endoscópio leva a imagem da garganta para um monitor, ampliada e em vídeo, com uma iluminação própria. Com ela, o médico avalia a laringe, as pregas vocais e a região em volta delas, que inclui a hipofaringe, logo atrás da laringe, e a faringe.

No exame comum do consultório, com a boca aberta, o otorrino enxerga só o começo da garganta. As pregas vocais ficam mais abaixo e não aparecem a olho nu. A videolaringoscopia chega até essa parte mais profunda e mostra a garganta em toda a sua extensão.

Pregas vocais e cordas vocais são a mesma estrutura, e prega vocal é o nome técnico. O exame também aparece com outros nomes no pedido médico e na tabela dos planos de saúde, como laringoscopia, videolaringoscopia rígida, videolaringoscopia flexível e vídeo-faringo-laringoscopia. Quando o pedido fala em videolaringoscopia nasal, em geral se refere à forma feita com o endoscópio flexível, pelo nariz. Se o pedido trouxer um nome diferente, a equipe confere pelo WhatsApp qual é o exame antes do agendamento.

Quando a videolaringoscopia é indicada

O exame é indicado, no geral, quando há rouquidão ou algum outro sintoma na garganta. Os motivos mais comuns são:

  • rouquidão ou outra alteração da voz que não passa, principalmente quando dura mais de duas semanas;
  • pigarro constante;
  • tosse crônica sem causa aparente;
  • sensação de bola ou de algo parado na garganta;
  • dor frequente na garganta, dor para engolir e, algumas vezes, dificuldade para engolir;
  • investigação de sinais de refluxo laringofaríngeo;
  • avaliação de nódulos, pólipos, cistos ou lesões suspeitas nas pregas vocais;
  • acompanhamento de profissionais da voz, como professores, cantores e palestrantes;
  • sintomas na garganta em quem fuma ou bebe álcool com frequência.

A rouquidão é o motivo mais frequente. As causas mais comuns e quando ela precisa ser investigada estão na orientação sobre rouquidão.

A diretriz sobre rouquidão da Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço reforça o papel do exame. Ela recomenda ver a laringe antes de indicar fonoterapia e evitar tomografia, ressonância, remédio para refluxo ou corticoide para tratar a rouquidão antes de olhar as pregas vocais. Ver primeiro evita tratar a causa errada.

Pelo nariz ou pela boca: as duas formas do exame

A videolaringoscopia pode ser feita de duas formas. Com o endoscópio flexível, uma câmera bem fina entra pelo nariz e desce até a garganta. Com o endoscópio rígido, a ótica é colocada pela boca e posicionada no fundo da garganta, e a câmera, na ponta dela, mostra a parte mais profunda, onde ficam as pregas vocais.

A pergunta mais comum é qual das duas é a melhor. Não existe uma melhor. A escolha depende do paciente e do que o otorrino precisa ver, e cada forma tem o seu lado bom e o seu lado menos bom.

Endoscópio flexível, pelo nariz

Pelo nariz, o exame quase não dá náusea. Aquele reflexo de ânsia que aparece quando algo toca o fundo da garganta é muito raro com o endoscópio flexível. Além disso, a boca fica livre, e o paciente pode falar e até cantar durante o exame. Por isso essa forma é útil em cantores e profissionais da voz que querem mostrar, na hora, uma dificuldade num ponto do canto ou da fala.

O lado menos bom é o caminho, que é mais longo até a prega vocal. A passagem pelo nariz dá um pouco de aflição, mas com o anestésico costuma ir bem.

Endoscópio rígido, pela boca

Pela boca, o caminho até as pregas vocais é mais curto. A câmera na ponta do endoscópio rígido é maior, e a laringe aparece com um pouco mais de detalhe. Um estudo que comparou as duas formas nas mesmas pessoas também encontrou imagens de melhor qualidade com o endoscópio rígido.

O lado menos bom é a náusea. Mesmo com o spray anestésico, alguns pacientes sentem o reflexo de ânsia, o que acontece com relativa frequência quando o exame é feito pela boca.

Hoje as imagens das duas formas são muito boas. Em alguns pacientes, uma delas é preferível, conforme o que precisa ser avaliado, e essa escolha é feita na consulta.

