BERA com pesquisa de limiar por frequência específica em Brasília

O BERA que mede quanto a criança escuta em cada frequência

Faça o BERA com pesquisa de limiar por frequência específica em Brasília na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste. Também chamado de PEATE por frequência específica ou BERA com tone burst, ele é um BERA mais detalhado: além de mostrar se existe resposta auditiva, mede quanto a criança escuta nos sons graves e agudos.

É o exame usado para confirmar e classificar a perda auditiva em bebês e em crianças que ainda não conseguem responder à audiometria, e para orientar a adaptação do aparelho auditivo.

Ou ligue para: (61) 99957-8479

Bebês e crianças · Noroeste/DF · Sono natural · Atendimento particular e convênios

Dra. Larissa Vilela segura o pré-amplificador e os cabos dos eletrodos usados no exame BERA com pesquisa de limiar por frequência específica

BERA comum e BERA por frequência específica: qual a diferença?

O BERA, ou PEATE, sigla de potencial evocado auditivo de tronco encefálico, avalia o nervo auditivo e as vias auditivas do tronco cerebral. A diferença entre as duas modalidades está no som usado no exame:

  • BERA comum: usa um estímulo em clique, que faz uma varredura de muitas frequências ao mesmo tempo. O resultado responde se existe ou não resposta auditiva, de forma global.
  • BERA por frequência específica: usa um estímulo chamado tone burst, que avalia uma frequência de cada vez: 500, 1.000, 2.000 e 4.000 Hz, dos sons graves aos agudos. Em cada uma, é pesquisado o limiar auditivo, isto é, o som mais fraco que a criança consegue ouvir.

Por isso o nome: o exame avalia as frequências isoladamente e mostra quanto a criança escuta em cada uma delas. As informações gerais sobre o exame estão na página do BERA / PEATE em Brasília.

Para que serve: confirmar a perda auditiva e adaptar o aparelho

Quando o bebê falha na triagem auditiva neonatal, o teste da orelhinha, é preciso passar para exames mais detalhados. O BERA por frequência específica permite:

  • confirmar se existe perda auditiva;
  • classificar a perda em leve, moderada ou grave;
  • mostrar em quais frequências ela acontece, nos graves ou nos agudos;
  • fornecer os dados para adaptar corretamente o aparelho auditivo na criança, quando ele for indicado.

Por que o diagnóstico precisa ser rápido

O primeiro ano de vida é decisivo para o desenvolvimento da linguagem e da comunicação, e a audição é fundamental nesse processo. Os protocolos de triagem auditiva neonatal têm como objetivo que o bebê com perda auditiva já esteja usando aparelho auditivo até os 6 meses de idade, e a tendência atual é antecipar esse prazo para os 3 meses. As etapas da triagem estão na página de emissões otoacústicas e teste da orelhinha.

Quando o exame é indicado

  • Bebês que falharam na triagem auditiva neonatal, para confirmar o diagnóstico e caracterizar a perda.
  • Bebês muito pequenos, que ainda não conseguem responder a uma audiometria condicionada ou comportamental, possível apenas a partir dos 6 meses.
  • Crianças com problemas neurológicos ou com dificuldade de responder à audiometria convencional.

Em todos esses casos, o exame é objetivo: não depende da resposta do paciente. O profissional capta as respostas do sistema auditivo ao som.

Como o exame é feito

Um fone é colocado no ouvido da criança, e eletrodos são posicionados no rosto e atrás da orelha, na região da mastoide. O equipamento emite os sons em cada frequência e registra as respostas elétricas do sistema auditivo. A partir da visualização dessas respostas, especialmente da chamada onda V, o avaliador pesquisa o limiar em cada frequência.

  • Não dói. A criança apenas precisa estar tranquila e com poucos movimentos.
  • Duração intermediária: é relativamente rápido, mas mais demorado que o BERA comum, porque avalia uma frequência de cada vez.

Sono natural ou sedação

O exame é feito com a criança em sono natural. Na OtoCare, o horário é combinado no agendamento para facilitar que a criança durma durante o registro. Quando o sono natural não é possível e a sedação é necessária, o exame é feito em parceria com outras clínicas ou hospitais, e nossa equipe orienta esse agendamento.