Como é feita a videolaringoscopia, passo a passo

  1. Posição: o paciente fica sentado e acordado;
  2. Anestesia: o otorrino aplica o spray anestésico na garganta, quando o exame vai ser pela boca, ou no nariz, quando vai ser pelo nariz;
  3. Endoscópio: o endoscópio rígido é posicionado no fundo da garganta, ou o flexível desce pelo nariz até a laringe;
  4. Respiração e sons: o otorrino pede para respirar normalmente e falar alguns sons, como vogais prolongadas, para ver o movimento e o fechamento das pregas vocais ao vivo;
  5. Fim: o endoscópio é retirado, e o que foi visto é explicado na hora.

Todo o exame é feito com anestesia local. Não precisa de sedação nem de nada mais invasivo.

Anestesia e o que se sente durante o exame

A videolaringoscopia não dói. O exame é feito com anestesia local, em spray, e é simples. O que pode acontecer é um leve desconforto, como a ânsia quando o endoscópio rígido fica no fundo da garganta ou uma aflição rápida na passagem pelo nariz, com o flexível.

No geral, os pacientes fazem o exame com tranquilidade, e ele traz uma avaliação completa da voz e da parte mais interna da garganta. Ao agendar, informe se já teve alergia a algum anestésico.

Quanto tempo dura e quando sai o resultado

Olhar as pregas vocais leva de 1 a 2 minutos. Somando a aplicação do spray e o posicionamento do paciente, o exame inteiro dura cerca de 5 a 10 minutos.

As imagens aparecem ao vivo no monitor, e o otorrino já explica o que viu na mesma consulta. Na OtoCare, o laudo sai no mesmo dia. Como o exame costuma ser feito durante a consulta, muitas vezes a pessoa sai com a avaliação e o próximo passo definidos no mesmo atendimento.

Preparo e cuidados depois do exame

A videolaringoscopia não precisa de preparo nem de jejum. A pessoa pode comer normalmente antes.

O cuidado é depois. Quando o spray anestésico foi aplicado na garganta, a recomendação é esperar de 20 a 30 minutos para comer ou beber. Enquanto a garganta está dormente, o alimento ou o líquido podem descer pelo caminho errado e causar engasgo.

Como não há sedação, a pessoa sai do exame acordada e pode voltar às atividades normais no mesmo dia.

Videolaringoscopia em crianças

A videolaringoscopia pode ser feita em todas as idades. Nas crianças menores, o exame é sempre feito com o endoscópio flexível, pelo nariz, porque assim ele depende menos da colaboração. Muitas vezes o pai ou a mãe abraça a criança durante o exame e, mesmo quando ela não colabora muito, dá para avaliar a laringe.

O exame pela boca, com o endoscópio rígido, também não dói, mas exige que a criança fique quieta e tenha coordenação para deixar a ótica no fundo da garganta. Por isso ele fica para a criança maior, bem tranquila e colaborativa, e já foi feito em crianças de 6 e 7 anos.

Em um serviço de voz infantil nos Estados Unidos, o exame pela boca foi possível em algumas crianças ainda mais novas, a partir de 3 anos. A forma do exame em cada criança é decidida caso a caso, na consulta.

O que a videolaringoscopia mostra

O exame mostra a forma e o movimento da laringe. Ele ajuda a encontrar alterações anatômicas, inflamatórias e de funcionamento que o exame comum do consultório não alcança, como:

  • nódulos vocais, os calos das pregas vocais;
  • pólipos e cistos;
  • edema de Reinke, um inchaço das pregas vocais;
  • inflamação e vermelhidão da laringe, como nas laringites;
  • sinais de irritação que podem estar ligados ao refluxo;
  • alterações no movimento e no fechamento das pregas vocais;
  • lesões suspeitas, que precisam de investigação.

O resultado orienta o tratamento. Dependendo do que aparece, ele pode incluir remédios, mudanças de hábito, fonoterapia vocal ou, em alguns casos, uma cirurgia, como a microcirurgia de laringe para pólipo e a microcirurgia de laringe para edema de Reinke.

No refluxo, o exame mostra sinais que sugerem a irritação da laringe, e esses sinais são lidos junto com os sintomas, na consulta. A orientação sobre refluxo laringofaríngeo explica as causas e o tratamento.

Videolaringoscopia e câncer de laringe

A videolaringoscopia detecta lesões suspeitas. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o diagnóstico do câncer de laringe passa pela laringoscopia, um exame que pode ser feito no consultório.

Ver uma lesão, porém, não fecha o diagnóstico. A laringe pode ter lesões benignas que parecem malignas, e por isso o INCA considera a biópsia obrigatória antes de qualquer tratamento. A biópsia é a análise de um pequeno pedaço da lesão, e é ela que confirma ou afasta o câncer.

Fumo e álcool são os principais fatores de risco. Quem fuma ou bebe com frequência e tem rouquidão ou outro sintoma na garganta precisa de avaliação. A orientação sobre câncer de laringe explica os sinais de alerta.

Videolaringoscopia, nasofibrolaringoscopia e outros exames da laringe

A videolaringoscopia é uma parte da nasofibrolaringoscopia. Na nasofibrolaringoscopia, o otorrino avalia o nariz e a laringe com o endoscópio flexível, num só exame. Na videolaringoscopia, o foco é só a laringe.

Por isso os dois nomes às vezes se confundem. Quando a queixa envolve também o nariz, como nariz entupido ou secreção escorrendo para a garganta, a avaliação inclui o nariz, e o exame é a nasofibrolaringoscopia. Quando a queixa é da voz, o foco pode ficar só na laringe, pela boca ou pelo nariz. O tipo de exame é definido na consulta, conforme o que precisa ser visto.

Outros nomes parecidos tratam de exames diferentes:

  • Laringoscopia: é o nome geral de qualquer exame que olha a laringe. A videolaringoscopia é a laringoscopia feita com câmera, com as imagens no monitor;
  • Videolaringoestroboscopia: usa uma luz estroboscópica, que pisca num ritmo ajustado à voz. Assim a vibração das pregas vocais, rápida demais para o olho, aparece como se estivesse em câmera lenta. Ela serve para estudar em detalhe como as pregas vibram;
  • Laringoscopia direta: feita sob anestesia geral, no centro cirúrgico, por exemplo quando a biópsia não pode ser feita com anestesia local ou na cirurgia da lesão, como a microcirurgia de laringe;
  • Videoendoscopia da deglutição: usa a ótica flexível, mas observa a pessoa engolindo alimentos de consistências diferentes. Veja a página da videoendoscopia da deglutição;
  • Endoscopia digestiva: é outro exame, que desce pelo esôfago até o estômago. A videolaringoscopia fica na garganta e na laringe.

Videolaringoscopia para professores e profissionais da voz

Professores, cantores e outros profissionais da voz fazem a videolaringoscopia com frequência. Muitas vezes ela é repetida com regularidade, para acompanhar as pregas vocais, e também é pedida como exame admissional, quando um professor ou outro profissional da voz vai assumir um cargo.

Na posse de professor e orientador educacional da Secretaria de Educação do DF, a lista de exames admissionais do GDF pede a videolaringoscopia com laudo de otorrinolaringologista com RQE e um parecer otorrinolaringológico com CRM e RQE. A OtoCare faz o exame e o parecer. Nesse caso, o candidato agenda direto, sem precisar de consulta, e o laudo e o parecer saem no mesmo dia. A mesma lista pede a audiometria com impedanciometria, também feita na clínica, como explica a página da audiometria para concurso e posse. Essas exigências foram conferidas em outubro de 2026 e podem mudar com o tempo.

Quem vai começar a fonoterapia vocal também se beneficia do exame. Ver as pregas vocais antes da terapia mostra em que condições elas estão e ajuda a planejar os exercícios, mesmo quando a procura é só por aprimoramento da voz.

Vídeo: exame de videolaringoscopia, o que é e como é feito

No vídeo abaixo aparecem quando o exame é indicado, as duas formas de fazer, pelo nariz e pela boca, com os prós e os contras de cada uma, a anestesia, a duração, o exame em crianças e a diferença para a nasofibrolaringoscopia.

Particular, reembolso e código TUSS

A videolaringoscopia na OtoCare é feita só no particular, sem convênio. Alguns planos de saúde podem reembolsar o exame, conforme as regras de cada contrato, por isso vale confirmar com o seu plano antes do agendamento. O valor do exame não é publicado no site e é informado pelo WhatsApp.

Na Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS), da ANS, o exame aparece como Vídeo-faringo-laringoscopia com endoscópio flexível, código 40201252, e Vídeo-faringo-laringoscopia com endoscópio rígido, código 40201260, segundo a versão de setembro de 2026 da tabela, e isso pode mudar com o tempo.