Limitações do exame

Depende da experiência de quem faz. A pesquisa do limiar é feita pela leitura das respostas, e o resultado só é confiável quando o exame é realizado por fonoaudiólogo ou otorrinolaringologista experiente.

Não alcança sons muito intensos. Pela característica do estímulo tone burst, não é possível usar intensidades muito altas. Em uma perda auditiva severa ou profunda em que ainda existe um resíduo de audição, o exame pode mostrar ausência de resposta, como se a criança não ouvisse nada. Essa diferença importa na decisão entre aparelho auditivo e implante coclear, e um exame mais moderno complementa a avaliação nesses casos.

Convênios, atendimento particular e reembolso

A Clínica OtoCare atende diversos convênios para exames. A cobertura do BERA com pesquisa de limiar por frequência específica depende das regras do plano e pode exigir pedido médico ou autorização prévia. Consulte a lista de convênios e informações sobre reembolso e confirme com nossa equipe antes do agendamento.

Quando o plano não oferece cobertura direta, o exame pode ser feito de forma particular. A OtoCare fornece nota fiscal e os documentos do atendimento para quem tiver direito a reembolso.

Onde fazer o BERA por frequência específica em Brasília

A Clínica OtoCare realiza o exame no Setor Noroeste, em Brasília/DF:

Clínica OtoCare
CLNW 08/09, Bloco C, Loja 02
Setor Noroeste – Brasília/DF
Telefone: (61) 99957-8479

Vídeo: BERA com pesquisa de limiar por frequência específica

O vídeo abaixo apresenta a diferença entre o BERA comum e o de frequência específica, as indicações, como o exame é feito e as suas limitações.

Perguntas frequentes sobre o BERA por frequência específica

Qual a diferença entre o BERA comum e o BERA por frequência específica?

O BERA comum usa um estímulo em clique e mostra, de forma global, se existe resposta auditiva. O BERA por frequência específica avalia separadamente 500, 1.000, 2.000 e 4.000 Hz e mede quanto a criança escuta em cada frequência.

O BERA por frequência específica dói?

Não. São usados um fone no ouvido e eletrodos colados na pele. A criança só precisa estar tranquila, de preferência dormindo.

Precisa de sedação para fazer o exame?

Em geral, não: o exame é feito em sono natural. Quando o sono natural não é possível, a sedação é feita em parceria com outras clínicas ou hospitais, com orientação da nossa equipe.

O exame ajuda a adaptar o aparelho auditivo?

Sim. Ao mostrar o grau da perda e em quais frequências ela acontece, o exame fornece os dados para a adaptação correta do aparelho auditivo na criança.

Por que fazer esse exame se a criança já fez o BERA comum?

Porque o BERA comum responde se há resposta auditiva, mas não mostra quanto a criança escuta em cada frequência. Esse detalhe é necessário para confirmar e classificar a perda e para adaptar o aparelho.

A OtoCare realiza o BERA por frequência específica?

Sim. O exame é realizado na Clínica OtoCare, no Setor Noroeste, em Brasília. Quando há necessidade de sedação, ele é feito em parceria com outras clínicas ou hospitais.

Referências

  1. VILELA, Larissa. Exame BERA com pesquisa de limiar frequência específica. YouTube, 11 ago. 2024. 1 vídeo (8 min 58 s). Disponível em: https://youtu.be/UVq5pRUehd8.
  2. RAMOS, N.; LEWIS, D. R. Potencial evocado auditivo de tronco encefálico por frequência específica por via aérea e via óssea em neonatos ouvintes normais. Revista CEFAC, v. 16, p. 757-767, 2014. DOI: 10.1590/1982-0216201419812. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rcefac/a/jNttCx95bgSXnDWPkLdpLZs/?lang=pt.

Agende o BERA por frequência específica na OtoCare

Se o bebê falhou no teste da orelhinha ou a criança precisa de uma avaliação detalhada da audição, agende o exame. Nossa equipe orienta o horário, o preparo e a cobertura do seu plano.

Ou ligue para: (61) 99957-8479

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