Veja as informações sobre reembolso.

Onde fazer videolaringoscopia em Brasília

A videolaringoscopia é feita na própria Clínica OtoCare, no Setor Noroeste, perto da Asa Norte. No mesmo lugar ficam a consulta com otorrino, a nasofibrolaringoscopia, a videoendoscopia da deglutição e a fonoterapia vocal, o que permite investigar a voz e a garganta sem trocar de clínica.

Clínica OtoCare
CLNW 08/09, Bloco C, Loja 02
Setor Noroeste – Brasília/DF

Telefone: (61) 99957-8479

Perguntas frequentes sobre a videolaringoscopia

O que é o exame de videolaringoscopia?

É um exame feito pelo otorrino no consultório, com uma câmera presa a um endoscópio. Ele mostra em vídeo a laringe, as pregas vocais e a garganta em toda a sua extensão, até a parte mais profunda.

Para que serve a videolaringoscopia?

Serve para investigar rouquidão e outros sintomas da garganta, como pigarro, tosse crônica, dor ou dificuldade para engolir e sensação de algo parado na garganta. Também é usada no acompanhamento de professores, cantores e outros profissionais da voz.

Como é feito o exame de videolaringoscopia?

O paciente fica sentado e acordado. O otorrino aplica um spray anestésico, passa o endoscópio e pede para falar alguns sons, para ver as pregas vocais em movimento. É feito com anestesia local, sem sedação.

A videolaringoscopia é feita pelo nariz ou pela boca?

Pode ser pelos dois caminhos. Pelo nariz, com o endoscópio flexível, ou pela boca, com o endoscópio rígido. A escolha depende do paciente e do que precisa ser visto.

Qual é melhor, a videolaringoscopia flexível ou a rígida?

Nenhuma é melhor em tudo. A flexível quase não dá náusea e deixa o paciente falar e cantar, mas o caminho pelo nariz é mais longo. A rígida chega mais rápido e tem uma imagem um pouco melhor, mas pode dar ânsia mesmo com o spray. As duas trazem imagens muito boas.

Exame de videolaringoscopia dói?

Não dói. Com o spray anestésico, o que pode aparecer é um leve desconforto, como ânsia no exame pela boca ou uma aflição rápida na passagem pelo nariz.

Quanto tempo dura a videolaringoscopia?

Olhar as pregas vocais leva de 1 a 2 minutos. Com o spray e o posicionamento, o exame inteiro dura cerca de 5 a 10 minutos.

Precisa de preparo ou jejum para a videolaringoscopia?

Não. O exame não precisa de preparo nem de jejum, e a pessoa pode comer normalmente antes.

Pode comer depois da videolaringoscopia?

Pode, mas quando o spray foi aplicado na garganta é melhor esperar de 20 a 30 minutos para comer ou beber. Com a garganta dormente, há risco de engasgo.

Criança pode fazer videolaringoscopia?

Pode, em qualquer idade. Nas crianças menores, o exame é feito com o endoscópio flexível, pelo nariz, e o pai ou a mãe pode abraçar a criança. O exame pela boca fica para a criança maior e colaborativa.

O resultado da videolaringoscopia sai na hora?

Sim. As imagens aparecem ao vivo no monitor, e o otorrino explica o que viu na mesma consulta. Na OtoCare, o laudo sai no mesmo dia.

O que a videolaringoscopia detecta?

Mostra nódulos, pólipos, cistos, edema de Reinke, inflamação da laringe, sinais de irritação ligados ao refluxo, alterações no movimento das pregas vocais e lesões suspeitas.

A videolaringoscopia pode detectar câncer?

Pode mostrar lesões suspeitas de câncer na laringe e na garganta. A confirmação vem da biópsia, a análise de um pequeno pedaço da lesão, porque algumas lesões benignas se parecem com as malignas.

A videolaringoscopia detecta refluxo?

Mostra sinais de irritação da laringe que podem estar ligados ao refluxo laringofaríngeo. Esses sinais são avaliados junto com os sintomas, na consulta, para fechar o diagnóstico.

Videolaringoscopia é o mesmo que nasofibrolaringoscopia?

Não exatamente. A videolaringoscopia é uma parte da nasofibrolaringoscopia. A nasofibro avalia o nariz e a laringe com o endoscópio flexível, e a videolaringoscopia foca só a laringe.

Qual a diferença entre videolaringoscopia e videolaringoestroboscopia?

A videolaringoestroboscopia usa uma luz que pisca num ritmo ajustado à voz e mostra a vibração das pregas vocais como se fosse em câmera lenta. A videolaringoscopia mostra a laringe e as pregas vocais com luz contínua, em tempo real.

Videolaringoscopia é o mesmo que laringoscopia?

É um tipo de laringoscopia. Todo exame da laringe se chama laringoscopia, e o prefixo vídeo indica que a imagem é captada por uma câmera e acompanhada ao vivo, ampliada, na tela.

A videolaringoscopia é pedida no exame admissional de professor?

Sim. Na posse de professor e orientador educacional da Secretaria de Educação do DF, a lista do GDF pede a videolaringoscopia com laudo e o parecer otorrinolaringológico. Na OtoCare, o agendamento é direto, sem consulta, e os dois saem no mesmo dia.

Qual o código TUSS da videolaringoscopia?

Na tabela TUSS da ANS, o exame aparece como Vídeo-faringo-laringoscopia com endoscópio flexível, código 40201252, e com endoscópio rígido, código 40201260, segundo a versão de setembro de 2026, que pode mudar com o tempo.

Quanto custa a videolaringoscopia em Brasília?

O valor não é publicado no site e é informado pelo WhatsApp da OtoCare. O exame é feito só no particular, e alguns planos de saúde podem reembolsar, conforme as regras de cada contrato.

Referências

  1. VILELA, Larissa. Exame de videolaringoscopia: o que é, como é feito, indicações, dói? YouTube, 31 out. 2026. 1 vídeo (7 min 41 s). Disponível em: https://youtu.be/IDeo0Pvm1kE. Acesso em: 31 out. 2026.
  2. STACHLER, R. J. et al. Clinical practice guideline: hoarseness (dysphonia) (update). Otolaryngology–Head and Neck Surgery, v. 158, n. 1, supl., p. S1-S42, mar. 2018. DOI: 10.1177/0194599817751030. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29494321/. Acesso em: 31 out. 2026.
  3. BOLES, R. W. et al. Flexible versus rigid laryngoscopy: a prospective, blinded comparison of image quality. Journal of Voice, v. 37, n. 3, p. 440-443, maio 2023. DOI: 10.1016/j.jvoice.2021.02.010. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33775470/. Acesso em: 31 out. 2026.
  4. ONGKASUWAN, J. et al. Transoral rigid 70-degree laryngoscopy in a pediatric voice clinic. The Laryngoscope, v. 129, n. 7, p. 1657-1659, jul. 2019. DOI: 10.1002/lary.27706. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30548851/. Acesso em: 31 out. 2026.
  5. MEHTA, D. D.; HILLMAN, R. E. Current role of stroboscopy in laryngeal imaging. Current Opinion in Otolaryngology & Head and Neck Surgery, v. 20, n. 6, p. 429-436, dez. 2012. DOI: 10.1097/MOO.0b013e3283585f04. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3747974/. Acesso em: 31 out. 2026.
  6. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Câncer de laringe: versão para população. Rio de Janeiro: INCA, atualizado em 7 jul. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/laringe/versao-para-populacao. Acesso em: 31 out. 2026.
  7. DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Economia. Gerência de Promoção à Saúde do Servidor. Relação básica de exames complementares e pareceres especializados para o exame médico admissional. Brasília: SEEC, 2025. Disponível em: https://www.economia.df.gov.br/documents/d/seec/exames-admissional-see-1-pdf. Acesso em: 31 out. 2026.
  8. AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (Brasil). Padrão TISS: setembro 2026. Terminologia Unificada da Saúde Suplementar, Tabela 22, versão 202609. Disponível em: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/prestadores/padrao-para-troca-de-informacao-de-saude-suplementar-2013-tiss/padrao-tiss-setembro-2026. Acesso em: 31 out. 2026.

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Se a voz anda rouca, se o pigarro ou a tosse não passam, ou se o pedido de videolaringoscopia já está em mãos, agende o exame na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste de Brasília. A equipe informa o valor e o horário e, na posse de professor, orienta o agendamento direto do exame com o parecer.

Ou ligue para: (61) 99957-8479

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